ࡱ> -.,ܥhc eMJWMGVjVjjVjVjVjVjV~V~V~V~V~V~V V~VVJVVVVVVVVVVVVVVVWXZW<VjVV&'VVVVVVjVjVVVVVVVjVVjVVVn~V~VjVjVjVjVVVVVCENTRO DE ENSINO UNIFICADO DE BRASLIA FACULDADE DE FILOSOFIA, CINCIAS E LETRAS DO DF CURSO: PSICOLOGIA (NOTURNO) DISCIPLINA: PSICOLOGIA SOCIAL II PROFESSORA: MARIA DA GLORIA RSIO TORRES 6 SEMESTRE/ 1998 SOLUO DE PROBLEMAS EM GRUPO ADRIANA MAIA 900546/1 ADRIANA PEPINO 955525/7 ANA PAULA 960580/1 ERIKA MARIA BRAGA 960591/0 EVERTON DE SOUZA 960592/3 MEG GOMES 960607/6 OUTUBRO,1998 Existem vrios autores que pormenorizam os resultados de pesquisar e as teorias sobre o modo como as pessoas se comportam quando se renem em grupos. Descobertas importantes foram escritas sobre a forma como os grupos funcionam. Esses estudos foram de dois tipos: primeiramente, investigaram como o grupo opera, assim como os eventos que ocorrem quando um pequeno grupo de pessoas se rene, principalmente para discutir um assunto ou resolver um problema. Esses estudos podem ser obtidos nos textos de Psicologia Social, como os de Sargent e Williamson (1966), Newcomb e outros (1965), Secord e Backman (1964), McDavid e Harari (1968), Jones e Gerard (1967) e outros. Estas teorias falam muito sobre o porque certas coisas acontecem quando grupos se renem e no concordam com determinado assunto, mas no dizem como solucionar estes problemas. Outro modo como dirigir esses grupos. O problema dessas teorias que elas no foram teorizadas e s por uma fatalidade que chegaram a determinada soluo, sem explicar o porque desse mtodo, sem teoriz-las. Depois apareceu o mtodo que d resultado de experimentos onde grupos reais empregam tticas diferentes. Esses trabalhos foram feitos primeiro por Blake e seus colaboradores (1964) limitando-se unicamente soluo de conflito. Aps Blake, apareceu Maier e seus colaboradores, sendo que o principal foi Richard Hoffman (1965). Maier testou novos modos para solucionar criativamente os problemas em grupo. Hoffman criticava a falta de coordenao entre os diferentes tipos de pesquisa realizada na rea da soluo dos problemas em grupo, ele dizia que o experimentador tpico realizava um ou dois estudos sobre uma nica faceta do tpico com um problema que ningum mais usou, apresentando resultados sugestivos, mas sem concluso. O sculo XX foi o sculo das descobertas para a cincia social. Uma dessas descobertas mais decisivas aconteceu com Sherif e seus colaboradores (1961). Pela primeira vez o conflito entre grupos humanos foi experimentalmente investigado e foram tentadas solues possveis para situaes artificialmente criadas. Tambm foi descoberto em um experimento que determinadas formas para solucionar conflitos sociais no deram resultados desejados, ao passo que outras solues chegariam a esses resultados. Essa constatao abriu espao para o estudo adicional do conflito trilhado por Blake e Mouton (1962). CONFLITO DE PERDE- GANHA Conflito de perda e ganha uma situao tensa em que dois ou mais grupos competem entre si para ganhar vantagem sobre o outro. Sherif retratou isso colocando dois grupos em acampamentos de vero com as mesmas idades, educao, etc., manteve esses grupos afastados por um certo tempo e depois colocou-os em competio. Nessas competies que envolviam atividades diferentes, Sherif deu um jeito para o grupo A sempre ganhar, fazendo com que o grupo B se sentissem frustrados e com isso, desse vazo a antagonismos, culminando com o conflito aberto quando srios danos ocorreram com os membros dos grupos e os seus bens. Todos os participantes no se conheciam e antes desse conflito eles estavam tornando-se companheiros, entretanto, pelas circunstncias tornaram-se inimigos. Quando Sherif conseguiu esse conflito, ele tentou resolv-lo com duas solues: a primeira foi colocar os dois grupos em atividades agradveis, s que no deu resultado pelo fato deles comearem a concorrer novamente e os nimos se acirrarem; a segunda foi o estabelecimento de uma meta superordenada ajudando a resolver o conflito. Esta meta foi fazer com que os grupos trabalhassem juntos em algo que s com a unio eles conseguiriam. Sherif, ento, cortou o abastecimento de gua, e quando os grupos perceberam que estavam sem gua para beber, para cozinhar, e para lavar comearam a tentar resolver sozinhos quando viram que s com a ajuda do outro grupo que a gua voltaria, ento, se uniram e resolveram este problema, com isso os nimos amenizaram, s ficaram totalmente tranqilizados quando foram feitas outras experincias iguais a da gua dando o resultando esperado. Mesmo com essa concluso, existem duas objees a serem expostas: a primeira porque muito difcil conseguir uma meta superordenada para cada caso, at mesmo porque as partes podem estar com tanta raiva uma da outra, que prefiram ficar sem gua a ajudarem uns aos outros; a outra seria, que a meta pode ser modificada para o grupo se unir e ir surrar o outro, invs de ajudar-se. Grupos que ferozmente se digladiam podem unir-se para um conflito ainda maior com um grupo mais numeroso. Quer dizer, os pequenos conflitos so ignorados porque h um conflito de maiores propores a enfrentar. Isto ocorre em uma guerra, quando os partidos polticos antagnicos se unem para enfrentar o inimigo. Blake e Mouton (1962) conduziram uma srie de experimentos em torno de um conflito entre grupos de supervisores, a fim de estudarem o que acontece entre grupos conflitantes. Mas indicaram as descobertas e a tecnologia necessria para dirigir uma reunio em que o conflito no pode sequer comear. Quando os grupos esto abertamente competindo numa situao de perde-ganha, em que a possibilidade de resolver divergncias por concesses mtuas est inteiramente excluda, ento cada grupo ser propenso de um modo estranho, a supervalorizar sua prpria posio e a subestimar a de seu oponente. Isto um fenmeno frequentemente observado em eleies. Outro conjunto de descobertas refere-se coeso do grupo no contexto de conflitos. Quando um grupo est ameaado, seus membros tendem a sentir-se mais prximos uns dos outros tendo como algumas causas: - presso social: os membros de um grupo que no pensam como os outros so virtualmente compelidos a acompanharem a maioria; - outro fator: as pessoas em estado de ansiedade querem unir-se a outras pessoas, ou seja, elas desejam estar com pessoas que estejam passando pelo mesmo transe; - apurou-se tambm que os grupos com destino comum demonstravam elevada influncia mtua. A consolidao da posio do lder: um interessante cardpio que o lder do grupo antagnico parece exercer um poder quase mstico sobre os membros do seu grupo e que esse poder deriva no tanto da sua capacidade inata quanto da oposio que estamos criando ao seu grupo. A ameaa que eles sentem une-os solidariamente, atrs de seu lder. Outra conseqncia a existncia de distores de percepo. Isso explica por que dois grupos em conflito lem os mesmos eventos de maneiras inteiramente diversas, Alm disso, h uma grande tendncia para enfatizar as diferenas de opinio entre os dois grupos, enquanto que so esquecidos os muitos pontos que podem ter em comum. Dinmica heri-traidor: um membro de um grupo que se atreva sequer a sugerir a possibilidade de haver algo de valor na posio do outro ser considerando traidor pelo resto dos membros, no passo que quem puder demolir os adversrios converte-se em heri. Infelizmente o que o heri faz exatamente o oposto do que se requer para solucionar o conflito. Concluso: planejar solues para conflitos muito mais fcil, em primeiro lugar, evitar o conflito. Essa afirmao deve ser levada em conta pelo lder de qualquer grupo de soluo de problemas. REDES DE COMUNICAO Comunicaes adequadas so uma precondio necessria para a soluo bem sucedida do problema em grupo. Leavitt testou o modo pelo qual grupos e indivduos reagiram quando as comunicaes entre os membros eram restringidos de vrias maneiras. Diz Shaw (1964): O livre fluxo de informao entre vrios membros de um grupo determina, em grande medida, a eficincia do grupo e a satisfao de seus membros. Segue figuras usadas nos experimentos, onde os pequenos crculos representam pessoas e as linhas que os unem representam os canais permitidos de comunicao:  YXEsse grupo cometia o maior nmero de erros, e que ao medir a satisfao nos primeiros quatro arranjos, eram os que mostravam maior satisfaoEsse grupo mostrava o menor nmero de erros e tinha o segundo lugar em satisfao o membro situado na juno dos trs linhas do Y. Os indivduos desse grupo eram menos satisfeitos, exceto o membro do centro, que tinha a maior satisfao de todos independentes da rede de comunicao. Isso prova que a pessoa que sente mais satisfao em resolver um problema que envolve todos os quatro subordinados ser, provavelmente, o supervisor. A maior satisfao ser sentida pelos componentes do arranjo Comcon, no qual cada membro sente-se como se fosse o centro de um volante. INTERAO - Como aplicao imediata dessa descoberta, o supervisor, lder do grupo, deve realizar o mximo esforo para criar tanta comunicao quanto possvel entre os membros do grupo. A satisfao ser mxima quando cada um estiver inteiratuando com todos os demais, tal como ocorre no Comcon. Num grupo em que foi apenas instrudo a usar certo alimento, quanto a outro em que foi permitido discutirem a instruo, a que parece, o maior xito foi obtido, onde foi estimulado uma orientao mais ativa entre os grupos de discurso. Isso levou Abelson (1959) a afirmar: Nenhuma pessoa normal feliz numa situao que ela no possa controlar, em certa medida. A maneira como uma deciso tomada constitui parte importante do processo total do grupo: Duas dimenses diferentes parecem ser importantes na avaliao da eficcia potencial de uma deciso. Uma delas a qualidade objetiva ou impessoal da deciso; a outra relaciona-se com a sua aceitao ou o modo como as pessoas que devem executar a deciso sentem a respeito dela. A no diferenciao leva a complicaes na discusso, porque uma pessoa pode descrever a qualidade da deciso, outra para descrever sua aceitabilidade e uma terceira poder estar pensando em termos do resultado final, que depende de ambas. ARRANJO FSICO - Usando comunicaes liberais e problemas de construo de palavras e frases (com considervel rudo interferente), demonstraram que o membro mais centralmente localizado de um grupo o mais susceptvel de se destacar como seu lder. A comunicao entre indivduos tende a ser mxima quando eles esto sentados em frente um do outro, e mnima quando esto ao lado um do outro. Portanto, o perfeito arranjo fsico para deter a comunicao mxima entre todos os indivduos, e para minimizar o surgimento de um que tente arvorar-se em lder, sentar todos os membros numa mesa to redonda quanto possvel. DIFERENAS INDIVIDUAIS ENTRE MEMBROS DO GRUPO As diferenas individuais entre membros do grupo so as variveis do comportamento, determinantes na soluo de problemas em grupo. Guilford (1967) oferece um modelo operacional para a soluo de problemas em geral. Este modelo reflete a convivncia de que a soluo do problema quase to ampla quanto o prprio comportamento. De acordo com o referido modelo, uma pessoa recebe uma dada entrada (imput) e filtra-a enquanto sua ateno excitada. Tambm se apia em sua armazenagem de memria para informaes importantes, avalia o material e poder produzir uma soluo. Contudo, depois de receber mais uma entrada ou uma informao oriunda da armazenagem da memria, poder resultar uma cognio, isto, a pessoa entende e estrutura o problema, aps o que usa sua produo divergente para gerar respostas. Estas so ento avaliadas, devolvidas armazenagem da memria, etc., at ser dada uma soluo final ao problema. claro, todo o processo ser limitado pelo nvel de capacidade do indivduo em sua rea mais fraca. Quando as pessoas se renem para discutir em grupo, ser muito provvel que nele esteja representada grande variedade de aptides. Portanto, um habilidoso lder de grupo, conhecendo a disposio dos membros de seu grupo tira a mxima vantagem dessas diferenas e canaliza a discusso em pontos apropriados para as pessoas que possuem as aptides requeridas nessa fase da soluo do problema. Um estudo feito por Dunnette, Campbell e Jaastad, levou esses autores a concluir que a participao em grupo inibe a produo de idias, o que no ocorre na ao individual. Este estudo corrosor a afirmao do autor de que quando uma s aptido est envolvida o que apresentam escores elevados nessa aptido devem ser consultados individualmente. Isto mais eficaz do que recorrer a uma soluo em grupo envolvendo indivduos normalmente distribudos ao longo dessa dimenso. Solucionar problemas em grupo no , simplesmente, uma questo de criar uma rede Comcon, em que cada um se defronta e conversa com todos os demais, pelo contrrio, para que seja eficaz, a discusso deve ser canalizada de modo adequado. Existem fases, como a de produo divergente (quando o grupo est procurando solues possveis) ou que algumas pessoas possuem grande capacidade e gostam de us-la. Outras, que no possuem essa aptido sentem-se contrafeitas e deslocadas, se lhes pedirem para contribuem com uma nova idia. Contudo, durante a fase de avaliao, os que se mantiveram silenciosos podem ser chamados a colaborar. Cada um se sente feliz porque participar na rea em que se considera mais forte. A REA DA LIBERDADE Este conceito foi diretamente tomado de Maier (1963), que afirma: A soluo de problemas s bem sucedida se a soluo a que se chegou puder ser posta em prtica. Maier tambm assinalou que as tentativas para fixar responsabilidades e/ou corrigir erros passados so impraticveis e, portanto, s servem para dificultar o processo de soluo do problema. As idias de aperfeioamento so frequentemente expressas na forma de aes que outros deveriam empreender. A abordagem para a soluo de problemas deve incorporar uma atitude que aceite o passado e enfrente o problema do que preciso fazer para atingir objetivos presentes. A verdadeira soluo de problemas s pode comear depois que essa condio adversa tiver sido corrigida. PROCEDIMENTOS INICIAIS PARA A SOLUO DE PROBLEMAS EM GRUPO ( Limitao do tempo para resolver um problema Acontece muitas vezes que se renem grupos para resolver um problema e depois deixam a reunio num estado de frustrao, porque se discute muito e nso se chega a concluso alguma. O fracasso pode ter sido causado por se ter dedicado tempo demais a questes triviais. O trabalho expande-se para preencher o tempo disponvel. (Lei de Parkinson - 1957). ( Definio do problema O pr-requisito bsico para uma boa soluo de problemas em grupo saber que problema se quer solucionar. Mackwort (1965) tem sua tese baseada na seguinte proposio: Nesta era de computadores, existem muito mais facilidades para a soluo de problemas do que para descobrir os problemas que os computadores no resolvem. Assim como para Maier (1963) os autores defendem a tese que a localizao do problema essencial para se chegar a uma soluo, pois para resolver o problema errado prova ser dispendioso, em geral embaraoso para muitas pessoas e , alm disso, pode gerar um conflito. Para se identificar um problema, segundo Maier, necessrio se dedicar tempo considervel explorao, escolha e isolamento de um ponto de partida. Para desenvolver essas aptides, necessrio suprimir o interesse em solues e desenvolver um maior interesse na explorao do problema. Maier coloca a possibilidade de classificar a localizao ou fonte de um problema como: a situao, um indivduo, um grupo de indivduos. Quando se localiza o problema em algum indivduo devido frustrao que faz as pessoas procurarem algum a quem culpar. Portanto, o perigo reside no fato de a agresso, ou qualquer outra ao corretiva para um problema, pode ser dirigida para o ponto onde a causa percebida, quando a causa real pode estar numa rea inteiramente diferente. Estudos como os de Freedman e Doob (1968) e Stricker (1963) indicam que, quando as pessoas so frustradas, elas tendem a ser mais agressivas em relao a outras. Existem muitas maneiras pelos quais as pessoas podem expressar sua agresso tais como: ressentimento, suspeita, verbal, agresso e indireta. A forma mais comum de agresso a verbal. Somos propensos a culpar uma pessoa, e no a aceitar, to-somente, a noo de que a causa reside numa dada situao e no, necessariamente, numa outra pessoa. E tambm nos esquecemos que ns prprios fazemos parte da situao e, por conseguinte, podemos ser parcialmente responsveis pela nossa frustrao. Maier estudou como localizar um problema e como apresent-lo ao grupo e concluiu que quando no se localiza o problema certo a probabilidade de obter uma melhoria voluntria, por parte das pessoas envolvidas, seria bastante reduzida. Brehm mostrou que deve-se evitar a reatncia em um grupo pois, quando a liberdade de uma pessoa ameaada de certa maneira, esta tende a recuper-la empenhando-se em uma atividade proibida ou, ento everedando por um comportamento ainda mais censurvel. bvio, portanto que se desejarmos obter a cooperao de um grupo para se conseguir uma soluo de boa qualidade para determinado problema., no devemos causar reatncia. Qualquer localizao do problema que fixe a culpabilidade em outrem, por muito bem que seja apresentada, suscetvel a causar reatncia. APRESENTAO DO PROBLEMA AO GRUPO Maier estabelece princpios orientadores, teis para assegurar a melhor participao possvel, assim como o melhor pensamento positivo para que se encomtrem solues de alta qualidade. So alguns deles: Usar enunciados do problema que sejam mais situacionais que comportamentais; Enunciar o problema de tal modo que estimule a liberdade de pensamento; O enunciado do problema deve incorporar interesses mtuos; O enunciado do problema deve especificar um objetivo; O enunciado do problema deve ser breve Repartir informaes essenciais Dar garantias .Annnn . $W(  !K#L#P#S#U###%%%--88;C;D;E;s;<<<H$HMJJu ]^bcJ]^bc UV]bc]bccH uDa UV]c]c UV]c4cUc%'Wt0Fa|,G   !.X+2 !!""J#K#M#N#O#P#R#T#U#l i >&hhhh"U##g$%%%%#&N'#+----J.1V3658888~99:;;C;D;s;t;+<<<<<<J?m@hhl i >&h&m@@BCDFGHH$H%HH=IIIIJ=JKJLJMJh" h 4.hhK@Normala"A@"Default Paragraph FontMGMJJ&U#m@MJ'()*MGK MGmJ@JTimes New Roman Symbol "ArialCentury Schoolbook"hQQ!)P :}<SOLUO DE PROBLEMAS EM GRUPOAcerCliente  !"#$%&'()*+08Root Entry Fn/WordDocumentWCompObjjSummaryInformation(  FMicrosoft Word Document MSWordDocWord.Document.89qOh+'0  ( P \ h tSOLUO DE PROBLEMAS EM GRUPOdAcerwnddNormalCliente2Microsoft Word for Windows 95.DocumentSummaryInformation8   FDocumento do Microsoft Word MSWordDocWord.Document.89q t} SOLUO DE PROBLEMAS EM GRUPO@@ g׽@Ƥ@ƤP :՜.+,0@HT\ dl t t} SOLUO DE PROBLEMAS EM GRUPO