ĐĎॹá>ţ˙ RTţ˙˙˙Q˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙ěĽÁ9 đżKJbjbjýĎýĎ"`ŸĽŸĽKF˙˙˙˙˙˙lööööööö â â â â î 4 ś. . . . . . . . $E ez4ö. . . . . 4\öö. . I\\\. .ö. ö. \. \T\°Š˘öö. "  č áö‡Ä Ř â \ž" _0ŕ"ß\ß\  ööööŮUniversidade de Brasília - UNB Instituto de Psicologia Departamento de Processos Psicológicos Básicos Disciplina: Comportamento Verbal Professor: Antônio Ribeiro Período: 2/2001 Aluna: Meg Gomes Martins Matrícula: 01/ 37090 O Comportamento Verbal B.F.Skinner CAP. 5 - O TACTO Tacto é o operante verbal no qual uma resposta de certa forma é evocada (ou pelo menos reforçada) por um objeto particular ou um acontecimento ou propriedade de objeto ou acontecimento. A essęncia do tacto está na relaçăo funcional na qual a presença de um dado estímulo aumenta a probabilidade de ocorręncia de uma determinada forma de resposta. A relaçăo de controle As relaçőes de controle no tacto contrasta com as relaçőes do mando onde os resultados mais eficientes săo obtidos quando se rompe qualquer conexâo com o estímulo anterior, deixando assim a privaçăo ou a estimulaçăo aversiva no controle da resposta. No tacto, assim como nos comportamentos ecóico, textual e intraverbal, a relaçăo com qualquer privaçăo ou estimulaçăo aversiva específica é enfraquecida e uma relaçăo excepcional com um estímulo discriminativo é estabelecida. Uma dada resposta especifica uma dada propriedade o que é chamado de referęncia na teoria semântica. O mando permite que o ouvinte infira algo acerca da condiçăo do falante, independentemente das circunstâncias externas, enquanto que o tacto permite que ele infira algo acerca das circunstâncias, independentemente da condiçăo do falante. Reforço do tacto O reforço do ouvinte é chamado de reforço educacional porque estabelece e mantém uma forma particular de comportamento falante, entretanto o estímulo especificado pelo tacto năo é diretamente acessível ao ouvinte. O tacto visa o benefício do ouvinte ampliando seu contacto com o meio, e é essa a razăo pela qual este comportamento é construído na comunidade verbal. O principal efeito é a determinaçăo da forma ou topografia do comportamento (na “modelagem” de respostas) e em esclarecer o controle do estímulo. A resposta no ouvinte a um tacto A noçăo tradicional das teorias do significado apontam as palavras como representantes das “coisas”, entretanto as pessoas năo se comportam diante das palavras da mesma forma que diante dos objetos. Como exemplo, o estímulo verbal “raposa” năo causa, por simples condicionamento, nenhum comportamento prático apropriado para raposas. Ouvir o estímulo “raposa” constitui ocasiăo na qual voltar-se e olhar ao redor é frequentemente seguido pelo reforço de ver uma raposa. Tecnicamente, o comportamento de voltar-se e olhar ao redor é um operante discriminado, e năo um reflexo condicionado. O estímulo verbal “raposa” năo é substitutivo para uma raposa, mas uma ocasiăo na qual certas respostas foram e, provavelmente serăo reforçadas pela visăo de uma raposa. O comportamento de correr ou olhar para ela năo pode ser evocado pelo estímulo verbal e, por isso, năo há possibilidade de substituir os estímulos por um sinal ou símbolo. A frequęncia relativa com a qual o ouvinte se engaja numa açăo eficiente ao responder ao comportamento na forma de tacto dependerá da extensăo e da precisăo do controle do estímulo do comportamento do falante. Por proporcionar uma ligaçăo entre o comportamento do ouvinte e um estado relevante de coisas, o tacto parece fornecer mais informaçőes que o comportamento textual, intraverbal ou ecóico, entretanto, esta ligaçăo só é mais longa quando o comportamento do falante é controlado pelo comportamento verbal de outra pessoa. O controle de estímulo do tacto Os operante verbais săo controlados por estímulos provenientes de um auditório, mas este, quando presente, reforça as respostas verbais diferentemente, dependendo da forma da resposta, da ocasiăo ou de ambas. Uma dada ocasiăo pode ser ou năo propícia para um comportamento na forma de tacto. Um dado objeto năo continua a ser ocasiăo inevitável para o reforço de uma resposta apropriada, e a probabilidade da resposta varia, assim, de acordo com a ocasiăo, o que reflete o caráter dinâmico do tacto. - O TATO AMPLIADO Como um repertório verbal năo é o equivalente a uma lista de passageiros de um aviăo o controle de estímulos năo pode ser tăo preciso. Se uma resposta é reforçada numa ocasiăo ou classe de ocasiőes qualquer traço dessa ocasiăo, ou comum a essa classe, parece ganhar alguma medida de controle. Um estímulo novo que possua um desses traços pode evocar uma resposta. Os tactos ampliados apontam para alguma maneiras pelas quais um novo estímulo pode assemelhar-se a um estímulo previamente presente quando uma resposta foi reforçada. Extensăo genérica A propriedade que torna um novo estímulo eficiente pode ser a propriedade pela qual os reforços proporcionados pela comunidade săo contingentes, como por exemplo, quando um falante chama um novo tipo de cadeira de cadeira. Se a resposta é em si mesma reforçada, como é provável, o daqui por diante estímulo năo será totalmente novo, e năo é necessário que um segundo caso exemplifique a extensăo genérica. Na contingęncia de tręs termos, estímulo, resposta e reforço, apenas uma única propriedade do estímulo é especificada na explicaçăo das respostas posteriores. Năo é preciso dizer que o falante “descobre a similaridade e a expressa mediante a transferęncia de uma resposta” pois, esta resposta ocorre simplesmente por causa da semelhança. A extensăo genérica ocorre mesmo quando o falante năo é capaz de responder de outra forma ŕ semelhança quando năo está “cônscio” da mesma. Extensăo metafórica Assim como a extensăo generalizada, a metáfora é uma realizaçăo especial que requer uma faculdade especial de pensamento analógico e ambas extensőes diferem no tipo de propriedade que obtém controle da resposta. Como exemplo tem-se “Julieta é como o sol”, onde Julieta e o sol possuem algumas propriedades comuns, pelo menos em seu efeito sobre o falante. Este exemplo de extensăo metafórica pode ter sido provocada pela mediaçăo de uma resposta emocional provocada em Romeu tanto por Julieta quanto pelo sol. Năo se pode ter certeza de que uma resposta constitui ou năo um exemplo de extensăo metafórica, a menos que se saiba a história do falante. Quando uma metáfora ampliada é reforçada e, assim, estabiliza como um tacto ampliado, ela tem o efeito de isolar uma nova propriedade estimuladora ou um grupo de propriedades possivelmente até agora năo identificadas na língua. Quando se amplia a resposta “asa” de partes dos pássaros ou insetos para aviőes a resposta é controlada por uma sutil propriedade geométrica comum a todos os casos. A diferença entre a extensăo genérica e a metafórica e que aquela respeita a prática reforçadora original a qual persiste imutável na comunidade verbal e nesta novas propriedades da natureza săo constantemente trazidas para o controle do comportamento verbal e como foram adquiridas em outras circunstâncias pode-se fazer inferęncias sobre suas respostas. O comportamento verbal científico é estabelecido e mantido por causa de certas consequęncias práticas e portanto, prevalecendo a extensăo genérica. Em Literatura năo há consequęncias práticas semelhantes e, por isso, as extensőes metafóricas prevalecem. A extensăo metafórica é mais útil quando nenhuma outra resposta for disponível, mas também, infelizmente, é usada quando năo há nada a dizer. Numa situaçăo nova, na qual nenhum termo genérico pode ser ampliado, o único comportamento eficaz pode ser metafórico. Extensăo metonímica Aqui ocorre a ampliaçăo do tacto quando um estímulo adquire controle sobre a resposta, porque frequentemente acompanha o estímulo sobre o qual o reforço é normalmente contingente. Ex: o autor pela obra (“Ouvi Mozart com emoçăo”), o continente ou o que contém pelo conteúdo ou o que está contido (“Ele comemorou tomando um copo de caipirinha”), a parte pelo todo ou sinédoque (“Săo muitas as famílias que procuram um teto para morar”), o singular pelo plural (“A mulher foi chamada para ir ŕs ruas na luta contra a violęncia”), o instrumento pela pessoa que o utiliza (“Ele é um bom pincel”), o abstrato pelo concreto (“A juventude é corajosa e nem sempre consequente”), o efeito pela causa (“Com muito suor o operário construiu sua casa), a matéria pelo objeto (“Os cristais tiniam na bandeja de prata”). A extensăo metonímica năo ocorre livremente em ambas as direçőes. Năo se descreve uma reforma da Casa Branca dizendo que o Presidente recebeu uma nova măo de tinta. Falta simetria e por isso difere da extensăo genérica e metafórica uma vez que pode constituir o resultado de uma associaçăo puramente acidental de estímulos, e o tacto metonímico muito provavelmente confundirá o ouvinte e falhará em prepará-lo para uma açăo efetiva. As propriedades controladoras e contingentes săo tăo imprecisamente associadas que a resposta, em geral, é de pouco valor quando falta uma resposta-padrăo. Extensăo por solecismo No solecismo ou catacrese, a propriedade que obtém controle da resposta relaciona-se apenas distantemente com a propriedade definidora sobre a qual reforços padronizados săo contingentes ou assemelha-se a essa propriedade por motivos irrelevantes, como por exemplo em “Sentou-se no braço da cadeira para descansar” (catacrese) ou em “ Faltou muitos alunos no dia do jogo da Seleçăo” (solecismo). Neste exemplos, năo quer dizer que algumas impropriedades năo sejam eficientes ou năo sejam reforçadas, entretanto, săo perturbadores para o ouvinte e, muitas vezes podem ser perigosos. Muitas comunidades verbais năo apenas falham em responder eficientemente a tais extensőes, como também proporcionam-lhes algum tipo de puniçăo. Assim como a metafóra e a metonímia, a extensăo solecista é mais comum quando năo há nenhuma outra resposta disponível. Nomeaçăo Um tacto muitas vezes é ampliado quando uma pessoa ou coisa recebe um nome. O nosso “nenę da casa” é uma espécie de nome próprio, no sentido de que identifica razoavelmente um objeto particular, mas năo pode identificar esse objeto em outras ocasiőes, ou quando é dito por outras pessoas, e năo pode continuar a ser usado ŕ medida que o objeto muda por isso um nome próprio é mais eficaz. Muitos nomes próprios aceitos săo mera sobrevivęncia de conjuntos de tactos, como em “A igrejinha da esquina” e também podem exemplificar a extensăo de uma relaçăo de tacto como quando nomes dados ŕs crianças săo adquiridos pelos pais quando estes contactam amigos, parentes ou figuras admiradas da história, o que reflete uma extensăo genérica, porém nomes adquiridos por pertencerem a pessoas que despertam reaçőes emocionais incompatíveis săo evitados. A própria singularidade do nome próprio, todavia, expőe o processo de esquecimento. Há razőes para se esperar que os nome próprios sejam esquecidos mais facilmente. Na medida em que săo estritamente “próprios” – isto é, na medida que năo apresentam extensőes de outros estímulos – săo usados e reforçados numa situaçăo limitada em um número limitado de vezes. Se, por acaso, um nome próprio apresenta uma extensăo metafórica ele adquire uma vantagem mnemônica. Adivinhaçăo Na ausęncia de qualquer estímulo relevante pode-se exercer pressőes para evocar respostas que se assemelham a tactos, porém para ser considerado tacto, a forma da resposta resultante deve ser controlada de algum modo pelo estímulo antecedente. Em “Cara ou Coroa?”, tem-se um exemplo de uma situaçăo clássica de adivinhaçăo na qual a posiçăo da moeda năo controla a resposta do adivinhador e, assim sendo, a resposta năo é um tacto. Experięncias anteriores á situaçăo de adivinhaçăo estabelecem tendęncias, quer para repetir, quer para recusar a repetiçăo de respostas anteriores. Dinâmica do tato ampliado Um tacto pode variar com a clareza ou a raridade do estímulo e com as condiçőes de motivaçăo momentâneas do falante. Quando a ampliaçăo ocorre pela primeira vez a probabilidade da resposta dependerá da semelhança entre situaçőes novas e antigas. - ABSTRAÇĂO Qualquer propriedade de um estímulo, presente quando uma resposta verbal é reforçada, adquire grau de controle sobre essa resposta, e esse controle continua a ser exercido quando a propriedade aparece em outras combinaçőes. A abstraçăo é um processo verbal peculiar, porque um meio năo –verbal năo pode proporcionar a contingęncia restrita necessária. Uma única propriedade pode controlar uma resposta năo-verbal, mas năo pode controlar apenas tal resposta, a menos que ela seja o único e inevitável acompanhamento de outro conjunto de propriedades. Aquilo a que se refere os termos abstratos năo pode “existir por si”, como os objetos, e esta é a razăo pela qual formulamos abstraçőes. O que significa realmente poesia, cadeira, vermelho ou piramidalidade? Os referentes das abstraçőes – as propriedades dos estímulos que controlam os tactos abstratos – só podem ser descobertos por certos métodos empíricos. De forma científica, a fórmula é básica: manipular os estímulos e, em funçăo da presença ou ausęncia da resposta, identificar as propriedades controladoras efetivas, como por exemplo, nos experimentos sobre formaçăo de conceitos. A importância da abstraçăo Um repertório de tactos comuns tem muitas vantagens. Ŕs vezes é econômico responder a uma apresentaçăo total de estímulos com um nome próprio, mas um repertório abstrato torna possível selecionar e identificar apenas as +propriedades apresentadas importantes para o ouvinte. A dinâmica dos tactos abstratos A força de um tacto abstrato reflete sua história de reforço e a força da resposta pode ser modificada de acordo com tal história. A proporçăo de respostas năo-reforçadas em relaçăo ŕs reforçadas representa o que pode-se chamar de grau de abstraçăo. No ambiente particular de determinado indivíduo, é claro, alguns termos altamente abstratos podem ser fortes e alguns termos gerais podem ser bastante fracos. O PROBLEMA DA REFERĘNCIA Para a semântica o referente é um conjunto de informaçőes da mensagem transmitida do emissor para o receptor. Palavras de um lado e coisas de outro encontram-se numa relaçăo mútua chamada referęncia, designaçăo ou denotaçăo. Entretanto, de que modo uma palavra pode significar aquilo que o falante tem a intençăo de dizer ou comunicar alguma condiçăo de uma coisa a um ouvinte nunca foi satisfatoriamente estabelecido. Antes e acima da relaçăo de referęncia é necessário considerar a questăo de asserçăo e a questăo acerca da precisăo e veracidade de uma resposta por isso é importante encontrar termos, năo apenas para ocupar os lugares tradicionais, mas para empregá-los no tratamento de um assunto tradicional. Em qualquer repertório verbal encontra-se uma confusa mistura de relaçőes entre formas de respostas e formas de estímulos. O problema é encontrar as unidades básicas de “correspondęncia”. O referente de uma resposta pode ser identificado sempre que a resposta é dada. Quando o estímulo aparece como sendo um objeto, este é tomado como referente da resposta; todavia, há sempre um elemento de abstraçăo. As propriedades de um estímulo relevantes na evocaçăo da resposta só podem ser descobertas considerando-se uma série de ocasiőes nas quais as propriedades săo sistematicamente variadas e a presença ou ausęncia da resposta é notada. Năo se pode resolver esse problema dando ŕ propriedade relevante uma espécie de status de objeto, como um “conceito” ou “abstraçăo”. Năo se reforça uma resposta quando um “conceito” está presente, pois o que está presente é um estímulo particular. Pode-se dizer, entăo, que o referente é uma classe de estímulo definida por tal propriedade ou propriedades. A referęncia numa linguagem ideal Quando se responde a um objeto verbal (Ex: fala ouvida) tacta-se esse objeto no único sentido em que qualquer objeto jamais pode ser tactado. Um tipo rudimentar de construçăo de modelo pode ser exemplificado quando uma resposta verbal se assemelha a um estímulo năo-verbal. No comportamento vocal, tal relaçăo recebe o nome de onomatopéia e no comportamento escrito de pictogramas ou hieróglifos. Os referentes em outros tipos de operantes verbais COMPORTAMENTO VERBAL SOB O CONTROLE DE ESTÍMULOS PRIVADOS Respostas verbais ao comportamento do falante CAP. 6 – CONDIÇŐES ESPECIAIS QUE AFETAM O CONTROLE DE ESTÍMULOS MEDIDAS ESPECIAIS DE REFORÇO GENERALIZADO O tacto distorcido REFORÇOS NĂO GENERALIZADOS Reforço especial do comportamento operante do ouvinte Reforço especial do comportamento emocional do ouvinte A força das reaçőes do ouvinte Outros aspectos reforçadores do comportamento do ouvinte REFORÇOS ESPECIAIS DE EFEITOS SOBRE O FALANTE A PUNIÇĂO DO COMPORTAMENTO VERBAL O LEITOR Aspectos que precisariam de maior esclarecimento/discussăo do meu ponto de vista: (Pág. 121 – 2ş parag.) Em “Năo se pode ter certeza de que uma resposta constitui ou năo um exemplo de extensăo metafórica, a menos que se saiba a história do falante” é de extrema importância considerar as histórias de aprendizagem dos comportamentos das pessoas, e neste caso, histórias de aprendizagem por imitaçăo săo fundamentais para estabelecer comparaçőes subentendidas entre pessoas ou grupos de pessoas. (Pág. 133 e 134) Em “Há razőes para se esperar que os nome próprios sejam esquecidos mais facilmente. Na medida em que săo estritamente ‘próprios’ – isto é, na medida que năo apresentam extensőes de outros estímulos – săo usados e reforçados numa situaçăo limitada em um número limitado de vezes”, entăo quer dizer que é mais fácil esquecer de Sigfrida ou Abdias que de Joăo, Maria ou José por estes serem nomes mais reforçados em nosso repertório verbal? Uma pessoa com história de contato com nomes pouco comuns năo teria maior facilidade para năo esquecer nomes incomuns, ou seja, isto năo é uma questăo de treino? (Pág. 135) O comportamento de jogar na Loteria ou no Jogo do Bicho é um operante verbal de tacto ampliado por adivinhaçăo? (Pág. 149) Acho que a Figura 7 merece maiores detalhamentos. äĺ “ö'ű'+(1(/E‚EzH‚H†HŒH”H˜HšHŸHŁH§HHJIJKJőęÜŃŃĎĎŃĎĎĎĎĎŃ6CJOJQJmHsH56CJOJQJmHsHCJOJQJmHsHCJOJQJmHsH8g‰Ľľäĺü  {|“ŐÄ Ĺ × ¸ ýýýýýýýýřřýýöýîîîăÝÝÓĘÓ  & F ĆŠ  ĆŠ„`„ ĆŠ $ & Fdha$$dha$$a$KJý¸ ĺ ć  ˛‡ČÉęŕâő  ¸ ™šŻ°=Č. 5!6!J!őőěőőőőěőőőőőăőőőőăőőőőőőă  & F ĆŠ  & F ĆŠ  ĆŠ„`„J!p$#&Á&Â&Ű&ś)0*1*:*Ŕ+Š-Z/[/h/Ž1Ż1Ę1Â2Ă2Ő2ˇ35R7S7o7„8őőőőěőőőěőőőőěőőěőőőőőőőăő  & F ĆŠ  & F ĆŠ  ĆŠ„`„„8…8Ľ8@:A:Z:<*=ç=Ŕ>AA3AĂAĆBÇBüBýB8C9CgC¨CŠCÔCŐCőěőőăőőőőőőÚőőőÚőăőŃĎőăő  & F ĆŠ  & F ĆŠ  & F ĆŠ  & F ĆŠ  ĆŠ„`„ŐCčCéCDD*CJOJQJmHsHu6A@ň˙Ą6 Fonte parág. padrăo\B ň\ Corpo de texto$ ĆŠŔdha$CJOJQJmHsHunC`n Recuo de corpo de texto$„ˆdh`„ˆa$CJOJQJmHsHuKF`˙˙˙˙8g‰Ľľäĺü  {|“ŐÄĹ׸ĺ㞠‡ Č É ę ŕâő  ¸ ™šŻ°=Č.56Jp #"Á"Â"Ű"ś%0&1&:&Ŕ'Š)Z+[+h+Ž-Ż-Ę-Â.Ă.Ő.ˇ/1R3S3o3„4…4Ľ4@6A6Z68*9ç9Ŕ:==3=Ă=Ć>Ç>ü>ý>8?9?g?¨?Š?Ô?Ő?č?é?@@<@=@t@u@”@•@Î@Ď@ţ@˙@"A#A,A.A/A‚A"CE FHFIFJFMF˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€€€˜€ ˜€ ˜€ ˜€ ˜ € ˜€ ˜€ ˜€ ˜ € ˜€ ˜€ ˜€ ˜ € ˜€ ˜€ ˜€ ˜€ ˜ € ˜€ ˜€ ˜€ ˜€ ˜€ ˜ € ˜€ ˜€ ˜€ ˜€ ˜ € ˜€ ˜€ ˜€ ˜€ ˜€ ˜€ ˜ € ˜€ ˜€ ˜€ ˜€ ˜ € ˜€ ˜€ ˜€ ˜ € ˜€ ˜€ ˜€ ˜€ ˜ € ˜€ ˜€ ˜ € ˜€ ˜€ ˜€ ˜€ ˜€ ˜€ ˜€ ˜ € ˜€ ˜€ ˜ € ˜€ ˜€ ˜ € ˜€ ˜€ ˜€ ˜€ ˜€ ˜€ ˜ € ˜€ ˜€ ˜€ ˜ € ˜€ ˜ € ˜€ ˜ € €€˜€‹?˜ €‹?˜€‹?˜ €‹?˜€‹?˜ €‹?˜€‹?˜ €‹?˜€‹?˜ €‹?˜€‹?˜ €‹?˜€‹?˜ €‹?˜€‹?˜ €‹?˜€‹?˜ €‹?˜€‹?˜ €‹?˜€‹?˜€‹?˜€‹?˜ €‹?˜ €€>˜ €>˜ €¤=˜€€˜€€˜€€KJ(¸ J!„8ŐC JKJ)+,-./KJ*&ÇÎşÁek™ ľź•œŒš?I˙"•Ÿ¸ÁĽ| † Š ą ż!É!" 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