ࡱ> ܥhc e%$$$$$$$$$$$$$ $$$1$$$$$$$$$$$$$$$$XQ%P$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$B$$$$$$$$$$CENTRO UNIVERSITRIO DE BRASLIA - UNICEUB FACULDADE DE CINCIAS DA SADE - FACS CURSO: PSICOLOGIA (NOTURNO) DISCIPLINA: TICA PROFESSORA: MORGANA 10( SEMESTRE O PSICLOGO E A SUA FORMAO TICA MEG GOMES MARTINS 960607/6 ADRIANA PEPINO DA SILVA 955525/7 RIKA MARIA B. DO NASCIMENTO 960591/0 ANA PAULA N. G. DA SILVA 960580/1 VERA LCIA N. C. CORDEIRO 910495/2 BRASLIA NOVEMBRO, 2000 VIGIE SEUS PENSAMENTOS, PORQUE ELES SE TORNARO PALAVRAS; VIGIE SUAS PALAVRAS, PORQUE ELAS SE TORNARO ATOS; VIGIE SEUS ATOS; PORQUE ELES SE TORNARO SEUS HBITOS; VIGIE SEUS HBITOS, PORQUE ELES SE TORNARO SEU CARTER; VIGIE SEU CARTER PORQUE ELE SER O SEU DESTINO (POETA ANNIMO AMERICANO) Hoje, mais do que nunca, a atitude dos profissionais em relao s questes ticas pode ser a diferena entre o sucesso e o fracasso de suas carreiras. Basta um deslize e a imagem do profissional pode ganhar, no mercado, a mancha vermelha do demrito. A questo tica no deve envolver simplesmente a honestidade por parte dos psiclogos a fim de apenas lev-los a dormir com a conscincia tranqila ou ento, porque tm medo das conseqncias que podem resultar em atos ilegais ou contrrios tica. Ser tico mais que agir direito, proceder bem, sem prejudicar os outros. ser altrusta, estar tranqilo com a conscincia pessoal. Ser tico tambm, agir de acordo com os valores morais de uma determinada sociedade. Essas regras morais so resultado da prpria cultura de uma comunidade. Ela variam de acordo com o tempo e sua localizao no mapa. ter coragem para assumir as decises, mesmo que seja preciso ir contra a opinio da maioria. Ser tolerante e flexvel, ntegro e humilde a fim de sempre ouvir o outro. Entretanto, se o comportamento tico fosse simplesmente seguir as regras, poder-se-ia programar um computador para ser correto. A tica gera questes extremamente delicadas e, na maioria das vezes, de foro ntimo. No existe uma receita universal, pronta e completamente eficaz para resolv-las. A deciso sempre varia de pessoa para pessoa, de conscincia para conscincia, por isso cabe ao psiclogo medir quais so seus limites ticos dentro de sua profisso e avaliar os riscos de cada deciso que tomar. Muitos so os desafios do profissional de psicologia em seus vrios campos de atuao. Dentre estes, necessrio que salientemos a importncia a ser considerada com aquele que deve ser o foco principal do psiclogo: o indivduo em sua forma completa e complexa. O papel do psiclogo no apenas tratar problemas ou tentar resolver todas as situaes da vida de uma pessoa, mas sim criar condies para prevenir o aparecimento de sofrimentos psquicos bem como fornecer possibilidades para a mudana de atitudes. O respeito ao indivduo est bem contemplado no Cdigo de tica do Psiclogo em vrios de seus artigos entre eles os que citam a importncia de exercer o seu trabalho baseados nos fundamentos cientficos eximindo-se do uso de prticas no comprovadas empiricamente e as citaes sobre a questo do sigilo profissional. O cdigo de tica do Psiclogo, como todo avano da humanidade esta sujeito a transitoriedade desta. A Psicologia dinmica e por isso exige uma atitude tambm verstil por parte dos psiclogos, uma vez que esta tem como foco de estudo o homem - um ser dinmico - e seu comportamento, por se basear em valores que sofrem reviso de seus enfoques de acordo com as pocas, as culturas, os grupos sociais e por participar das transformaes que abrangem o ser humano. Portanto, uma caracterstica crucial que este cdigo possui manter uma flexibilidade responsvel que permite aos profissionais a adaptao realidade scio-histrico-cultural. Entretanto, o cdigo de tica por si s no far o profissional tico. Da pessoa que se prope a exercer esta, que deve ser acima de tudo uma profisso em prol do social, se espera valores pessoais favorveis ao convvio edificador. A Psicologia um trabalho muito sutil de extrema responsabilidade e na qual, a atuao do profissional pode construir ou destruir uma pessoa pois, o psiclogo lida com aspectos como a auto-estima das pessoas, suas frustraes e conflitos, bem como fatos alegres, histrias do cotidiano e dados da vida individual, podendo atuar adequada e inadequadamente utilizando-se da condio de poder reformular os conceitos sobre a vida do indivduo. O cdigo de tica orienta as aes que favorecem o convvio harmonioso do psiclogo com toda a sociedade. H um estabelecimento de normas e responsabilidades para a convivncia do psiclogo com seus pacientes ou clientes, as instituies empregadoras, com outros profissionais e com a justia. O campo de atuao do psiclogo que era mais focalizado pratica teraputica em atendimentos clnicos tem-se ampliado de forma notvel. A cada dia observvel a emergente e louvvel atuao desse profissional em reas como organizaes, hospitais, escolas, tribunais de Justia, marketing, esportes e at na aviao. Devido a essa ampliao e as formas diferentes de atuao exigidas, torna-se necessrio cada vez mais uma ateno focalizada para os valores e princpios fundamentais ao exerccio tico da profisso. Esse exerccio tico tem como base filosfica conduzir o indivduo felicidade evitando ao mximo o sofrimento psquico. Essa preocupao com a felicidade provm do fato de que a mesma ocorre pelas virtudes do indivduo e se h o desejo de alcan-la, o caminho proceder pela virtude. A considerao da tica para com o indivduo deve conduzir o psiclogo a atuar voltado para o bem-estar do prximo, levando-o a analisar a natureza do problema, pois exercer essa profisso sem utilizar-se de julgamentos errneos implica em assumir responsabilidades com o outro preparando-o para reconhecer que seu crescimento pessoal poder acarretar uma reao em cadeia de harmonia social, o que tornar a prtica eticamente correta uma ao natural da pessoa e da sociedade como um todo. Enfim, a partir de uma reflexo filosfica e simplista feita sobre a atuao do psiclogo de uma maneira tica como profissional, constata-se que em quaisquer seja atuando em quaisquer campos de trabalho, este profissional deve voltar-se para a melhoria da vida do indivduo em sua subjetividade promovendo o seu bem-estar. .A  u]c]cUc$ JUcUc +QmAe+!3Yn =k&K@Normala"A@"Default Paragraph Font(B@( Body Text ]c@1Times New Roman Symbol "Arial"hvv +P Y /Ademar Serafin do AmaralCliente Root Entry FBWordDocument%CompObjjSummaryInformation(  FMicrosoft Word Document MSWordDocWord.Document.89qOh+'0 (4 \ h t Y /Ademar Serafin do Amaral<~1.NormalCliente2Microsoft Word for WDocumentSummaryInformation8   FDocumento do Microsoft Word MSWordDocWord.Document.89qPENTIUM -S 100 MHZ+  Y /indows 95@@ @ ՜.+,0@Hhp x PENTIUM -S 100 MHZ+  Y /