ࡱ> SUR9 21bjbj%h2-l ,0 0 0 0 0 $ "0 0 W 0 0 0 $ 0@~  0XXCENTRO DE ENSINO UNIFICADO DE BRASLIA FACULDADE DE FILOSOFIA, CINCIAS E LETRAS DO DF CURSO: PSICOLOGIA (NOTURNO) DISCIPLINA: PSICOLOGIA ESCOLAR E PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM II PROFESSOR: KLEUTON 7 SEMESTRE/ 1999  ADRIANA MAIA 900546/1 ADRIANA PEPINO 955525/7 ANA PAULA 960580/1 RIKA MARIA 960591/0 MEG GOMES 960607/6 JUNHO,1999 DIFICULDADES NO RITMO DE APRENDIZAGEM O crescimento neurolgico, que sempre foi considerado fato esttico e irrevogvel, um processo dinmico e em constante transformao. A criana lesada tm um processo de crescimento neurolgico totalmente bloqueado. A criana retardada tem o processo bastante vagaroso. Na criana normal ele acontece num ritmo mdio, e na superdotada em grande velocidade. Entretanto, as crianas lesadas, normais e superdotadas no so trs tipos diferentes, mas, ao invs disso, uma espcie de continuum que vai desde a extrema organizao neurolgica provocada por leso grave, passando pela moderada desorganizao neurolgica causada por dano leve ou moderado, chegando quantidade normal de organizao neurolgica da criana sadia, at o seu mais alto grau demonstrado pela criana superdotada. possvel recomear o processo que fora bloqueado na criana normal e acelerar na criana retardada, Est bem claro que este processo de crescimento neurolgico pode ser acelerado tanto quanto retardado. preciso que no ambiente escolar, todos os profissionais e pais envolvidos no processo de educao de uma criana tenham esse tipo de conhecimento para que o ensino, e at mesmo o modo de lidar com essa crianas especiais (retardadas, lesadas, lentas na aprendizagem ou superdotadas), se modifique e para que elas possam se desenvolver dentro de suas limitaes. Retardamento Mental Tendo em vista a ininterrupta controvrsia a respeito da natureza da inteligncia, sua organizao, seu prognstico e sua suscetibilidade mudana, no surpreendente que a questo da definio do retardamento mental tambm se apresente polmica. A maioria dos autores concebia o retardamento mental (tambm rotulado de deficincia mental, debilidade, amncia e outros termos) como sendo um distrbio grave, incurvel, que dever ser cuidadosamente distinguido da perturbao emocional. Um desenvolvimento notvel e inovador ocorreu em 1959, com a publicao de uma definio de retardamento mental. Esta definio afirma que o retardamento mental refere-se ao funcionamento intelectual geral abaixo da mdia, que se origina durante o perodo de desenvolvimento e est associado a prejuzo no comportamento adaptativo (Heber, 1961, p.3). mais revolucionrios que esta declarao sucinta so as definies dos termos que a compem. Funcionamento intelectual geral abaixo da mdia deve ser considerado como a realizao, num teste reconhecido de inteligncia geral, situada ao mnimo de um desvio-padro abaixo da mdia da populao. Prejuzo no comportamento adaptativo visto como a ineficcia do indivduo na adaptao as demandas do ambiente e considerado a partir de um critrio evolutivo. Pode ser refletido, nos dois primeiros anos de vida e na infncia inicial, principalmente pela deteriorizao maturacional manifestada no desenvolvimento retardado do comportamento sensrio-motor, das habilidades de auto-ajuda e da linguagem. Durante os anos escolares, a principal rea atingida a da aprendizagem das habilidades que so de importncia capital no meio escolar. No nvel adulto, o prejuzo em matria de adaptao, na capacidade de o indivduo manter-se economicamente e de satisfazer os padres da comunidade e conformar-se com eles. Nveis de retardamento ( Retardamento Mental Limtrofe (QI de Binet de 68 a 83) ( muitos indivduos, e sobretudo adultos, cujos QIs se encontram dentro desses limites, no so apropriadamente designados como retardados; to somente quando h provas de danos no comportamento adaptativo, com o alcance de um desvio padro ou mais, que deve ser aplicado o diagnstico de retardamento limtrofe (Heber, 1962). ( Retardamento Mental Leve (QI de Binet de 52 a 67) ( retardamentos leves representam 90% dos que esto neste nvel e em todos os nveis inferiores. Os adultos so, provavelmente, capazes de manter-se em trabalhos no especializados, mas necessitaro, com freqncia, de superviso no manejo de seus assuntos sociais e financeiros. ( Retardamento Mental Grave ou Severo (QI de Binet de 20 a 35) ( cerca de 35% dos que so moderadamente ou mais retardados esto representados neste grupo. Muitos adultos e crianas nesta condio so institucionalizados, embora alguns permanecem no meio familiar; em geral, requerem superviso constante. ( Retardamento Mental Profundo (QI de Binet abaixo de 20) ( somente cerca de 1,5% da populao levemente ou mais retardada esto includos neste grupo. Estes indivduos requerem uma superviso total, pois geralmente so incapazes de se proteger ou se cuidar. Etiologia O retardamento de algumas crianas o resultado de alelos genticos patolgicos (dominantes nicos, ou recessivos pareados); outras padecem claramente de erros na caracterizao cromossmica; ainda outras crianas sofrem presumivelmente de uma seleo desafortunada entre centenas, talvez milhares, de pares de genes, que, isoladamente, no chegariam a produzir uma deficincia perceptvel. Outros retardados no apresentam qualquer distrbio herdado, mas foram vtimas de leso ou dano traumtico no crebro. Fatores Genticos Os fatores genticos que contribuem para o retardamento mental variam desde um nico par deletrio de genes at grandes anormalidades no complemento cromossmico e combinaes polignicas indefinveis. Ocorrem interaes entre os fatores genticos e ambientais, em todos os estgios cromossmicas so produzidas mesmo antes da concepo por fatores ambientais com a variao, infeces de vrus e produtos qumicos. Leso Cerebral Aceita-se geralmente que, dentre as crianas retardadas que apresentam alguma leso cerebral importante, a maioria sofreu o dano durante o perodo pr-natal, um grupo adicional menor sofreu os defeitos de um parto penoso e um grupo menor teve o dano durante a puercia. Muitas vezes o momento da agresso, mais que sua natureza precisa, determina o tipo de mau desenvolvimento embora a maioria dos agentes de dano tenham tambm efeitos biolgicos especficos que podem produzir deformaes caractersticas. Foram identificados numerosos agentes de dano no perodo pr-natal, encontrando-se entre eles: ampla variedade de deficincias nutricionais maternas; infeces por vrus, tais como a rubola, doena de incluso citomegalcia e, possivelmente com menor freqncia; influenza; infeco bacteriana pela sfilis congnita; toxoplasmose fngica; sensibilizao materna ao tipo sangneo Rh+; hipertenso materna; diabete materno; anorexia; uma variedade de drogas; radiao; um complexo de fatores at agora no completamente compreendidas, relacionadas com classe social e origem dos pais; idade da me; idade do pai; paridade e emoes da me. Tambm se sabe que condies de tenso em torno do processo de nascimento levam ao dano cerebral. A prematuridade (peso baixo de nascimento) foi muito estudada, mas raramente com controles adequados para o fator classe social. Existe os fatores envolvidos figuram a anorexia neonatal, a hipoglicemia neonatal, a leso mecnica pela presso aumentada, o parto induzido ou plvico, a hipermaturidade e outros. Freqentemente, os sinais de sofrimento, medidos imediatamente aps o nascimento, so indicativos de leso cerebral. Danos durante o perodo da infncia so muito raros, sendo que os riscos ps-natais mais importantes consistem em: leses na cabea, desnutrio durante a puercia, tumores cerebrais, deformaes intra-craniana, toxinas especialmente chumbo e inseticidas, doenas demielizantes e infeces do crebro, inclusive com maior importncia a encefalite e, em menor extenso, a meningite. Superdotao Inteligncia a reunio das funes cognitivas, afetivas, scio-emocionais, fsicas e intuitivas de uma pessoa. Ela aperfeioada ou inibida pela interao entre o padro gentico dos indivduos e as oportunidades oferecidas pelo ambiente s suas vidas. Superdotao um conceito de fundo biolgico que serve como rtulo para um alto nvel de inteligncia e indica um desenvolvimento avanado e acelerado das funes do crebro. Superdotados so aqueles que desempenham ou demonstram poder de desempenhar em alto nvel e que, devido ao seu desenvolvimento avanado e acelerado, requerem servios ou atividades no oferecidas regularmente pelas escolas para que a sociedade possa assegurar o crescimento e no a perda de suas habilidades. Desenvolvimento de Talentos envolve o esforo deliberado e planejado em promover um ambiente que estimule o aprendizado e o desenvolvimento das crianas, tanto em casa como na escola, de tal maneira que todos os seus talentos e habilidades tenham oportunidade de atingirem seus nveis mximos. Esses conceitos de superdotao e desenvolvimento de talento constituem uma mudana nas formulaes anteriores devido necessidade de se levar em considerao dados agora disponveis pelo avano das neurocincias que modificam as pesquisas sobre inteligncia. Atravs de trabalhos atuais das neurocincias, agora tem-se uma viso diferente do desenvolvimento da inteligncia. Sabemos agora que assim como o crebro muda de maneira interativa e dinmica, a inteligncia tambm responde ao aperfeioamento do estmulo apropriado ou inibio de escassez de oportunidades, e que permanece dinmica em seu desenvolvimento durante toda a nossa vida. Dentro do ponto de vista interativo, impossvel se dizer o que mais importante, se so as habilidades herdadas ou as oportunidades oferecidas pelo ambiente para desenvolv-las. Restries de uma ou outra parte inibiriam altos nveis de habilidade intelectual. Como afirma Dobzansky (1964), O gentipo e o ambiente so igualmente importantes porque so indispensveis. No h organismo sem genes, e um gentipo pode agir apenas em um ambiente. Os genes no podem ser considerados como causadores de um atributo em particular, ao invs disso eles possuem uma variedade de efeitos em diferentes ambientes. Para compreender como alguns indivduos se tornam superdotados e outros no, precisa-se haver uma familiarizao com a estrutura e a funo do crebro humano. A maneira como usa-se esse sistema complexo crucial para o desenvolvimento da inteligncia e personalidade, e para a prpria qualidade de vida que experimentada quando se nasce. Argumenta-se que o conceito de superdotao ou talento no deveriam ser considerados somente como uma disposio individual, mas tambm como um potencial dinmico de excelentes desempenhos em domnios mais ou menos especficos. Em relao s reas acadmicas, parece questionvel distinguir entre inteligncia e criatividade ao se formular um conceito de superdotao ou talento. Por muitas razes, superdotao e talento podem ser vistos como um conceito hierrquico de habilidade diferencial e construo de criatividade. A superdotao pode se manifestar em muitas formas e em situaes inesperadas em estgios diferentes da vida. Nenhum programa de estilo nico, portanto, pode atender a todos necessidades de todos alunos superdotados. Alm disso, h sempre a possibilidade de se aperfeioar os resultados de uma aluo a partir de mudanas na educao. 'W9Oghvw   MZrstu01KLMpKZk#x#z#0121ԺԳԮOJQJ 5B* ph CJOJQJ>*CJ jCJ B* ph6CJCJ CJOJQJ KHOJQJCJj5CJUmHnHuOJQJ5CJ@'Wudhd$a$21 %9Ocdefghijkvw& $ dha$$a$$a$$a$$a$    YZrsIJ~$a$$da$ $ dha$FGHIJKZ[h#j#k#x#y#z#|$-%'*v,-/H0)1,1$dha$$a$ $ dha$,10121$a$#0&P/ I!n"n#n$n% i0@0 Normal_HmHsHtHF@F Ttulo 1$<@&5CJKHOJQJH`H Ttulo 2$$dh@&a$5B*CJOJQJB`B Ttulo 3$$@&a$5>*CJOJQJF`F Ttulo 4$$ dh@&a$5CJN`N Ttulo 5$$ dh@&a$5CJOJQJN`N Ttulo 6$$ dh@&a$>*CJOJQJT`T Ttulo 7$$ d@&a$56B* CJOJQJ>`> Ttulo 8$$@&a$ 5>*B* CJ6A@6 Fonte parg. padroHH meg$dha$6KHOJQJmHsHu@B`@ Corpo de texto$a$ 5B*CJ$LP`L Corpo de texto 2$ dha$CJ2-h'Wu %9Ocdefghijkvw& YZrsIJ~FGHIJKZ[hjkxyz| -!#&v()+H,)-,-0-4-''''''''''''''''''''''''''''''''''''99999999999h9wwwww(98ZZZZZZZZZ8HXGGGGGxgggggggggggggg21-,121.012321/8@( > t   6PW>1  ?DIFICULDADES NO RITMO DE APRENDIZAGEMArial Black5HY?fH"B S  ?2-&t4-';P] - b $$0(:(((%)+))*,,4-'w(4-MEG?C:\WINDOWS\TEMP\Salvamento de AutoRecuperao de Documento1.asdMEG:C:\Psicologia 7 semestre\PEPA - ritmo de aprendizagem.docMEGQC:\WINDOWS\TEMP\Salvamento de AutoRecuperao de PEPA - ritmo de aprendizagem.asdMEG:C:\Psicologia 7 semestre\PEPA - ritmo de aprendizagem.docMEG:C:\Psicologia 7 semestre\PEPA - ritmo de aprendizagem.docMEG:C:\Psicologia 7 semestre\PEPA - ritmo de aprendizagem.docClienteUC:\Documents and Settings\Meg\Meus documentos\Meg\meu site\word\ritmoaprendizagem.doc4-@w,2-@UnknownGz Times New Roman5Symbol3& z ArialCFComic Sans MS9VBroadway_V Tempus Sans ITCCourier New"WWk\6D%O!20d-F2&CENTRO DE ENSINO UNIFICADO DE BRASLIAMEGClienteOh+'0  4 @ L Xdlt|'CENTRO DE ENSINO UNIFICADO DE BRASLIA ENTMEGEGNormalDCliente2ieMicrosoft Word 9.0I@F#@"MJ@j8@j8D%՜.+,0 hp   Windows 98O- 'CENTRO DE ENSINO UNIFICADO DE BRASLIA Ttulo  !"#$%&'()*+,-./012346789:;<=>?@ACDEFGHIKLMNOPQTRoot Entry F0uV1Table5XWordDocument%hSummaryInformation(BDocumentSummaryInformation8JCompObjoObjectPool0u0u  FDocumento do Microsoft Word MSWordDocWord.Document.89q