ࡱ> NPM9 Fbjbj"ZBl<<<<<<<P4Pbdddddd$ z<<<<<bbzrT<<V `Pl &:V 0H3 3VPP<<<<I PARTE: UM PROGRAMA UMA ANLISE FUNCIONAL DO COMPORTAMENTO VERBAL Comportamento operante todo quele que age sobre o mundo, modificando-o e por sua vez sendo modificado por suas consequncias no meio. A definio para comportamento verbal estende-se alm do comportamento vocal. O comportamento vocal entendido como fala e dificilmente pode ser aplicado a situaes em que a pessoa mediadora afetada de forma visual. O comportamento verbal destaca o falante individual e especifica o comportamento modelado e mantido pelas consequncias mediatas provindas de outras pessoas (o ouvinte). O comportamento do ouvinte no necessariamente verbal, mas se torna importante dentro do episdio verbal total que tambm inclui o comportamento do falante. ( Formulaes Tradicionais Alguns sistemas j desenvolveram descries acerca do comportamento verbal, tais como a retrica clssica, a gramtica, a lgica, a metodologia cientfica, a lingustica, a crtica literria, a patologia da fala, a semntica, entre outras, porm, uma cincia do comportamento verbal responsabilidade final s cincias do comportamento, especialmente psicologia. A semntica, como uma cincia que estuda o significado das palavras atravs do tempo e do espao contribuiu de forma especial para o surgimento de uma cincia voltada para o comportamento verbal. Ogden e Richards, em 1923, demonstraram a necessidade de uma cincia mais ampla do simbolismo. Alguns semanticistas afirmam que muitos dos problemas do mundo so erros lingusticos. A observao do comportamento em questo no difcil, mas no simples. H material, fatos reais e maneiras prticas de se coletar dados, o que falta um tratamento causal ou funcional satisfatrio. Na histria da psicologia pode-se perceber, por muito tempo, a influncia de causas fictcias a fim de explicar o comportamento humano. No campo do comportamento verbal, essa prtica foi representada pela doutrina da expresso das idias. Acreditava-se que as palavras advinham da expresso das idias, porm no se pode observar essa explicao mentalista e causal do comportamento verbal de forma independente, da mesma forma, no se pode apelar para explicaes com relao s imagens, pois mesmo que elas sejam frutos das mentes das pessoas no se pode observar o que se passa na mente das pessoas. A doutrina das idias transferiu problemas importantes do comportamento verbal a uma psicologia das idias. O significado, bem como a idia, tem sido entendido como algo que expresso ou comunicado por uma expresso vocal, mas, onde quer que as idias ou significados estejam no interior do organismo, h uma possibilidade de que possam ser mantidos do lado de fora da pele. Nesse sentido, eles so to observveis como qualquer parte fsica e devem ser encontradas relaes funcionais que governam o comportamento verbal a ser explicado. ( Uma nova formulao Como e comportamento verbal usualmente o efeito de mltiplas causas este deve ser estudado sob dois fatores: descritivo (qual a topografia desta subdiviso do comportamento humano?) e explicativo (que condies so relevantes para a ocorrncia do comportamento quais so as variveis das quais ele funo?). importante considerar falante enquanto ouvinte, afinal o falante qualifica, ordena ou elabora seu comportamento no momento em que ele produzido. O ouvinte e o falante, quando so uma nica pessoa se engajam em um pensamento. O falante hbil aprende a modificar o comportamento fraco e a manipular variveis que geraro e reforaro novas respostas em seu repertrio. PROBLEMAS GERAIS - O comportamento verbal como uma varivel dependente Qualquer esforo para tratar o comportamento como um movimento das partes de um organismo enfrenta imediatamente a objeo de que no o simples movimento que importa, mas o que o movimento significa, seja para o organismo que tem determinado comportamento seja para o observador. O significado no propriedade do comportamento enquanto tal, mas das condies sob as quais o comportamento ocorre. ( Comportamento Vocal executado por uma complexa musculatura que permite complexas respostas musculares do comportamento vocal afetando o meio verbal pela produo da fala audvel. O registro de uma alocuo num alfabeto fontico proporciona menos informao acerca de suas propriedades do que um registro acstico, porm as propriedades preservadas so as propriedades efetivas do comportamento. No precisamos conhecer todos os detalhes de uma resposta vocal desde que o padro sonoro que ela produz obtenha certo efeito sobre uma comunidade verbal especfica. Uma citao direta um registro de comportamento verbal que depende mais explicitamente de um conhecimento das condies em que ocorreu o comportamento, entretanto, ela pouco mais que uma transcrio fontica ou acstica. O relato falado reconstri no momento um caso de comportamento verbal e o registro escrito permite que o leitor o reconstrua por si mesmo. Numa citao direta infere-se algo acerca das condies sob as quais uma resposta foi emitida, ou sobre efeitos caractersticos num ouvinte. Nas citaes indiretas a nfase est nas variveis adicionais e nestas, como ocorre a passagem do registro muscular ou acstico do comportamento verbal atravs da transcrio fontica, pode haver maior nmero de inferncias acerca dos fatos sobre as condies nas quais a resposta foi dada. Da, a importncia do registro do relato como ele foi dito, ou seja, citao direta. ( Uma unidade de comportamento verbal O operante verbal exclusivamente uma unidade do comportamento do falante individual. A unidade funcional de um operante e a extenso da presena deste no repertrio do falante pode afetar operantes de forma similar e devem ser estudadas luz do comportamento do falante. Um falante possui um repertrio verbal que so respostas de vrias formas que, de tempo em tempo, aparecem em seu comportamento relacionadas com condies identificveis. Um repertrio descreve o comportamento verbal potencial de um falante, por isso, no so apenas certas formas especficas deste comportamento que so observadas, mas observadas em circunstncias especficas. ( Probabilidade da resposta Algumas partes do repertrio verbal surgem mais provavelmente que outras dependendo da fora do operante verbal. ( Emisso de Resposta Se a resposta emitida, o operante provavelmente forte. Num lapso verbal, circunstncias ambguas, difceis ou no-apropriadas, a resposta no conveniente para a situao, mas ocorre porque forte. ( Nvel de energia O operante verbal que mais valoroso para o falante ser mais enfatizado no relato, gesto, escrita, etc sugerindo uma ordem de valores possveis. Em nveis baixos, a parte da resposta que cai de tom chega at o sussurro. Quanto mais alta a resposta, mais alto o grau de intensidade. ( Velocidade Um comportamento verbal forte rpido e a hesitao revela pouca fora. Uma resposta pronta indica que o falante estava fortemente inclinado a d-la. Uma demora nos leva a suspeitar algo errado nas circunstncias controladoras. Em comportamento patolgicos, como na afasia, pode haver atrasos maiores. ( Repetio ( Limitaes na evidncia de fora Energia, velocidade e repetio so afetadas por condies especiais de reforo. A comunidade verbal, por exemplo, pode forar a fala a um certo padro. ( Frequncia alta til saber que uma resposta frequentemente emitida, porm, tambm importante conhecer as condies predominantes. ( Probabilidade e exemplo isolado Observao das frequncias para a considerao da probabilidade de um fato isolado. - Variveis independentess e processos correlatos Condies e acontecimentos que so necessrios para conseguir previso e controle do comportamento verbal. ( Condicionamento e extino necessrio o reforo para que um operante adquira fora e continue a ser mantido, mas esse processo de condicionamento operante mais evidente nos estgios iniciais de aprendizagem de um comportamento nos quais so usados o mtodo de aproximaes sucessivas ou modelagem. A modelagem muito utilizada para aquisio do repertrio verbal, o reforo para a manuteno, a extino para o enfraquecimento e a extino para o desaparecimento. ( Controle de estmulo Na contingncia de trs termos tem-se: na presena de um dado estmulo uma dada resposta caracteristicamente seguida por um dado reforo. Quando esta contingncia prevalece, o organismo tende a emitir a resposta na presena dos estmulos anteriores (discriminao de estmulo) ( Motivao e emoo As operaes estabelecedoras tambm so independentes e podem controlar o comportamento verbal. Estas modificam a probabilidade de um organismo para emitir uma resposta verbal. Ex.: privao, saciao. ( Controle aversivo O comportamento pode ser reforado pela reduo do estmulo aversivo pela fuga (reduo deste estmulo) ou pela esquiva ou evitao (suspenso de um estmulo aversivo). O ouvinte e o episdio verbal total O conceito tradicional admitia que a linguagem acordaria na mente do ouvinte idias presentes na mente do falante ou que a comunicao s era bem sucedida quando uma expresso tinha o mesmo sentido para o falante e para o ouvinte. O comportamento do ouvinte no verbal, mas como ele quem reage aos estmulos verbais do falante os produtos finais do comportamento verbal, h que se considerar o ouvinte com parte integrante do episdio verbal. O interesse no ouvinte est em saber o que acontece aos estmulos verbais criados pelo falante. II PARTE: VARIVEIS DE CONTROLE O MANDO Operante verbal no qual a resposta de uma forma dada caracteristicamente seguida por uma consequncia dada numa comunidade verbal e est sob o controle funcional de condies relevantes de privao ou estmulo aversivo. A resposta no tem uma relao especfica com um estmulo anterior. O mando especifica seu reforo, e muitas vezes, a ao e o reforo final, ou seja, beneficiando mais o falante. O que mantm o comportamento do ouvinte a privao e/ou a estimulao aversiva. ( Tipos de mando a) Pedido: o ouvinte independentemente motivado a reforar o falante b) Ordem: o ouvinte reforado pela reduo da ameaa (estmulo verbal aversivo) e s pode escapar proporcionado reforo ao falante. c) Splica (ou pedido): mando que proporciona reforo gerando uma disposio emocional d) Questo: mando que especifica a ao verbal e o comportamento do ouvinte permite classificar a questo em solicitao, ordem ou pedido. Conselho: quando o mando proporciona ao ouvinte consequncias positivas. Aviso: quando, o mando sendo seguido, o ouvinte escapa de estimulao aversiva. Permisso:. Mando que cancela a ameaa quando o ouvinte estava inclinado a agir de certa forma, mas foi refreado. Oferecimento: quando o reforo gratuito do comportamento do ouvinte ampliado pelo falante ( Propriedades dinmicas do mando O mando um tipo expressivo de operante pois depende de uma larga gama de propriedades dinmicas. A velocidade, fora, repetio, durao do mando, entre outros dependem da histria passada de cada um, especialmente a histrias de privao, controles aversivos e reforamentos. ( Tratamento tradicional O mando sugere o modo imperativo, mas os interrogativos tambm so mandos, como muitas das interjeies e vocativos, e alguns subjuntivos e optativos. A deficincia da gramtica e da sintaxe se revelam aqui pois so sistemas descritivos e no fazem uma anlise causal do comportamento. O Mando Prolongado Mandar no significa que haver reforo se o ouvinte no puder emitir uma resposta de acordo com o mando. O fato de o reforo ser improvvel ou impossvel pode afetar as propriedades dinmicas. Na ausncia de ouvintes, os mandos so irracionais pois no podem ter qualquer efeito sobre o meio no momento, mas o processo subjacente legal. ( Mandos supersticiosos Acontecem quando h reforo acidental da resposta verbal. ( Mando mgico Mandos que jamais tiveram o efeito especificado, ou qualquer outro efeito similar, em ocasies semelhantes. O falante parece criar novos mandos por analogia com os antigos. ( Mando na literatura Se fazem principalmente por meio de vocativos, chamar a ateno do leitor (Olhe!, Veja!, Oua!) ou mandar um comportamento verbal (o leitor mandado a alterar ou controlar suas emoes). O COMPORTAMENTO VERBAL SOB CONTROLE DE ESTMULOS VERBAIS ( Comportamento ecico ou de repetio Quando a resposta gera um padro sonoro semelhante ao do estmulo. O reforo do comportamento ecico proporcionado com o auxlio de mandos Diga X, onde um ouvinte, tornado-se um falante, reforado se sua resposta produz o som X . O comportamento ecico no pode ser confundido com respostas auto-reforadoras e tambm no com uma reproduo posterior de uma fala ouvida. Ele tambm no demonstra nem depende nenhum instinto ou faculdade de imitao. A semelhana formal do estmulo e da resposta no necessita aumentar a probabilidade de ocorrncia da resposta ou proporcionar qualquer auxlio em sua execuo. Este comportamento, como qualquer outro, modelado e mantido por certas contingncias de reforo. Um estmulo verbal no tende a gerar uma resposta com idntico padro sonoro quando examina-se o longo processo mediante o qual so adquiridos os operantes de repetio. Numa resposta repetida correta, a correspondncia formal usualmente boa, mas isto no quer dizer que haja necessariamente uma conexo funcional entre cada par de tais traos ou propriedades. Desde que um falante usualmente ouve a si prprio e, assim, se estimula verbalmente, ele tambm pode fazer eco a si prprio o que pode ser chamado de comportamento auto-ecico. A frase que continua e no nos sai da cabea uma manifestao deste efeito. ( Comportamento textual No texto os estmulos so de uma modalidade /(visual ou tctil) e os padres produzidos pela resposta so de outra modalidade (auditivos), falta a correspondncia de forma que torna possvel a natureza precisa do repertrio mnimo de comportamento ecico. O repertrio textual mnimo depender da natureza do texto. Num operante textual, a resposta vocal est sob o controle de um estmulo verbal que no procede de um auditrio. O reforo do comportamento textual advm da comunidade verbal em valorizar a existncia de mais um membro alfabetizado no grupo. O reforo automtico de ler um texto interessante tem o efeito de ampliar a probabilidade de ocorrncia de tal comportamento e no refora diferencialmente as formas corretas no nvel fontico. Quando tomamos nota, criamos um texto para controlar nosso comportamento mais tarde e este fato chamado de autocomportamento textual. ( Transcrio O escrever s ocorre no meio, e para este caso, h que se considerar trs nveis: 1) obter os materiais ou instrumentos necessrios, 2) fazer marcas de forma diferenciada e 3) transmitir tais marcas para o leitor. ( Comportamento intraverbal Respostas verbais que no apresentam correspondncia ponto a ponto com os estmulos verbais que as evocam Aspectos que precisariam de maior esclarecimento/discusso do meu ponto de vista: (Pg. 29) Se o comportamento verbal se modifica o comportamento de outro ou se for reforado por um ouvinte, ento qual o reforo de se escrever um dirio se ningum vai ler a no ser o prpria pessoa que escreveu? Ento no comportamento verbal, e, assim, seria apenas um operante ou um comportamento no verbal? (Pg. 29) A escrita e a datilografia podem ser primordialmente verbais ou transcries de uma forma vocal anterior., porm l algo, refletir sobre e depois escrever a respeito comportamento verbal? Se sim, no dependeu de comportamento vocal prvio!? (Pg. 30) Sobre a musculatura envolvida na fala, Skinner faltou ressaltar que esta musculatura deve estar estrutural e funcionalmente em boas condies, do contrrio, no se tem fala, ou se tem, mas no audvel. (Pg. 32) Ao se falar que no precisamos conhecer todos os detalhes de uma resposta vocal desde que o padro sonoro que ela produz obtenha certo efeito sobre uma comunidade verbal especfica, no seria importante ento conhecer a entonao, o contexto da fala, entre outros, ou esses aspectos no fazem parte de detalhes de uma resposta vocal? Quais so os detalhes mais importantes a serem considerados ento? (Pg. 39 e 44) Como se estabelece a fora de um nome para a prpria pessoa a ponto dela ouvir seu nome em meio a uma conversao barulhenta? Como este se torna e se mantm como comportamento inadequado? (Pg. 56 e 57) O que controla o comportamento do ouvinte no mando a privao e/ou a estimulao aversiva apenas? (Pg. 68) sobre induo de estmulos. (Pg. 70) Em que sentido os mandos mgicos ou ampliados se assemelham ao processo de generalizao de respostas? EF PQ 12hop^ _ m n -!.!!!6"k"""$$%%&&))** * *++'/(/i0j033f3g3&4'445:5<5=5::O>P>8?9?U??@6 j6CJOJQJmHsH jCJOJQJmHsH>*CJOJQJmHsHCJOJQJmHsHOEF OPg 12h dh $ dha$$ & Fa$F;no*] ^ k m ,!-!@!!!! !5"6"k""""$$$%%%&&&'''()))*** *$ & Fa$  & F   * *1+++,R,,2--.X..&/'/J/h0i00111|233)3e3  & F   & F  e3f3v3%4&4=44444455:5;5<5d55T66889:::;< $ dha$$ & Fa$ <z<<=K>O>^>6?8?U?????@YAXB1CDEF5FFFF $ & Fdha$ & F dh  $ dha$@YAPCDFF CJOJQJCJOJQJmHsH &P . A!n"n#n$n% i0@0 Normal_HmHsHtHD@D Ttulo 1$@&5CJOJQJmHsHu6A@6 Fonte parg. padro\B@\ Corpo de texto$ dha$CJOJQJmHsHuBZEF O P g  12h;no*]^km,-@56k !!!"""###$%%%&&& & &1'''(R((2))*X**&+'+J+h,i,,---|.//)/e/f/v/%0&0=00000011:1;1<1d11T2644566678z889K:O:^:6;8;U;;;;;<Y=X>1?@AB5BBBB0                                                            && &&&&&&&&&& & & & &&&&&&&& &&&&&&&&&&&&&&&&&& &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& & & & & & & & &&0@F$,! *e3<F%'()*+F&BPBW k . k l -M->0F044Y7Z7{88<<&?/?"A,AFBlBBBMEGOC:\Meus documentos\Meg\Mestrado\Comportamento Verbal\Resumo parte 1,2,3 e 4.docMEGOC:\Meus documentos\Meg\Mestrado\Comportamento Verbal\Resumo parte 1,2,3 e 4.docMEGOC:\Meus documentos\Meg\Mestrado\Comportamento Verbal\Resumo parte 1,2,3 e 4.docMEGOC:\Meus documentos\Meg\Mestrado\Comportamento Verbal\Resumo parte 1,2,3 e 4.docMEGOC:\Meus documentos\Meg\Mestrado\Comportamento Verbal\Resumo parte 1,2,3 e 4.docMEGOC:\Meus documentos\Meg\Mestrado\Comportamento Verbal\Resumo parte 1,2,3 e 4.docMEGKC:\WINDOWS\TEMP\Salvamento de AutoRecuperao de Resumo parte 1,2,3 e 4.asdMEGKC:\WINDOWS\TEMP\Salvamento de AutoRecuperao de Resumo parte 1,2,3 e 4.asdMEGOC:\Meus documentos\Meg\Mestrado\Comportamento Verbal\Resumo parte 1,2,3 e 4.docClienteNC:\Documents and Settings\Meg\Meus documentos\Meg\meu site\word\cptoverbal.docfG/B?@ABCDFGHIJKLORoot Entry FQ1Table.3WordDocument"ZSummaryInformation(=DocumentSummaryInformation8ECompObjoObjectPool  FDocumento do Microsoft Word MSWordDocWord.Document.89q