ĐĎॹá>ţ˙ 79ţ˙˙˙6˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙ěĽÁ9 đż/bjbjýĎýĎ"8ŸĽŸĽ+˙˙˙˙˙˙l–––––––Ş "ŞĎ śBBBBBBBBr t t t t t t … Ľnt –BBBBBt ř––BB‰ řřřB*–B–Br řBr řnřf ––f B6 Đüú‡ÄŞll^f f Ÿ 0Ď f Ę.f řŞŞ––––ŮQuestăo 1: A neurocięncia estuda o desenvolvimento do cérebro e suas funçőes de percepçăo, pensamento, movimento e memória através da ęnfase em anatomia e fisiologia. A neurocięncia da mente vem se evoluindo desde o começo do século 20 até os dias atuais. Houve uma uniăo entre a área cognitiva estudada pelas Cięncias Psicológicas com a Cięncias Biológicas e seus processos sensoriais, perceptuais e de memória e com o advento das técnicas de imagem (tomografias e ressonâncias) para se estudar o cérebro enquanto este realiza alguma atividade, a neurocięncia da mente tornou-se entăo uma área rica em explicaçőes a respeito do comportamento. Sempre que uma nova cięncia se propőe a explicar o comportamento, há razőes para se comemorar, mas também para se preocupar. O avanço da exploraçăo no estudo do cérebro para se compreender melhor os processos cognitivos que intervęm entre um estímulo e uma resposta é uma razăo para se comemorar. Perguntas como : Qual o processo que ocorre na transformaçăo de um estímulo sensorial em uma resposta neuronal já estăo sendo mais aprofundadas em estudo e pesquisas pela comunidade científica. Outro motivo é sobre a importância de se estender a visăo na análise do comportamento a năo apenas os fatores biológicos, mas também os fatores ambientais e por isso merece consideraçăo uma cięncia que se propőe a minimizar esta grande controvérsia: hereditariedade X meio ambiente. Todavia, a expressăo neurocięncia da mente talvez năo seria ainda apropriada. Para ser uma cięncia, a “neurocięncia da mente” deve ter um objeto específico de estudo e que aqui, no caso, năo é a mente e sim o cérebro. Estuda-se o cérebro para se chegar a mente porque năo existe estados mentais sem levar em consideraçăo a atividade cerebral, porém os eventos mentais năo săo os estados cerebrais. Eventos mentais săo propriedades dinâmicas emergentes dos estados cerebrais e estăo interligados na geraçăo dos processos cerebrais. A mente emerge do cérebro e volta a atuar nos circuitos neuronais. Por isso é preciso ter cautela uma vez que a análise de um micro dado năo é suficiente para entender um sistema. Provavelmente a melhor expressăo a ser usada ainda é “neurocięncia do cérebro”, uma vez que este, o cérebro, é o objeto específico e observável dentro desta área e é a partir da sua atividade que săo feitas inferęncias a respeito da mente e seu funcionamento. A preocupaçăo está nessas inferęncias que faz um cientista quando năo se pode medir um objeto de estudo de forma direta. A única medida que se tem para a mente săo os comportamentos verbais e outros comportamentos de comunicaçăo pessoal. Toda cięncia, uma vez ou outra, busca a causa do processo que se realiza no interior das coisas que săo seu objeto de estudo. Algumas vezes a tática foi útil, outra năo. Năo há nada errado em uma explicaçăo interior, como tal, mas os eventos que se localizam no interior de um sistema tendem a ser difíceis de observar. Por esta razăo é fácil conferir-lhes propriedades sem justificaçăo. Pior ainda, é possível inventar-se causa desta espécie sem medo de contradiçăo (Skinner, 1953). O surgimento de uma cięncia sempre traz expectativas no avanço da cięncia em geral, por isso deve ser tratado e manipulada com cautela. A neurocięncia da mente ainda está se reafirmando com os seus achados empíricos. Cabe salientar a importância da interdiciplinariedade entre as cięncias biológicas e as cięncias psicológicas para acrescentar benefícios para a cięncia como um todo. Năo basta estudar o cérebro de forma anatômica e fisiológica apenas. Há também que se considerar a plasticidade deste pois nenhum ser nasce pronto, nasce com o potencial para se desenvolver com a experięncia. O cérebro está em constante mudança e é uma “máquina” ainda pouco aprofundada em todos os seus mistérios por isso uma cięncia que se propőem a estudar a mente com base no estudo do cérebro deve também estar em constante desenvolvimento. Questăo 2: A mente de qualquer espécie é uma coleçăo de sistemas específicos de aprendizagem para lidar com desafios particulares do meio. Novas funçőes adaptativas pedem desenvolvimento de novas áreas corticais. O cérebro trabalha mais rápido se há maior diversificaçăo dos neurônios, tanto em número quanto em funcionalidade, porém ainda năo está muito concreto como o cérebro constrói funçőes específicas a partir dos elementos neuronais. É importante compreender a organizaçăo neuronal ao longo das geraçőes para se compreender a evoluçăo funcional do cérebro como regulador adaptativo do organismo. Através da história filogenética as mutaçőes nos sistemas neuronais que săo bem sucedidas permanecem ao longo da escala evolutiva. Năo há como ignorar a teoria da evoluçăo e correr risco de ficar a margem da tendęncia atual do desenvolvimento científico. A maior parte dos genes que um indivíduo herda foi selecionado ao longo de muitas geraçőes porque promovem comportamentos que contribuem para o sucesso na interaçăo com o ambiente e na reproduçăo. Ŕqueles que buscam explicaçőes para o comportamento devem dar ęnfase ŕ origem do homem e de sua história. O estudo do comportamento focaliza mais do que um determinado instante, mas sim uma história biológica (que envolve a seleçăo natural de processos biológicas na espécie) e ontogenética (que envolve a seleçăo de comportamentos por consequęncias durante a história de cada indivíduo ou dos homens em geral). Darwin, e muitos outros biólogos desde entăo, reconheceram que o comportamento exerce um papel central na evoluçăo. A seleçăo ocorre porque os indivíduos interagem com o ambiente. Muito dessa interaçăo é comportamento (Baum, 1994). Questăo 3: A) O estudo do porquę os comportamentos acontecem, o que os origina é de longo tempo polęmico entre a comunidade científica. Para uma completa análise do comportamento deve ser considerada tanta a causa evolucionária, a que diz respeito a história filogenética quanto a causa proximal ou imediata, ŕquela que ocorre antes do comportamento se manifestar. Ambas as causas săo importantes dentro da história de um comportamento uma vez que o indivíduo age no meio de acordo com características biológicas e com as transformaçőes dessas características herdadas. A causa de um evento passado năo está presente em lugar algum, mas é toda uma história de eventos passados envolvendo tanto as causas proximais ou imediatas quanto as evolucionárias ou últimas. A determinaçăo múltipla do comportamento é importante ser considerada porque um evento ocorre devido ao somatório de duas ou mais interaçőes visando um efeito comum. Explicaçőes últimas săo explicaçőes históricas, já explicaçőes imediatas săo explicaçőes em termos de causas imediatas. Enquanto na física e na química as explicaçőes se baseiam em causas imediatas, as explicaçőes históricas se referem a efeitos cumulativos de muitos eventos ao longo de muito tempo. As mudanças produzidas em uma populaçăo como resultado de seleçăo pelas consequęncias năo podem ser localizadas em um momento específico. Tal como a filogęnese, a história de reforço se refere a muitos eventos do passado, e foram eles que, todos juntos produziram o comportamento presente (Baum, 1999). B) Quando se fala em provas empíricas da causaçăo múltipla do comportamento, a literatura já proporciona muitos achados para se provar o efeito da causa proximal e evolucionária sobre o comportamento. Cito como ótimo exemplo a questăo do período crítico e período sensível, no qual vem mostrando como é importante adequar a experięncia advida do meio no momento correto (causa proximal) com as propriedades anatômicas e funcionais do organismo (causa evolucionária) para a sensibilidade ŕ modificaçăo por esta experięncia. Bons programas de pesquisa que permitiriam abordar estas duas classes de pergunta seriam ŕqueles que tentassem verificar o quanto um indivíduo pode desempenhar uma tarefa, adquirir e manter um novo comportamento levando em consideraçăo sua competęncia biológica para tanto. Questăo 4: É fato que os genes năo agem isoladamente na aquisiçăo ou desenvolvimento de uma habilidade. Ou seja, para o desenvolvimento sensorial năo basta apenas a tarefa dos genes, mas a experięncia também trabalha na modelagem desse desenvolvimento. A experięncia modela a representaçăo ocular no córtex visual pois durante a história ontogenética, os mecanismo genéticos văo sendo modelados, assim as projeçőes aferentes do olho direito e esquerdo văo se estabilizando de uma forma idęntica no núcleo geniculado lateral no córtex visual guiando assim a visăo binocular. Se um olho é impedido de ter experięncia sensorial, seus nervos ópticos serăo bloqueados, prejudicando assim toda a cadeia neuronal da visăo até o córtex visual e em contrapartida o olho normal que continua recebendo estimulaçăo sensorial através da experienciaçăo com o meio se desenvolve melhor e ocupa uma larga porçăo neste córtex. Como consequęncia, o olho que recebeu experięncia para o seu desenvolvimento sensorial torna-se dominante e seus aferentes no núcleo geniculado lateral conduzem a representaçăo da visăo no córtex visual. De fato, há um período crítico para o desenvolvimento da visăo binocular. Este período é determinado pela experięncia apropriada para os olhos em determinado período de vida do sujeito, caso contrário o caminho neuronal da visăo năo mais terá a habilidade de processar a informaçăo de modo normal e, como resultado, a percepçăo e o comportamento ficam permanentemente irreparáveis. Ou seja, há um período para que o sujeito adquira a visăo binocular ou este poderá sofrer anomalias visuais futuras. O estrabismo é uma anormalidade dos olhos em que estes năo se fixam no mesmo objeto, năo há paralelismo dos eixos visuais. A forma mais comum do estrabismo ocorre em crianças com menos de 4 anos que tęm hipermetropia (dificuldade de ver o que está perto dos olhos). Para ver com nitidez, essas crianças muitas vezes forçam os olhos a convergir o que resulta no estrabismo. Para a correçăo de estrabismo existe o uso de óculos, o desenvolvimento do olho (s) desviado (s) e a prática de exercícios para que se apliquem regularmente os dois olhos ao mesmo tempo para ver um objeto (busca da sincronia entre os olhos). Como o estrabismo pode ser resultado de enfraquecimento dos músculos do olho por formaçăo de tecido cicatricial ou paralisia parcial dos músculos oculares, a busca do alinhamento dos eixos dos olhos pode ser induzida experimentalmente restaurando esses músculos enfraquecidos. A técnica da tamponagem de um dos olhos é contra-indicada porque ela fortalece a causa do estrabismo uma vez que estimulaçőes desiguais conduzem a uma visăo monocular. Para que haja desenvolvimento dos olhos ( ou do olho estrábico) há que se estimular a prática da visăo nos dois nervos ópticos de forma idęntica e sincrônica pois assim poderá ser reestabelecida a visăo binocular, porém de uma forma árdua e prolongada uma vez que o período crítico para esta visăo já ocorreu.  ˆ{‡9-9;=7 9 V#W#c#Ż)%+,0-/úóđúđëăëÝëÝëđúđëđëđ 5OJQJ5>*OJQJOJQJCJ CJOJQJ 5>*CJ ˆ“ P9z{‡9aA,-9,Ő4 5 V#W#c#X$ş'Ż)%+,0-úřđđđđđđđîîîîîîîîîîđđđđđěđě$dŕa$dŕ/ý0-/÷$dŕa$ &P °ƒ. °¤J!°ű"°ű#ű$ű%° i0@ń˙0 Normal_HmHsHtH6A@ň˙Ą6 Fonte parág. padrăoHB@ňH Corpo de texto$dŕa$ CJOJQJLP`L Corpo de texto 2$dŕa$ CJOJQJbC`b Recuo de corpo de texto$„ˆdŕ`„ˆa$ CJOJQJ+8˙˙˙˙ ˆ“P 9 z{‡9aA,-9,Ő45VWcX ş#Ż%%'(0)+˜0€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜0€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜0€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜0€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜0€€/0-//"ŕé4 I -6bj şĆô"LY&*`h‡Ż ť V!`!""•"Ł"đ"ü"p#z#$—$~(‰(?)I)Ď)Ř)Ž*œ*+¨Š’“Ą ľ ()˝ Ý **+{‰-;We+˙˙MEGEC:\Meus documentos\Meg\Mestrado\Desenvolvimento sensorial - prova.docMEGVC:\WINDOWS\TEMP\Salvamento de AutoRecuperaçăo de Desenvolvimento sensorial - prova.asdMEGVC:\WINDOWS\TEMP\Salvamento de AutoRecuperaçăo de Desenvolvimento sensorial - prova.asdMEGVC:\WINDOWS\TEMP\Salvamento de AutoRecuperaçăo de Desenvolvimento sensorial - prova.asdMEGEC:\Meus documentos\Meg\Mestrado\Desenvolvimento sensorial - prova.docMEGVC:\WINDOWS\TEMP\Salvamento de AutoRecuperaçăo de Desenvolvimento sensorial - prova.asdMEGEC:\Meus documentos\Meg\Mestrado\Desenvolvimento sensorial - prova.docMEGEC:\Meus documentos\Meg\Mestrado\Desenvolvimento sensorial - prova.docMEGEC:\Meus documentos\Meg\Mestrado\Desenvolvimento sensorial - prova.docClienteMC:\Documents and Settings\Meg\Meus documentos\Meg\meu site\word\sensorial.doc+˙@+@@˙˙Unknown˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙G‡z €˙Times New Roman5€Symbol3& ‡z €˙Arial"qˆđÄŠ)°ˆ*°ˆ:‚#K!đĽŔ´´€20›+2ƒđß˙˙Universidade de BrasíliaMEGClienteţ˙ŕ…ŸňůOhŤ‘+'łŮ0dˆ´ŔĚŘč ř  , 8DLT\äUniversidade de Brasília0nivMEGEGNormaliCliente4ieMicrosoft Word 9.0s@FĂ#@î.×ů‡Ä@4ňúů‡Ä:‚#ţ˙ŐÍ՜.“—+,ůŽ0 hp„Œ”œ ¤Ź´ź Ä éä Windows 98K›+ü Universidade de Brasília Título ţ˙˙˙ !"#$%ţ˙˙˙'()*+,-ţ˙˙˙/012345ţ˙˙˙ý˙˙˙8ţ˙˙˙ţ˙˙˙ţ˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙Root Entry˙˙˙˙˙˙˙˙ ŔF0Ť ú‡Ä:€1Table˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙WordDocument˙˙˙˙˙˙˙˙"8SummaryInformation(˙˙˙˙&DocumentSummaryInformation8˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙.CompObj˙˙˙˙oObjectPool˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙0Ť ú‡Ä0Ť ú‡Ä˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙ţ˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙ţ˙ ˙˙˙˙ ŔFDocumento do Microsoft Word MSWordDocWord.Document.8ô9˛q