ࡱ; 6(  !"#$%&'*+,-./0123456789:;<=>?@ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ[\]^_`abcdefghijklmnopqrstuvwxyz{|}~Root Entry   FMicrosoft Word-Dokument MSWordDocWord.Document.89qDyK yK Bhttp://www.pol.org.br/legislacaoDyK yK .http://www.temq [ffPadrodh$a$1$*$A$/B*OJQJCJmHsHPJnH^JaJ_HtH``Ttulo 1:@& & F & Fd$a$^]`$5llTtulo 3E@& & F & Fd$a$ 7$^]`$6\\Ttulo 4:@& & F & Fd$a$^]`$``Ttulo 5:@& & F & Fd$a$^]`$6``Ttulo 6:@& & F & Fd$a$^]`$>*\\Ttulo 7:@& & F & Fd$a$^]`$\\Ttulo 8+@& & F & F^]`CJ5aJ\\ \Ttulo 9+ @& & F & F^]`CJ5aJ\BA@BAbsatz-Standardschriftart** WW8Num2z0OJQJ.. WW8Num2z1 OJQJ^J** WW8Num2z3OJQJ.!. WW8Num3z0 OJQJCJ.1. WW8Num3z1 OJQJCJ*A* WW8Num3z3OJQJ*Q* WW8Num4z0OJQJ*a* WW8Num5z0OJQJ2q2 WW8Num8z0OJQJPJ^J** WW8Num8z1OJQJ** WW8Num8z3OJQJ** WW8Num9z0OJQJ.. 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Conceito de Psicologia 2. Psicologia cientfica x Psicologia do senso comum 3. Comportamento, relaes funcionais e meio ambiente 4. O modelo atual biopsicossocial do homem x modelo biomdico 5. Psiclogos e Psiquiatras 6. O estudo de animais para entender o homem 7. Subjetividade 8. Atribuies e reas de atuao 9. A Psicologia e as prticas no psicolgicas 10. tica na Psicologia 11. Perfil atual dos psiclogos 1. Conceito de Psicologia  Psicologia a cincia que estuda o comportamento humano, as interaes dos organismos com o seu ambiente. Dependendo do enfoque e conhecimento de homem que est sendo utilizado a psicologia pode ter vrios conceitos, dentre eles: cincia que estuda os seres humanos e seus processos psquicos. Todorov (1999) definiu a psicologia como sendo a cincia que estuda a mente e o comportamento. Para que a definio seja inteligvel, necessrio saber o que mente e o que comportamento. O conceito  cincia que estuda o comportamento humano pode ser completo se entendermos e buscarmos nos aprofundar nos conceitos de cincia, comportamento e homem. Se soubermos descrever o que cincia, o que comportamento humano e quem esse homem estudado pela psicologia (caso mais complexo, mais filosfico) estaremos entendo o conceito de psicologia aqui apresentado. 2. Psicologia cientfica x Psicologia do senso comum O tipo de conhecimento que vamos acumulando no nosso cotidiano chamado de senso comum. Exs: a dona de casa, quando usa a garrafa trmica para manter o caf quente, sabe por quanto tempo ele permanecer razoavelmente quente, sem fazer nenhum clculo complicado e, muitas vezes, desconhecendo completamente as leis da termodinmica. a professora sabe que se recompensar a boa disciplina do aluno do curso primrio com uma estrelinha no caderno, pode aumentar o comportamento desse aluno ser obediente na sala de aula. a mesma recompensa da letra  b pode servir de exemplo para os outros alunos. a namorada sabe que se marcou um encontro com o namorado para s 20h e ele chegou s 21h, pode ficar de cara fechada com inteno de pun-lo por t-la feito esperar. Na letra  a a pessoa sem saber sobre Fsica sabe conseguir o efeito esperado no ambiente. Nas letras  b ,  c",  d , as pessoas agiram com inteno de modificar o comportamento de algum, mas sem saber de leis ou teorias da psicologia. O conhecimento do senso comum intuitivo, espontneo, de tentativas e erros. um conhecimento importante porque sem ele a nossa vida no dia-a-dia seria muito complicada. O senso comum percorre um caminho que vai do hbito tradio, que passa de gerao para gerao. Integra de um modo o conhecimento humano. A utilizao de termos como  rapaz complexado ,  mulher louca ,  menino hiperativo expressa a comunicao do senso comum acerca do comportamento humano, que muitas vezes no ocorre de maneira cientfica. Os termos podem at ser da psicologia cientfica, mas so usados sem a preocupao de definir as palavras. Cincia um conjunto de conhecimentos sobre fatos ou aspectos da realidade obtidos por meio de metodologia cientfica. Quando buscamos definir, descrever e prever comportamentos estamos fazendo cincia. O cientista do comportamento (da psicologia) no fica satisfeito com conceitos generalizados e rotulados (complexado, louco,  nasceu assim ) sem compromisso e apenas baseados em  achismos e observaes superficiais. Ele quer observaes sistematizadas, conhecimento metodolgico, experimentado, testado, comprovado. Ex:  mulher louca , o que loucura? Quais os sintomas? Que tipo de loucura? Quando fazemos cincia, baseamo-nos na realidade cotidiana e pensamos sobre ela. Quando bem utilizada, a cincia permite que o saber seja transmitido, verificado, utilizado e desenvolvido. Skinner, no livro Cincia e comportamento humano, diz que cincia uma disposio de tratar com os fatos, de preferncia, e no com o que se possa ser dito sobre eles. Aceitar os fatos, mesmo quando eles so opostos aos desejos. Ento, por que a psicologia cincia? O psiclogo contribui para a produo do conhecimento cientfico da psicologia atravs da: observao, descrio e anlise dos processos comportamentais. Algumas caractersticas que descrevem a psicologia como cincia so: Objeto especfico de estudo = homem (no sentido mais amplo). Entretanto, preciso saber que a concepo de homem que o profissional traz consigo mesmo  contamina inevitavelmente a sua pesquisa em psicologia. Linguagem precisa e rigorosa = no utiliza termos do senso comum sem preocupao conceitual. Mtodos e tcnicas especficas = entrevistas estruturais, testes, tcnicas de terapia, dentre outras, obtidas de maneiras programadas, sistemticas e controladas, para que se permita a verificao da validade da cincia e permitindo a reproduo da experincia. Processo cumulativo do conhecimento = Um novo conhecimento produzido sempre a partir de algo anteriormente desenvolvido. Negam-se, reafirmam-se, descobrem-se novos aspectos, e assim a cincia avana. Objetividade = possibilidade de verificao com o mximo de iseno de emoo possvel. 3. Comportamento, relaes funcionais e meio ambiente Comportamento: Aes  evento pblico Pensamentos  evento privado Sentimentos  evento privado Eventos pblicos (agir) Conjunto de comportamentos visveis desenvolvidos pelo organismo. Ex: escrever, andar, piscar, beijar. Eventos privados (sentir e pensar) Sentir - Emoes - Sensaes - Sentimentos Pensar - Pensamentos - Conceitos - Fantasias - Imaginaes - Raciocnio - Tomada de decises O Sentir Sensaes: respostas sensoriais aos estmulos ambientais, uma percepo direta do nosso estado corporal. Ex: sentir fome, sono, sede, frio, calor. So respostas as variveis organsmicas, qumicas, como por exemplo: drogas, alimentos, medicamentos, os processos metablicos do organismo, a qumica cerebral que pode levar a mudanas comportamentais. Nossos rgos sensoriais detectam todo o conhecimento que temos do mundo. Ex: temos clulas fotoeltricas no olho. O comprimento das ondas a mesma que chega aos olhos de todas as pessoas, mas o que diferente como cada um percebe esse ver. Isso evento interno e, portanto, subjetivo. No podemos sentir o que outro sente, por isso um comportamento privado de quem est sentindo. Nesse sentido somos solitrios no mundo. S voc sente o que voc sente. Emoes: a nossa capacidade de perceber os mais variados sentimentos. Alegria, tristeza, medo e raiva so as emoes principais. Sentimentos: vergonha, nimo, desnimo, amor, prazer, inquietao, inadequao, humilhao, importncia, satisfao e outros tantos. Ex: sentir tristeza e vazio quando est em tenso pr-menstrual. O lado emocional est equilibrado e saudvel quando apresenta a capacidade de perceber os mais variados sentimentos em conformidade com a situao vivenciada. Quando estou vivenciando uma perda, me entristeo; quando estou sendo injustiada, me enraiveo; quando ocorre a frustrao de um sonho ou de um projeto, fico desanimada; quando meu time ganha, fico alegre; se algo muito importante para mim se concretiza, exulto. O Pensar  nosso pensar (fantasias, imaginaes, raciocnio, etc.) esto controlados por eventos antecedentes e possuem conseqncias. Esses eventos esto no meio ambiente. Meio ambiente No se pode entender comportamento sem um contexto, sem a descrio de eventos antecedentes e conseqentes do evento descrito. Por isso os conceitos de comportamento e ambiente so interdependentes, um no pode ser definido sem referncia ao outro. O agir, o sentir e o pensar esto em funo de variveis ambientais (meio ambiente) que so os eventos antecedentes e conseqentes. Note bem que no o homem e sim o comportamento do homem que est sendo interagindo constantemente com os estmulos que antecedem o seu comportamento, e o seu comportamento est constantemente tendo conseqncias no ambiente e sendo interagido por elas. Relao funcional: antecedentes comportamento conseqentes AntecedentesComportamento Conseqentes (J e L)Variveis histricas da vida de cada indivduo; ambiente fsico, social, histrico e cultural.1- Eventos privados (sensaes) 2- Eventos pblicos (aes) 3- Eventos internos (reaes fisiolgicas) Todos esses eventos esto sob controle de antecedentes e conseqentesA conseqncia pode ser positiva ou negativa, depende da histria de cada pessoa. O que pode ser positivo para um, pode ser aversivo para outro.  Meio ambiente (estmulos) = as influncias sobre o organismo que determinam o comportamento; tudo aquilo que afeta o comportamento. Um estmulo um  pedao do ambiente que pode ser interno ou externo ao organismo. Os homens agem sobre o mundo, modificam-no e, por sua vez so modificados pelas conseqncias de sua ao (Skinner, 1978). Assim, alm conhecer o organismo e as suas interaes, necessrio conhecer os diversos ambientes o qual um organismo pode se interagir. O ambiente que o indivduo interage pode ser analisado sob dois prismas (Todorov, 1999): - O ambiente externo, dividido em fsico e social, - O ambiente interno dividido em biolgico e histrico. O ambiente externo alterado pelo comportamento por meio de aes mecnicas sobre ele e pelas interaes do indivduo com o social. O ambiente interno formado pelos processos biolgicos e as experincias passadas de cada pessoa afinal o organismo transporta consigo os resultados de suas interaes passadas. Obs.: A psicologia s vezes definida como a cincia que estuda o comportamento e os processos mentais. Ora, vimos que os processos mentais fazem parte do comportamento humano. Os processos mentais dizem respeito ao  pensar . Assim, dizer que a psicologia estuda o comportamento e os processos mentais uma redundncia (pleonasmo) desnecessria. 4. O modelo atual biopsicossocial do homem x modelo biomdico O organismo que objeto de estudo da psicologia o homem, ainda que para se compreender o comportamento humano seja necessrio estudar outras espcies. As interaes no so as que fazem parte do organismo (esto dentro), pois estas so estudadas pela biologia, e no so entre grupos de indivduos, pois estes so estudados pelas cincias sociais. Entretanto, a biologia e as cincias sociais podem auxiliar estudos na rea da psicologia e por isso surgiram reas denominadas de psicofisiologia, psicobiologia, psicologia social, dentre outras. Como j descrito, a concepo de homem que o profissional traz consigo mesmo  contamina inevitavelmente a sua pesquisa em psicologia. H diferentes concepes de homem em termos filosficos. O homem pode ser visto, por exemplo, como um ser: - puro e que foi corrompido pela sociedade (concepo de homem natural para Rousseau); - abstrato, com caractersticas definidas e que no mudam, a despeito das condies sociais a que esteja submetido (viso determinista); - datado, determinado pelas condies histricas e sociais que o cercam (viso histrico-social); - que influencia e influenciado pelo seu meio (viso analtico-comportamental). Conforme a definio de homem adotada, teremos uma concepo de objeto da psicologia que combine com ela. O modelo biomdico O modelo biomdico baseia-se em grande parte numa viso cartesiana do mundo. Este sistema de pensamento defendeu que o mundo podia ser comparado a uma mquina, mais concretamente de um relgio, e que o conhecimento do universo passaria assim pelo  conhecimento detalhado das peas do relgio . O que interessa seria ento os fenmenos observveis, e por assim dizer, o corpo, ficando desta forma o homem reduzido aos seus aspectos biolgicos ou orgnicos, e assim a suas estruturas e processos biolgicos e fsico-qumicos Todos os outros aspectos so negligenciados. Para o modelo biomdico, a doena encarada como um defeito mecnico (avaria na mquina temporal ou permanente) localizvel numa mquina fsica e bioqumica. Este defeito pode ser reparado por meio de meios fsicos (cirurgia) ou qumicos (farmacologia). A parte doente pode ser tratada isolada de todo o resto do corpo. Assim, a cura equivale reparao da mquina. De acordo com o modelo biomdico, uma pessoas est bem com a sade mental quando existe ausncia de doena. Essa viso reducionista biolgica tem sido fortemente criticada a partir dos anos 70 do sc. XX. O modelo biopsicossocial O homem moderno deve ser entendido sob um aspecto biopsicossocial. Toda histria de vida deve ser analisada sob influncias biolgicas, psicolgicas e sociais, aspectos esse que so interligados. O homem recebe influncias do seu organismo internamente (gentica, vrus, bactrias, doenas congnitas, defeitos estruturais), da sua percepo prpria, experincias e vivncias de mundo (aes, pensamentos e sentimentos) e da sua interao com os diversos grupos (famlia, amigos), a sociedade e sua cultura. Tambm o homem biopsicossocial recebe diferentes influncias do meio ao longo de sua vida. Muitas reas so importantes para a anlise do comportamento humano, tais como: afetiva, familiar, conjugal, sexual, interpessoal (amizades), lazer, social, escolar, religiosa, trabalho, biolgica (doenas), ambiente cultural, questes morais, regras sociais, costumes. 6. Psiclogos e Psiquiatras Psiclogos clnicos e psiquiatras muitas vezes ocupam empregos semelhantes. Ambos os profissionais podem trabalhar em campos ligados sade mental, diagnosticando e tratando de pessoas com problemas psicolgicos leves e graves. A grande diferena entre esses especialistas deriva de sua formao. Os psiclogos clnicos geralmente passam cerca de cinco anos na faculdade aprendendo sobre comportamento normal e anormal, diagnstico e tratamento de vrios comportamentos humanos. Aps se formaram devem, por uma questo tica, se especializaram e aprofundar sua formao em uma ou algumas reas e teorias da psicologia. Os psiquiatras, ao contrrio, completam a faculdade de medicina e dela saem com um diploma de doutor em medicina. Em seguida, para se qualificarem como psiquiatras servem aproximadamente trs anos como residentes em uma instituio de sade mental, mais comumente um hospital. A recebem treinamento para detectar e tratar de distrbios emocionais, utilizando medicao (farmacoterapia), cirurgia, eletroconvulsoterapia, dentre outros processos mdicos, e s vezes mtodos psicolgicos. Uma vez que a formao do psiquiatra mdica, seu foco para a cura de problemas est no corpo, no orgnico, no biolgico. Para eles, a causa de distrbios comportamentais est, principalmente, em alteraes bioqumicas, neurolgicas, etc. Segundo a CBO 2002  Classificao Brasileira de Ocupaes  do Ministrio do Trabalho, o psiquiatra realiza consultas e atendimentos mdicos, tratam pacientes com medicao, implementam aes para a promoo da sade, coordenam programas e servios de sade, efetuam percias, auditorias e sindicncias mdicas. 7. O estudo de animais para entender o homem O homem o objeto de estudo da psicologia, mas por que estudar animais na psicologia? Apesar de existir vrios experimentos psicolgicos que utilizam animais, o enfoque est nos processos psicolgicos bsicos que acontece tanto em animais no-humanos como nos humanos. Ex. medo. Os animais no-humanos mais utilizados nas pesquisas psicolgicas: peixinhos de aqurio, baratas, vermes, caranguejos, morcegos, ratos, pombos, tatus, ces, gatos, macacos, etc. E por que trabalhar com organismos mais simples? 1 Por uma questo tica. Muitas pesquisas no podem ser realizadas com seres humanos por razes ticas; 2 Por uma questo de praticidade. Os animais no-humanos so cooperativos, cmodos e estudados com facilidade durante longos perodos e 3 Por uma questo de facilidade de detectar processos bsicos comportamentais e mentais em animais no-humanos e transpor os achados para os animais humanos, tais como: fome, sede, sono, movimento motor. 7. A subjetividade A subjetividade a sntese singular e individual que cada um de ns vai constituindo conforme vamos nos desenvolvendo e vivenciando as experincias da vida social e cultural. A subjetividade a maneira de sentir, pensar, fantasiar, sonhar, amar e fazer de cada um, enfim o que constitui o nosso modo de ser. A subjetividade humana medida em todas as suas expresses visveis ou invisveis, singulares (porque somos o que somos) ou coletivas (porque somos todos assim). Cada um dono do seu sentir e do pensar. Isso a subjetividade.  Eu vejo que voc v, mas nunca vou saber como o seu ver. Voc tem a sua subjetividade. O indivduo no nasce com a sua subjetividade. Ele a constri aos poucos, apropriando-se do material do mundo social e cultural. Criando e transformando o mundo externo, o homem constri e transforma a si prprio. A subjetividade, dependendo da abordagem psicolgica, tambm vista como a  individualidade . Ainda como  personalidade , mas personalidade um conjunto de comportamentos, que podem se repetir em vrias pessoas. Quando falamos de individualidade estamos falando de unicidade, de comportamentos nicos naquela pessoas. Quando falamos de personalidade estamos falando de um repertrio de comportamentos que uma pessoa tem e outras tambm, estamos falando de semelhanas, de comportamento mdio emitido por um grupo de indivduos. Citando Guimares Rosa em  O Grande Serto: Veredas : O importante e bonito no mundo isso: que as pessoas no esto sempre iguais, ainda no foram terminadas, mas que elas vo sempre mudando. Afinam e desafinam. 8. Atribuies e reas de atuao Objetivo primordial: Promover a sade do ser humano por meio do respeito dignidade e integridade, proporcionando condies satisfatrias de vida na sociedade. Segundo a OMS (ONU): "Sade um estado de completo bem-estar fsico, mental e social, e no apenas a ausncia de doena ou enfermidade." O Psiclogo, dentro de suas especificidades profissionais, atua no mbito da educao, sade, lazer, trabalho, segurana, justia, comunidades e comunicao com o objetivo de promover, em seu trabalho, o respeito dignidade e integridade do ser humano. Atribuies Profissionais: Estuda e analisa os processos intrapessoais e relaes interpessoais, possibilitando a compreenso do comportamento humano individual e de grupo, no mbito das instituies de vrias naturezas, onde quer que se dem estas relaes. Aplica conhecimento terico e tcnico da psicologia, com o objetivo de identificar e intervir nos fatores determinantes das aes e dos sujeitos, em suas histrias pessoais, familiares e sociais, vinculando-as tambm a condies polticas, histricas e culturais. Analisa a influncia de fatores hereditrios, ambientais e psicossociais sobre os sujeitos na sua dinmica intrapsquica e nas suas relaes sociais, para orientar-se no psicodiagnstico e atendimento psicolgico; Promove a sade mental na preveno e no tratamento dos distrbios psquicos, atuando para favorecer um amplo desenvolvimento psicossocial; Elabora e aplica tcnicas de exame psicolgico, utilizando seu conhecimento e prticas metodolgicas especficas, para conhecimento das condies do desenvolvimento da personalidade, dos processos intrapsquicos e das relaes interpessoais, efetuando ou encaminhando para atendimento apropriado, conforme a necessidade Formula hipteses e sua comprovao experimental, observando a realidade e efetivando experincias de laboratrios e de outra natureza, para obter elementos relevantes ao estudo dos processos de desenvolvimento, inteligncia, aprendizagem, personalidade e outros aspectos do comportamento humano e animal; Locais e reas de atuao Alm da rea clnica, a cada dia observvel a emergente atuao do profissional psiclogo em reas como organizaes, hospitais, escolas, tribunais de Justia, marketing, esportes, aviao, engenharia, etc. Devido a essa ampliao e as formas diferentes de atuao exigidas, torna-se necessrio cada vez mais uma ateno focalizada para os valores e princpios fundamentais ao exerccio tico da profisso. Esse exerccio tico tem como base filosfica conduzir o indivduo ao bem-estar evitando ao mximo o sofrimento psquico. O psiclogo desempenha suas funes e tarefas profissionais individualmente e/ou em equipes multiprofissionais. Abaixo alguns locais e reas de atuao profissional, o ttulo do psiclogo que atua nessa rea com uma breve descrio das atividades. Locais e reasProfissionalCaractersticas do trabalhoTrabalho  Empresas pblicas ou privadasPsiclogo do Trabalho Psiclogo Organizacional implantao da poltica de recursos humanos das organizaes. descrio e anlises de trabalho (profissiogrfico, ocupacional, de posto de trabalho etc.) recrutamento s seleo pessoal, utilizando mtodos e tcnicas de avaliao (entrevistas, testes, provas situacionais, dinmica de grupo, etc.) programas de treinamento e formao de mo-de-obra avaliao pessoal, objetivando subsidiar as decises, tais como: promoes, movimentao de pessoal, planos de carreira, remunerao, programas de treinamento e desenvolvimento, etc. capacitao e desenvolvimento de recursos humanos. segurana do trabalho organizao do trabalho e definio de papis ocupacionais: produtividade, remunerao, incentivo, rotatividade, absenteismo e evaso identificao das necessidades humanas em face da construo de projetos e equipamentos de trabalho (ergonomia) programas educacionais, cultura      !"#$%&'()*+,-./0123457is, recreativos e de higiene mental, com vistas a assegurar a preservao da sade e da qualidade de vida do trabalhador. processo de desligamento de funcionrios, no que se refere a demisso e ao preparo para aposentadoria, visando a elaborao de novos projetos de vida Sade - Hospitais, Ambulatrios, Centros e postos de sadePsiclogo da Sade Psiclogo Hospitalaridentificar e compreender os fatores emocionais que intervm na sade geral do indivduo, em unidades bsicas, ambulatrios de especialidades, hospitais gerais, prontos-socorros, etc. Consultrios, Clnicas especializadasPsiclogo clnicoenfoque preventivo ou curativo terapia individual, em grupo, de casal, familiar, infantil, sexual dependendo da demanda psicolgica acompanhamento psicolgico, e interveno psicoterpica individual ou em grupo, por meio de diferentes abordagens tericas entrevistas, observao, testes e dinmica de grupo, com vistas preveno e tratamento de problemas psquicos Educao - Creches, EscolasPsiclogo Educacional Psiclogo Escolardesenvolve, com os participantes do trabalho escolar (pais, alunos, diretores, professores, tcnicos, pessoal administrativo), atividades visando a prevenir, identificar e resolver problemas psicossociais que possam bloquear, na escola, o desenvolvimento de potencialidades, a auto-realizao e o exerccio da cidadania consciente. compreenso e mudana do comportamento de educadores e educandos, no processo de ensino aprendizagem interveno psicopedaggica individual ou em grupo programas de orientao profissional, programas de orientao profissional, elaborao de planos e polticas referentes ao Sistema Educacional, visando promover a qualidade, a valorizao e a democratizao do ensino dificuldades dos alunos dentro do sistema educacional e cuja natureza transceda a possibilidade de soluo na escola,cuja natureza transceda a possibilidade de soluo na escola, buscando sempre a atuao integrada entre escola e a comunidade. Justia - Varas da criana e do adolescente, de famlia, cvel, criminal, penitenciriasPsiclogo Jurdico Psiclogo Forense Psiclogo Penitencirioatua no mbito da Justia, nas instituies governamentais e no-governamentais planejamento e execuo de polticas de cidadania, direitos humanos e preveno da violncia. orientao do dado psicolgico repassado no s para os juristas como tambm aos sujeitos que carecem de tal interveno formulao, revises e interpretao das leis Avalia as condies intelectuais e emocionais de crianas, adolescentes e adultos em conexo com processos jurdicos, seja por deficincia mental e insanidade, testamentos contestados, aceitao em lares adotivos, posse e guarda de crianas ou determinao da responsabilidade legal por atos criminosos. perito judicial nas varas cveis, criminais, justia do trabalho, da famlia, da criana e do adolescente, elaborando laudos, pareceres e percias a serem anexados aos processos. atendimento e orientao a detentos e seus familiares. programas scio educativos destinados a criana de rua, abandonadas ou infratoras tarefas educativas e profissionais que os internos possam exercer nos estabelecimentos penais. Psicotcnicos - clnicas de trnsitoPsiclogo do Trnsitoprocessos psicolgicos, psicossociais e psicofsicos relacionados ao problema do trnsito exames psicolgicos ( Psicotcnicos ) elaborao e implantao de sistemas de sinalizao de trnsito, especialmente no que concerne a questes de transmisso, recepo e reteno de informaes. campanhas de preveno de acidentes de trnsito. educao de trnsito comportamento individual e coletivo na situao de trnsito, especialmente nos complexos urbanos. implicaes psicolgicas do alcoolismo e de outros distrbios nas situaes de trnsito.Esporte - Associaes e/ou esportivas, clubes esportivosPsiclogo do Esporteexame das caractersticas psicolgicas dos esportistas, visando o diagnstico individual ou do grupo realizao pessoal e melhoria do desempenho do esportista e em nvel grupal, favorecendo a otimizao das relaes entre esportistas, pessoal tcnico e dirigentes estudo das variveis psicolgicas que interferem no desempenho de suas atividades especficas (treinos, torneios e competies) aulas de psicologia no esporte em cursos de psicologia e educao fsica, oportunizando a formao necessria a estes profissionais, a prtica das atividades esportivas e seus aspectos psicolgicos Sociedade em geral, Associaes comunitrias OngsPsiclogo Social Psiclogo Comunitrio perspectiva de homem e sociedade estudos sobre caractersticas psicossociais de grupos tnicos, religiosos, classes e segmentos sociais nacionais, culturais, intra e interculturais. planejamento, execuo e avaliao de programas comunitrios, no mbito da sade, lazer, educao, trabalho e segurana. meios de comunicao, assessorando quanto aos aspectos psicolgicos nas tcnicas de comunicao e propaganda Escolas de 2 grauProfessor de Psicologia (licenciado)leciona Psicologia no ensino mdioEscolas de nvel superiorProfessor de Psicologia (especialista, mestre ou doutor)ministra aulas de Psicologia, tanto para o curso de psiclogos, como para a formao de outros profissionais de nvel superior que demandam conhecimentos tcnicos-cientficos de Psicologia supervisiona estgios, curriculares (atuao prtica) dos alunos, no mbito interno e externo da instituio de ensino universitrio rea da comunicao socialPsiclogo do Consumidor Pode atuar na rea de propaganda, visando detectar motivaes e descobrir a melhor maneira de atend-las.  9. A Psicologia e as prticas no psicolgicas A Psicologia no consegue explicar muitas coisas sobre o homem, pois uma rea da cincia relativamente nova (com pouco mais de cem anos). Alm disso, sabe-se que a cincia no esgotar o que h para se conhecer, pois a realidade est em permanente movimento e novas perguntas surgem a cada dia. Alguns dos  desconhecimentos da Psicologia tm levado os psiclogos a buscarem respostas em outros campos do saber humano. Com isso, algumas prticas no-psicolgicas tm sido associadas s prticas psicolgicas, como por exemplo, o tar, a astrologia, a quiromancia, a numerologia, entre outras prticas adivinhatrias/msticas. Estas no so prticas psicolgicas! So outras formas de saber  de saber sobre o humano  que no podem ser confundidas com a Psicologia, pois no so construdas no campo da cincia, a partir de mtodos e princpios cientficos e esto em oposio aos princpios da psicologia que v o homem no como um ser com destino pronto, mas sim como um ser que constri seu futuro ao agir sobre o mundo e receber as influncias deste mundo. preciso ponderar que esse campo fronteirio entre a psicologia cientfica e a especulao mstica deve ser tratada com o devido cuidado. Quando se trata de pessoa, psicloga ou no, que decididamente usa do expediente das prticas msticas como forma de tirar proveito pecunirio ou de qualquer outra ordem, prejudicando terceiros, temos um caso de polcia e a punio salutar. Portanto, no se deve misturar a psicologia com prticas adivinhatrias ou msticas que esto baseadas em pressupostos diversos e opostos ao da psicologia. Por outro lado, preciso estar aberto para o novo, atento a novos conhecimentos que, tendo sido estudados no mbito da cincia, podem trazer novos saberes, ou seja, novas respostas para perguntas ainda no respondidas. 10. tica na Psicologia A idia crucial da tica na Psicologia gira em torno da questo da dinamicidade do ser humano. uma importante considerao quando sabemos que o psiclogo deve buscar atender ao ser humano, o qual est em constante mudana sendo influenciado por pocas, culturas e meios diferentes. A deontologia da profisso do psiclogo considera a transitoriedade prpria do homem na busca do aperfeioamento. Os psiclogos no podem deixar de lado essa preocupao pela atualizao e desenvolvimento constante na profisso, o qual poder promover um engajamento maior para voltar a realidade do ser humano e assim realizar o verdadeiro papel social. O ideal no apenas saber os grande princpios, ser um expert em psicologia, mas sim aplicar este grande saber na prtica do cotidiano. Todavia, no basta pensar de modo tico, deve-se agir. No basta apenas pensar bem e honestamente, mas tambm deve-se procurar agir de modo claro e visvel na sociedade.  Juntar o til ao agradvel , sendo til promovendo o bem-estar das pessoas de acordo com uma realidade contempornea e agradvel ajudando de maneira criativa, mas dentro de normas que no desrespeitem o cliente como ser humano. O respeito a pessoa humana assunto subjetivo e a partir desse enfoque cabe uma reflexo: at que ponto as singularidades de cada psiclogo til e confivel no tratamento de cada indivduo? At que ponto a criatividade, liberdade e espontaneidade de cada psiclogo pode ser til para o cliente enquanto ser humano que busca solues para seus problemas? A pessoa em sofrimento psquico deposita toda sua esperana em um psiclogo. Acha que ele ir solucionar todos os seus problemas. Cabe ao psiclogo discriminar que ningum pode viver ao sabor de suas paixes e desejos momentneos de onipotncia. Nenhum psiclogo pode  brincar com a vida pela qual ele est sendo responsvel naquele momento. Ningum pode viver sem regra ou lei. Por isso, o cdigo de tica do psiclogo estar sendo pouco tico se no determinar normas de conduta para que, mesmo com a subjetividade de cada psiclogo, ele saiba discriminar que acima da sua tica existe a tica do homem. esta tica que far do psiclogo um profissional engajado social e politicamente no mundo, e no um profissional a servio exclusivamente do indivduo. O cdigo de tica dos psiclogos no deve ser visto como uma priso de condutas a serem seguidas, mas como um caminho para a boa conduta tentando minimizar o conflito entre os valores pessoais de cada psiclogo e o verdadeiro agir enquanto psiclogo. Hoje, mais do que nunca, a atitude dos profissionais em relao s questes ticas pode ser a diferena entre o sucesso e o fracasso de suas carreiras. Basta um deslize e a imagem do profissional pode ganhar, no mercado, a mancha vermelha do demrito. Ser tico mais que agir corretamente, proceder bem, sem prejudicar os outros. ser altrusta, estar tranqilo com a conscincia pessoal. Ser tico tambm, agir de acordo com os valores morais de uma determinada sociedade. Essas regras morais so resultado da prpria cultura de uma comunidade. Elas variam de acordo com o tempo e espao. Ser tico ter coragem para assumir as decises adequadas, mesmo que seja preciso ir contra a opinio da maioria. Ser tolerante e flexvel, ntegro e humilde a fim de sempre ouvir o outro. Se o comportamento tico fosse simplesmente seguir as regras, poder-se-ia programar um computador para ser correto. A tica gera questes extremamente delicadas e, na maioria das vezes, de foro ntimo. No existe uma receita universal, pronta e completamente eficaz para resolv-las. A deciso sempre varia de pessoa para pessoa, de conscincia para conscincia, por isso cabe ao psiclogo medir quais so seus limites ticos dentro de sua profisso e avaliar os riscos de cada deciso que tomar. Muitos so os desafios do profissional de psicologia em seus vrios campos de atuao, mas sempre deve estar focada no indivduo em sua forma completa e complexa. O papel do psiclogo no apenas tratar problemas ou tentar resolver todas as situaes da vida de uma pessoa, mas sim criar condies para prevenir o aparecimento de sofrimentos psquicos bem como fornecer possibilidades para a mudana de comportamentos. O respeito ao indivduo est bem contemplado no Cdigo de tica do Psiclogo em vrios de seus artigos entre eles os que citam a importncia de exercer o seu trabalho baseados nos fundamentos cientficos eximindo-se do uso de prticas no comprovadas empiricamente e as citaes sobre a questo do sigilo profissional. O princpio fundamental para o comeo de uma atuao profissional a reflexo de que os psiclogos do Brasil pertencem a um pas que j foi subdesenvolvido, mas que hoje procura fazer parte dos pases emergentes. O psiclogo deve se inserir no contexto brasileiro o qual diferente dos outros pases. O Brasil tem um quadro de violncia sob todas as formas, mortalidade infantil, desnutrio, baixo nvel de escolaridade, pssimas condies habitacionais, elevado grau de endividamento, aviltamento monetrio, desarticulao social, corrupo, amplo processo de prostituio de todos os tipos, inclusive infantil, falta de solidariedade nacional, vandalismo, falta de confiana no futuro. A quase totalidade da populao vive na misria, mas a pobreza no um fenmeno novo, apenas agora est fabricada, como conseqncia das decises de modernizao. A desigualdade social deriva das decises econmicas para viabilizar a modernizao criando assim  abismos sociais maiores entre as classes. O  ter est se sobressaindo em relao ao  ser . importante esta anlise se compararmos aos pases desenvolvidos que j superaram alguns problemas sociais bsicos e podem atualmente se dedicar mais ao  estudo da alma . Estamos atrasados! Como tratar do emocional de uma pessoa se suas necessidades bsicas no esto sendo sanadas? A Psicologia um trabalho muito sutil de extrema responsabilidade e na qual, a atuao do profissional pode construir ou destruir uma pessoa pois, o psiclogo lida com aspectos como a auto-estima das pessoas, suas frustraes e conflitos, bem como fatos alegres, histrias do cotidiano e dados da vida individual, podendo atuar adequada e inadequadamente utilizando-se da condio de poder reformular os conceitos sobre a vida do indivduo. Enfim, a partir de uma reflexo filosfica e simplista feita sobre a atuao do psiclogo de uma maneira tica como profissional, constata-se que em quaisquer campo de trabalho, este profissional deve voltar-se para a melhoria da vida do indivduo em sua subjetividade promovendo o seu bem-estar. 11. Perfil atual dos psiclogos Entre os dias 04 e 25 de maro de 2004, o CFP (Conselho Federal de Psicologia) realizou uma pesquisa nacional para conhecer o perfil desse profissional da sade. A pesquisa envolveu 2.000 psiclogos e foi feita por meio de entrevistas telefnicas. Eis alguns dados: 91% so mulheres; A mdia de idade de 39 anos; 46% dos psiclogos esto formados h, no mximo, 8 anos; Grande busca pela profisso a partir dos anos 90 devido a grande proliferao de cursos de graduao desta rea no Brasil; Renda mdia mensal de R$ 2.000,00 (muitas vezes em mais de uma atividade); Metade j fez ou est fazendo algum curso de especializao; 1 em cada 10 j fez ou est fazendo mestrado ou doutorado; 55% atuam no atendimento clnico individual ou em grupo; Dos que trabalham em clnica, 65% so mais velhos e 17% so mais novos (o consultrio vem com amadurecimento e crescimento profissional). ltimas campanhas mais importantes da classe: Campanha de Direitos Humanos; Luta anti-manicomial  por uma sociedade sem manicmios "Quem Financia a Baixaria Contra a Cidadania"  campanha contra a baixaria na TV visando um controle social da programao televisiva, publicidade infantil, contra a banalizao da violncia e o incentivo discriminao racial, sexual e econmica, valorizao dos direitos do cidado na programao da TV brasileira; Luta contra o projeto de lei do Ato Mdico  projeto que mdicos querem aprovar no Congresso Nacional que estabelece que toda a atividade que se possa fazer e que se queira fazer em benefcio da sade fsica e psicolgica do homem, tem que ser inicialmente autorizado e fiscalizado pela classe mdica. Vamos dar um exemplo se o projeto fosse aprovado. O paciente procuraria o mdico, pagar-lhe-ia uma consulta, s para dizer que tem necessidade de consultar um psiclogo. A atitude do mdico seria uma das seguintes: 1) diria que o paciente no tem necessidade de consultar um psiclogo, basta tomar um remdio que ele mdico receitaria; 2) sem examin-lo diria que ele realmente poderia consultar um psiclogo; 3) avaliaria psicologicamente o paciente para ver se ele precisaria de atendimento psicolgico. No primeiro caso seria uma violao liberdade de escolha do paciente. No segundo caso a consulta seria desnecessria e apenas um meio de o mdico ganhar dinheiro. No terceiro caso o psiclogo teria mais condies, do que o mdico, de avaliar psicologicamente o paciente, no sendo pois necessria a consulta ao mdico. (http://www.naoaoatomedico.com.br/paginterna/noticiapopup.cfm?id=125). Educao Inclusiva  por uma educao no Brasil verdadeiramente inclusiva, que tenha como referncia aqueles que tm sido reiteradamente excludos dos sistemas de ensino - negros, meninas, homossexuais, ndios, populaes em situao de rua, crianas e jovens com dificuldades no processo de escolarizao vinculadas ou no a causas orgnicas, superdotados. Que a educao brasileira cumpra seu carter pblico, universal e de qualidade para todos. Que as instituies educativas possam atender, na singularidade humana, a pluralidade cultural! Democratizao da comunicao  comunicao mais democrtica SER PSICLOGO Walmir Monteiro Ser psiclogo umaimensa responsabilidade. No apenas isso, tambmuma notvel ddiva. Desenvolvemos odom de usar a palavra, oolhar, as nossasexpresses, e at mesmo osilncio. O dom de tirar l de dentroo melhor que temos para cuidar, fortalecer, compreender, aliviar. Ser psiclogo um ofcio tremendamente srio. Mas no apenasisso, tambmum grande privilgio. Pois no h maior que o de tocar no que h de mais precioso e sagrado em umser humano:seu segredo, seu medo,suas alegrias, prazeres e inquietaes. Somos psiclogos e trememosdiante da constatao de que temos instrumentos capazes de favorecer obem ouo mal, aconstruo oua destruio. Mas ao lado disso desfrutamosde umainefvel bno que poder dar a algum o toque, a chave que pode abrirportas para a realizao de seus mais caros entimossonhos. Quero, como psiclogo aprender aouvir sem julgar, versem me escandalizar, e sempre acreditar no bem. Mesmo na contra-esperana, esperar. Equando falar, ter conscincia do pesoda minhapalavra, doconselho, da minha sinalizao. Que as lgrimas que diante de mim rolarem, pensamentos, declaraeseesperanastestemunhadas, sejam segredos que me acompanhem at o fim. E que eu possa ao finalser agradecido pelo privilgio de ter vivido para ajudar as pessoas a serem mais felizes. O privilgio de tantas vezester sido nico na vidade algum que no tinha comquemcontar para dividir sua solido, suaangstia, seusdesejos. Algum quesonhavaser maisfeliz, epde comigodescobrir queisso s comeaquando a gente consegue realmente se conhecer e se aceitar. Estudo Dirigido: Caracterize o conceito de psicologia. Cite diferenas entre o saber do senso comum e o conhecimento cientfico. Por que a psicologia pode ser considerada uma cincia? O comportamento possui trs categorias. Quais so elas? Os estmulos advindos do meio ambiente exercem influncia sobre o comportamento humano. Caracterize esse meio ambiente. Quais as diferenas da viso biomdica para a viso biopsicossocial do ser humano Por que a psicologia estuda alguns comportamentos em certas espcies de animais para entender o comportamento humano? O que subjetividade? Qual o objetivo do trabalho do psiclogo? Quais as reas e os locais em que o psiclogo pode atuar? Em que se assemelham e em que se diferenciam as prticas do psiclogo e do psiquiatra? Por que as prticas msticas no compem o campo da Psicologia cientfica? O comportamento do profissional de psicologia deve ser tico. Reflita e explique com suas palavras como voc entendeu que deve ser a maneira tica do psiclogo tratar o ser humano. Referncias (para elaborao desta apostila): ATKINSON, R.L. et al Introduo Psicologia. Porto Alegre: Artes Mdicas, 1995. (Cap. 1 - Natureza da Psicologia, pp. 10-29). BOCK, Ana Mrces Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes. Psicologias: uma introduo ao estudo de psicologia. So Paulo: Editora Saraiva, 1999. SKINNER. Cincia e Comportamento Humano. So Paulo: Martins Fontes, 1998. TODOROV, Joo Cludio. A psicologia como estudo das interaes. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 5, p.347-356, 1989. Site do Conselho Federal de Psicologia:  HYPERLINK "http://www.pol.org.br/legislacao"http://www.pol.org.br/legislacao Site do Ministrio do Trabalho  http:// HYPERLINK "http://www.tem.gov.br/"www.mte.gov.br E, ainda: aulas do curso de formao do Professor Antnio Isidro no INSPAC (Instituto So Paulo de Anlise do Comportamento). Professora Meg Gomes Martins  Psicologia Introduo a Psicologia Smbolo da psicologia 02@DFzP`$TH* "6ֿ֩|ww֓֩֩֩|| jU-B*CJmHsH65PJnH^JaJ_HtH*B*CJmHsH5PJnH^JaJ_HtH*B*CJmHsH6PJnH^JaJ_HtH-B*CJmHsH5PJnH^JaJ_HtH\'B*CJmHsHPJnH^JaJ_HtH*B*CJmHsH5PJnH^JaJ_HtH. p "2"n"###8$n%%& &'''b(d(r(p*r**,, ,,,,,,-.-H-멒y0B*CJmHsH6>*PJnH^JaJ_HtH]-B*CJmHsH65PJnH^JaJ_HtH*B*CJmHsH>*PJnH^JaJ_HtH*B*CJmHsH5PJnH^JaJ_HtH*B*CJmHsH6PJnH^JaJ_HtH'B*CJmHsHPJnH^JaJ_HtH'H-L-N-|----".$.../@/B/b/|////////0 0<0h0j0z001F3H335566779 999<<<:><>X>Z>N@TCVCCԻԥԠԠԥԥԻ jU*B*CJmHsH>*PJnH^JaJ_HtH0B*CJmHsH6>*PJnH^JaJ_HtH]'B*CJmHsHPJnH^JaJ_HtH-B*CJmHsH6PJnH^JaJ_HtH]7CCCCCCC DDD,D.D0D6D8D*PJnH^JaJ_HtH/B*CJmHsHPJnH^JaJ_HtHOJQJ/B*CJmHsHPJnH^JaJ_HtHOJQJ*B*CJmHsH6PJnH^JaJ_HtH'B*CJmHsHPJnH^JaJ_HtH/B*CJmHsHPJnH^JaJ_HtHOJQJ':R*PJnH^JaJ_HtH*B*CJmHsH>*PJnH^JaJ_HtH0B*CJmHsH6>*PJnH^JaJ_HtH]'B*CJmHsHPJnH^JaJ_HtH-B*CJmHsH65PJnH^JaJ_HtH*zz}}z~|~~~ʀ̀hjlnp 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