ࡱ> <>;9 3bjbj>/l*******>\\\\ h>C$ b* ** **   ** H>\"  0C{ { >>****1a PARTE: Controle de estmulos verbais gerados por outra pessoa 1) Considere as afirmativas a seguir e responda aos itens abaixo. Voc dever responder trs itens: 2.1 ou 2.2 2.3 e 2.4 Afirmativa O controle exercido por regras interfere com o controle exercido por contingncias de reforo, de modo que o comportamento governado por regras insensvel a mudanas nas contingncias. Afirmativa B O grau de sensibilidade do comportamento governado por regras influenciado por inmeras variveis, sendo errneo afirmar que a insensibilidade comportamental uma propriedade definidora do controle por regras. 1.1) Indique e exemplifique duas estratgias experimentais comumente utilizadas para separar o controle por regras do controle por contingncias de reforo. Em seus exemplos, indique o(s) autor(es) da pesquisa. 1.2) Apresente duas evidncias empricas favorveis afirmativa A. Em sua resposta, indique o(s) autor(es) da pesquisa. O modo de instruo dada e o comportamento de seguir regras devido a um contato com contingncias sociais aversivas ao longo da histria so evidncias empricas que podem demonstrar a insensibilidade comportamental. Wulfert, Greenway, Farkas, Hayes & Gougher (1994) apresentam um exemplo consistente sobre insensibilidade enfatizando o grau de variabilidade comportamental. Com recrutamento de sujeitos humanos atravs de testes estes foram classificados como tendo personalidade rgida baixa ou alta. Os dados achados por esses autores demonstraram que sujeitos com grau de rigidez alta, quando expostos a situaes experimentais em laboratrio, replicam o tipo de comportamento observado no ambiente natural, ou seja, pessoas com alta rigidez, sob certas condies, mostram insensibilidade a mudanas nas contingncias. Neste experimento os autores tambm encontraram em seus dados que a sensibilidade s regras e aos esquemas dependem do modo de instruo dada. Os sujeitos que receberam instrues acuradas foram sensveis regra e contingncia, porm os que receberam instrues mnimas e eram rgidos foram mais insensveis contingncia (DRL) e mais sensveis s regras. Os indivduos menos rgidos alguns no seguiram regra e foram mais sensveis contingncia. Em suma, indivduos menos rgidos expem-se mais as contingncias ambientais e em certas condies podem abandonar a regra fornecida anteriormente. 1.3) Apresente evidncias empricas favorveis afirmativa B, descrevendo o efeito de, no mnimo, trs variveis distintas sobre a sensibilidade do comportamento governado por regras. Em sua resposta, indique o(s) autor(es) da pesquisa. O argumento de que comportamentos governados por regras no so sensveis a mudanas nas contingncias ambientais bem discutido em artigo terico por Madden, Chase & Joyce (1998). Esses autores apontam para conflitos na literatura sobre controle verbal na forma de conceituar sensibilidade o que reflete em uma variao na interpretao dos dados empricos. Alguns autores demonstraram que a insensibilidade comportamental depende de inmeros fatores, como por exemplo o grau de contato com as contingncias (Galizio, 1979), o contedo das instrues (Danforth, Chase, Dolan & Joyce, 1990), a densidade de reforos e o grau de discriminabilidade da contingncia (Newman, Buffington & Hemmes, 1995), a histria de reforamento (Martinez & Ribes, 1996; Hackenberg & Joker, 1994) entre outras variveis. Galizio (1979) demonstrou em quatro experimentos o quanto o comportamento governado por instrues pode ser controlado por variveis consequentes de reforamento. Os dados achados por Galizio demostraram que o comportamento instrucional pode ser sensvel s mudanas nas contingncias de reforo se a este for permitido contacto com as discrepncias entre instruo fornecida e contingncia em vigor. Danforth e col. (1990) utilizaram trs experimentos para estudar o contedo das instrues e os resultados encontrados comprovaram que o reforamento diferencial sozinho produz controle do comportamento do indivduo pelos estmulos envolvidos na instruo, porm a instruo sozinha no produz este controle de estmulos, a no ser que seja acompanhada pelo reforamento diferencial. Neste estudo pode-se observar que a regra aparentemente altera o controle de estmulos da instruo assim como o reforamento diferencial, porm de uma forma mais rpida. Newman e col. (1995) encontraram em seus dados maior sensibilidade comportamental quando foi utilizado um estmulo discriminativo no verbal e maior insensibilidade ao se usar instruo verbal. O grau de discriminabilidade das contingncias dependeu da histria prvia dos sujeitos com relao aos estmulos empregados no experimento e tambm do esquema o qual foram expostos sendo demonstrado que em CRF a discriminabilidade das contingncias permitiu maior contacto com estas e assim maior ganho de reforos do que nos esquemas FR. A instruo verbal estabelecida na sesso era menos discriminvel, gerando menor densidade de reforos para os sujeitos e por isso eles abandonaram mais facilmente esta instruo. A insensibilidade ocorreu devido a no discriminabilidade das contingncias. 1.4) Com base em suas respostas aos itens anteriores, seria pertinente afirmar que regras no selecionam comportamento, ou seja, que regras influenciam comportamento somente quando seguir regras j foi previamente selecionado por contingncias de reforo? Justifique sua resposta. Skinner (1969) j outrora argumentou e eu parafrasearei grosso modo: as regras do um norte para a pessoa, do um empurro inicial ao comportamento que precisa ser desempenhado, porm as contingncias de reforo so necessrias para modelar e refinar este desempenho. Regras podem facilitar o desempenho mais que o reforo diferencial, sob certas circunstncias, afinal um estmulo antecedente a mais fornecido pelo ambiente. Entretanto, por uma questo de seleo por consequncias til pensarmos que regras no esto presentes em todos os momentos da vida de um organismo por isso a importncia de exposio deste organismo s contingncias ambientais para que seus comportamentos sejam selecionados pelas contingncias de reforo do ambiente.. 2a PARTE: Controle de estmulos verbais gerados pela prpria pessoa 2) Dentre os itens abaixo relacionados, voc dever responder aos itens 2.1 e 2.2 / 2.3 ou 2.4. 2.1) Descreva e exemplifique pelo menos duas estratgias experimentais usadas para isolar o controle de relatos (descries) verbais sobre o comportamento no-verbal. Em seus exemplos, indique o(s) autor(es) da pesquisa. Basicamente as estratgias experimentais utilizadas para isolar relatos verbais de comportamento no verbal consistem em manipular um e observar a consequncia desta manipulao no outro. Pode-se modelar ou instruir o comportamento no verbal, o verbal ou a correspondncia entre eles. Catania, Matthews & Shimoff (1982) manipularam o relato atravs de modelagem e instrues e observaram os efeitos desta manipulao no comportamento no verbal. Paracampo, Souza, Matos & Alburquerque (2001) manipularam o comportamento no verbal e observaram como o relato ia sendo modelado ou modificado ao longo do experimento. 2.2) Considere a seguinte afirmativa: A influncia exercida por relatos verbais sobre o comportamento no-verbal depende de diversas caractersticas das contingncias (naturais e sociais) de reforamento. Apresente evidncias empricas favorveis afirmativa acima, descrevendo o efeito de, no mnimo, duas variveis distintas sobre a relao verbal-no verbal. Em sua resposta, indique o(s) autor(es) da pesquisa. Algumas variveis podem influenciar o controle do relato verbal sobre o comportamento no-verbal, tais como as mudanas nas contingncias de reforos (Paracampo, Souza, Matos & Alburquerque, 2001; Catania, Matthews & Shimoff, 1982), o controle discriminativo (Torgrud e Holborn, 1990), a acurcia, feedback e tipo de resposta (Ribes & Rodriguez, 2001), contingncias de superstio (Ninness & Ninness, 1999) entre outras variveis. Ninness & Ninness (1999) demonstraram que quando expostos a contingncias de reforo independente da resposta, sujeitos humanos podem desenvolver comportamentos superticiosos, relatarem este comportamento e este influenciar o desempenho no verbal na tarefa. Ribes e Rodrigues (2001) encontraram dados que mostram a influncia da instruo recebida no relato dos sujeitos humanos e assim, por conseguinte, no desempenho no verbal. Quando receberam primeiro instruo incorreta, o relato se tornou varivel (correto e incorreto), mas no afetou o comportamento no verbal na tarefa de matching, mostrando o controle instrucional do relato e controle ambiental do matching. Estes autores tambm demonstraram que quando h uma contingncia programada para o relato (feedback) este se torna mais acurado. Torgrud e Holborn (1990) observaram que, quando expostos a contingncias pouco discriminveis, os participantes do experimento ficaram sob controle dos seus relatos e argumentaram que respostas verbais exercem maior controle sob respostas no verbais quando a estas no permitido discriminao das contingncias em vigor. Catania e col. (1982) observaram em seu estudo que quando o relato modelado ao invs de instrudo ocorre maior correspondncia entre a resposta verbal e a no verbal. Paracampo e col (2001) argumentaram que no necessrio que humanos primeiro formulem regras apropriadas das contingncias em vigor para que seus comportamentos no verbais fiquem sob controle dos relatos. 2.3) Discuta dois argumentos favorveis e/ou desfavorveis afirmativa abaixo. Seus argumentos devem estar apoiados em estudos empricos, os quais devem ser identificados. Relatos verbais (comportamento verbal pblico) e auto-regras (comportamento verbal encoberto) so eventos funcionalmente equivalentes. Assim sendo, uma vez sendo observada correspondncia entre relato verbal e comportamento no-verbal, pertinente afirmar que esse comportamento est sob o controle de auto-regras. 2.4) A noo de que as causas do comportamento (verbal e no-verbal, pblico e privado) devem ser buscadas no ambiente (contingncias de reforo passadas e presentes) parece ser incompatvel com a afirmativa de que o comportamento verbal exerce controle sobre o comportamento no verbal (ou vice-versa). Do ponto de vista analtico-comportamental, como as relaes comportamento verbal vs. comportamento no-verbal devem ser interpretadas? Na anlise experimental do comportamento no ocorre atribuio de causalidade do comportamento a entidades mentais ou estruturas internas do organismo. Neste sentido, no um erro dizer que o comportamento verbal exerce controle sobre o comportamento no verbal. Erro dizer apenas isto e a frase parar neste ponto o que d margem a afirmaes errneas de causalidade. O comportamento verbal realmente pode exercer controle sob o no verbal afinal as contingncias que operam naquele so as mesmas que operam neste. O controle bidirecional. desta maneira que tanto o comportamento verbal e no verbal devem ser interpretadas. No preciso elucubraes a respeito do pensar do indivduo. O que o indivduo pensa para poder relatar um evento eu no posso acessar. Pelo que a cincia tem conseguido demonstrar at os dias atuais ainda no se conhece a maneira pela qual uma comunidade pode saber se o relato de um indivduo corresponde ponto a ponto com o seu pensar, por isso o pensar no pode ser objeto de estudo emprico. A sada seria estudar variveis que afetam o relato e so essas que multideterminam os comportamentos. O ambiente e as interaes deste organismo com o ambiente pode nos d as informaes necessrias para analisarmos as variveis que influenciam o comportamento dos organismos. Espero que o contedo dessa disciplina tenha sido reforador! Desejo a todos um bom trabalho e boas frias! R: Com certeza foi a parte mais reforadora de AEC, obrigada. Entretanto, frias... Acho que s no final do ano. A 7 -.=?G$ ^!!!1"))*++B-D-y-3 56CJ5 5>*CJ>*CJCJ 5CJH*5CJ3AB H~7 >l 3FG$% ^!!1"2"#$ 'T()))$**+++x-y-22222222223$a$/ =!n"n#n$n% i0@0 Normal_HmHsHtH6@6 Ttulo 1$@& CJtHu8@8 Ttulo 2$@&>*CJtHu6A@6 Fonte parg. padro>B@> Corpo de texto6CJtHuNCN Recuo de corpo de texto CJtHuRR@R Recuo de corpo de texto 2 `CJ<P@"< Corpo de texto 25CJ/>AB H~7 >lFG$%^12 #T$%%%$&&''x)y)........../000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000003+33 % ' ,  ( 2 5 ; k p x 1=dk@H:L_qELNVY`   8?BIT\{ 3";"""### #V$]$% %%%--/lor u "L f !!$Q$F)h)//DMA-DPS C:\Meus documentos\Prova AEC.docDMA-DPS>C:\windows\TEMP\Salvamento de AutoRecuperao de Prova AEC.asdDMA-DPS C:\Meus documentos\Prova AEC.docDMA-DPS>C:\windows\TEMP\Salvamento de AutoRecuperao de Prova AEC.asdDMA-DPS C:\Meus documentos\Prova AEC.docDMA-DPS>C:\windows\TEMP\Salvamento de AutoRecuperao de Prova AEC.asdDMA-DPSA:\Prova AEC.docClienteSC:\Documents and Settings\Meg\Meus documentos\Meg\meu site\word\controleverabal.docClienteRC:\Documents and Settings\Meg\Meus documentos\Meg\meu site\word\controleverbal.docClienteRC:\Documents and Settings\Meg\Meus documentos\Meg\meu site\word\controleverbal.doc/@A/0@UnknownGz Times New Roman5Symbol3& z Arial"q*'S2002UnB  IP  PPBDMA-DPSClienteOh+'0p  , 8 DPX`hUnB IP PPBnB DMA-DPSMA-MA-NormalCliente3ieMicrosoft Word 9.0@F#@Խ@*'՜.+,0 hp  MPDFTPS0 UnB IP PPB Ttulo !"#$%&'()*,-./012456789:=Root Entry Fpp?1Table {WordDocument>SummaryInformation(+DocumentSummaryInformation83CompObjoObjectPoolpppp  FDocumento do Microsoft Word MSWordDocWord.Document.89q