ÐÏࡱá>þÿ ikþÿÿÿhÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿì¥Á9 ð¿—tbjbjýÏýÏ%ŠŸ¥Ÿ¥—pÿÿÿÿÿÿlðððððððzzzz †DäLÖÖÖÖÖÖÖÖceeeeee$0! P#’‰ðÖÖÖÖÖ‰ððÖÖžÖðÖðÖcÖc˜(ÆŸððWÖÊ xÑpˆÄvzìš/W ´0äCâ#† â#WððððÙCENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA – UNICEUB Curso: Psicologia 8º semestre (noturno) Disciplina: Dinâmica de Grupo Professora: Lacy Aluna: Meg Gomes Martins COESÃO DE GRUPO Uma das maiores dificuldades para os que desejam compreender os grupos e trabalhar realmente com eles é explicar as grandes diferenças de agrupamento que distinguem uns grupos de outros. Não é fácil encontrar5 uma explicação adequada para a natureza e a origem da coesão do grupo. Um grupo coeso poderia ser caracterizado como aquele em que todos os componentes trabalham reunidos para um objetivo comum, ou um em que todos estão prontos a aceitar a responsabilidade pelo trabalho coletivo. A disposição para suportar dor ou frustração pelo grupo é, ainda, uma outra indicação possível de sua coesão. Pode-se imaginar um grupo coeso como aquele que é defendido, pelos seus componentes, das críticas e ataques externos. O grau em que os componentes do grupo aceitam as mesmas normas de comportamento e de crença foi, considerado como indicador de coesão. Os grupos organizados eram menos suscetíveis à perturbação causada pela partida de um dos componentes que os grupos desorganizados. Incluem-se diversas coisas diferentes nessas descrições intuitivas e operacionais da coesão de grupo. È possível distinguir, pelo menos, três sentidos bem diferentes: atração do grupo, que inclui resistência para deixá-lo; motivação dos membros para participar nas atividades do grupo e coordenação dos esforços dos participantes. Propomos limitar o conceito de coesão, a fim de que se refira ao fenômeno de atração do grupo. Acreditamos que os fenômenos ligados ao nível de motivação possam receber melhor tratamento com o conceito de objetivo de grupo. A coordenação de esforços num grupo é processo complexo, que pode ser dividido em outros aspectos, tais como a atribuição de funções, a influência exercida e a organização estrutural dos grupos. Todas essas características dos grupos são determinantes importantes de seu funcionamento “saudável”. A atração que o grupo exerce depende de dois conjuntos de condições: determinadas características do grupo, tais como seus objetivos, programas, extensão, tipo de organização e posição na comunidade; as necessidades individuais de afiliação, reconhecimento, segurança e outras coisas que podem ser obtidas através dos grupos. Em toda formulação adequada de coesão do grupo é preciso incluir tanto a natureza do grupo quanto o estado de motivação das pessoas. A valência ou atração de qualquer objeto ou atividade é uma função das necessidades do indivíduo e das propriedade do objeto. Sua valência para uma determinada pessoa depende, de um lado, da natureza e da força de suas necessidades e, de outro, da adequação percebida no grupo para a satisfação dessas necessidades. Por exemplo, se uma pessoa adere a um grupo com a expectativa de satisfazer a algumas necessidades pessoais, mas essas necessidades mudam durante sua participação, a atração do grupo decrescerá para ela, a menos que o grupo seja capaz de satisfazer, tão bem ou melhor que antes, às suas novas necessidades. A formulação aqui proposta implica também em que toda redução da capacidade do grupo para satisfazer as necessidades de um membro reduzirá, para este, a atração do grupo. Essa modificação pode ser provocada pela alteração das características do grupo, através de modificação de seu programa, da natureza de participação que impões, da organização interna ou da atmosfera emocional. Naturalmente, por um raciocínio semelhante, devemos esperar que a atração de um grupo aumente com todas as mudanças no grupo que reforcem sua capacidade para satisfazer as necessidades de seus componentes. Deve-se observar que a capacidade de um grupo para satisfazer os desejos de um indivíduo pode não depender totalmente das ocorrências no interior do próprio grupo. Todo grupo existe num ambiente, e os atributos que uma pessoa vê num dado grupo são, em parte, determinados, para ela, pela posição do grupo no ambiente. Se, por exemplo, o grupo tem um grande prestígio na comunidade, será visto com a capacidade para satisfazer as necessidades de status ainda não atingido por um grupo de pouco prestígio. Esta é uma qualidade do grupo, derivada de fontes exteriores a ele. O grupo pode permitir o acesso a determinados objetivos que não podem ser atingidos pelos não-participantes. A atração do grupo é uma função das forças resultantes e que atuam sobre a pessoa, seja ou não membro do grupo, a fim de que pertença a este. A coesão de um grupo é a resultante de todas as forças que atuam sobre os membros, a fim de que permaneçam no grupo. Essa formulação exige, evidentemente, que sejamos capazes de identificar os que são e os que não são membros. Fontes de atração do grupo É possível distinguir duas principais fontes de atração: o próprio grupo é o objeto da necessidade e estar no grupo é o meio de satisfazer necessidades exteriores a ele. O grupo é o objeto da necessidade. Uma das razões mais evidentes para aderir a um grupo é gostar das pessoas que dele fazem parte. Em alguns grupos, essa pode ser a única fonte de atração. Mais frequentemente, no entanto, essa atração pelas pessoas do grupo está ligada ao interesse pela atividade ou por programas da organização. O grupo pode ser o objeto da necessidade, por causa de uma atração para seus componentes ou pela apreciação das atividades possíveis no grupo, ou por ambas as razões. A atração do grupo reside, unicamente, no fato de o indivíduo sentir que o objetivo do grupo é valioso. Grupos como meios de satisfazer necessidades exteriores a eles. Em muitos casos, um grupo pode atrair uma pessoa, principalmente por ser um meio de atingir algum objetivo exterior ao grupo. Alguns autores acentuaram que um grupo pode tornar-se um abrigo protetor contra um ambiente perigoso e, dessa maneira tornar-se um meio de satisfazer a necessidade de segurança. O princípio da “autonomia funcional de motivos”, proposto por Allport, indica não ser absoluta a distinção entre os grupos, considerados como objeto ou como instrumento de satisfação de necessidades. Allport indica que determinado comportamento, originalmente instrumental para a realização de algum objetivo longínquo, pode tornar-se um objetivo em si mesmo depois do desaparecimento do objetivo original. A fonte de atração de um grupo não é igual para pessoas com diferentes tipos de necessidade. É razoável supor que a natureza da vida do grupo se transforma de acordo com diferentes fontes de atração. Há razões para acreditar que os grupos se distinguem pelo grau de participação, por interesse no grupo, ou por obrigatoriedade. Aumento da valência de um grupo Pode-se chegar ao princípio geral de que a valência de um grupo aumenta quando um participante (ou participante potencial) toma consciência de que, através da participação no grupo pode satisfazer suas necessidades. Como é muito mais difícil, embora não seja impossível, mudar as necessidades de uma pessoa, o mais frequente é que as organizações tentem fortalecer várias fontes de atração para os participantes, através da dramatização do valor das características do grupo ou das vantagens obtidas com a participação. A utilização frequente desses recursos indica que é possível aumentar a atração de um grupo, seja através da satisfação das necessidades, seja através da afirmação dessa satisfação. Existe pouco conhecimento sistemático quanto às condições que aumentam a coesão, pois apenas alguns estudos tentaram enfrentar diretamente esse problema. Apesar disso, é possível fazer algumas inferências sobre essas condições, a partir das pesquisas em que a coesão é uma parte incidental do problema de pesquisa. Consideremos, em primeiro lugar, as satisfações intrínsecas de participação no grupo. Quanto maior o prestígio de uma pessoa no interior de um grupo, ou quanto maior parece o prestígio que pode obter, mais se sentirá atraída pelo grupo. As pessoas que são participantes valorizados têm maior probabilidade de serem atraídas por um grupo do que as que não têm muito valor social. Uma situação em que os componentes do grupo estão numa relação cooperativa é mais atraente do que outra, em que são levados a competir. A atração para participar do grupo era maior onde se percebia que os outros participantes eram mais favoráveis à participação que à não-participação. Uma elevada interação entre as pessoas pode aumentar a atração do grupo para seus componentes. Unidades menores têm maior probabilidade de ser mais coesas que grupos maiores. Alguns tipos de semelhança entre os participantes podem fortalecer a coesão de um grupo. Acontecimentos exteriores ao grupo podem também influir em sua atração para os participantes. A coesão de um grupo aumenta se sua posição melhora diante de outros grupos. A valência das atividades num grupo influencia o desejo de colaborar com outros, no mesmo grupo; as hostilidades entre equipes, que se desenvolvem quando duas equipes são obrigadas a interagir, com base em status desigual, influem significamente no desejo de colaborar com outros, no mesmo grupo; os participantes periféricos são mais suscetíveis que os participantes centrais a influências tendentes a produzir mudanças nas afiliações interpessoais. Em alguns grupos, a coesão parece aumentar com os ataques do ambiente e, em outros, com experiências agradáveis. Em resumo, a atração de um grupo pode aumentar se se tornar mais capaz de satisfazer as necessidades das pessoas. Um grupo será mais atraente quanto maiores o status e o reconhecimento que proporcione, quanto mais cooperativas as relações, quanto mais livre a interação e quanto maior a segurança proporcionada aos participantes. Condições da redução da valência de um grupo A valência de um grupo se reduzirá para uma pessoa, se se reduzirem as necessidades que satisfazia, se se ajustar menos como um meio de satisfazer as necessidades existentes ou se adquirir características aborrecidas ou desagradáveis. Uma pessoa tentará deixar um grupo quando sua atração líquida se torna menor que zero, ou seja quando se torna negativa. Na realidade, só abandona efetivamente o grupo quando as forças que a afastam que a soma das forças que atraem e as que a impedem de sair. Parece haver um equilíbrio entre as forças que atraem para o grupo e as que afastam dele. Um grupo pode conservar seus participantes indefinidamente, mesmo quando sua atração se torne nula ou quase nula. Desnecessário dizer que estes grupos podem exercer pouca influência em seus componentes e pouca é a atividade que podem mobilizar a seu favor. Atração de um grupo quando seus componentes discordam quanto à maneira de resolver um problema do grupo é reduzida. Os grupos de grande coesão tendem a ser sensíveis a pequenas diferenças de opinião e tendem a disfarçá-la. Todavia, quando parece que as diferenças de opinião não podem ser reconciliadas, a coesão do grupo ficará nitidamente reduzidas. Conclui-se que um grupo cujas exigências sejam excessivas ou descabidas para seus participantes é menos atraente que outro cujas exigências sejam mais adequadas. A formação de grupos dissidentes O grupo dissidente perturba a organização mais ampla quando os objetivos do grupo menor são incompatíveis com os do maior. De outro lado fortalecerá a coesão de todo quando os objetivos do grupo menor forem iguais aos do maior, ou puderem fortalecê-los. Consequência da coesão Atividade responsável, Influência interpessoal, semelhança de valores e desenvolvimento da segurança. Alguns questões referentes ao conceito de coesão A coesão de um grupo, segundo a concepção aqui apresentada, é determinada pela atração que o grupo exerce sobre seus participantes. ( O EFEITO DO RIGOR DA INICIAÇÃO NA ATRAÇÃO DE UM GRUPO As pessoa que passam por uma iniciação rigorosa, para conseguir participar de um grupo dão mais valor a este. No entanto, não é uma iniciação per se que aumenta a valorização de um grupo. A iniciação precisa se suficientemente rigorosa para constituir uma sobrecarga autêntica e dificultar a redução da dissonância, pela depreciação da dificuldade encontrada. ( TIPOS DE ATRAÇÃO INTERPESSOAL Quando uma admiração muito grande não é acompanhada por uma grande reciprocidade percebida, trata-se quase sempre da admiração, de um participante mais jovem e menos popular, por um participante mais velho e mais popular. Em resumo, dois tipos de condições parecem determinar a centralização da estrutura da população: a diferenciação individual quanto à popularidade e o apoio de valor (tanto real quanto percebido), entre os indivíduos mais populares. ( PROCESSOS DE GRUPO DE REFERÊNCIA NUMA ORGANIZAÇÃO FORMAL Os processos de grupo de referência estão em contínuo funcionamento, distribuem recompensas e privações na interação social, modificam o desejo que os indivíduos têm de pertencer ao grupo. ( COESÃO DO GRUPO E A EXPRESSÃO DA HOSTILIDADE Os grupos de grande coesão exprimem, em média, mais hostilidade do que os grupos de pequena coesão. ( UM ESTUDO EXPERIMENTAL DE COESÃO E PRODUTIVIDADE As relações entre coesão e a produtividade são as seguintes: as comunicações que pedem maior produção não provocam diferenças significantes entre grupos muito e pouco coesos. Pressões e Padrões do Grupo Uma das difíceis tarefas do crescimento é sentir corretamente, nas várias idades, o novo comportamento que os companheiros esperam de nós. Uma organização pode chamar a atenção do membro que se comporta de maneira contrária a suas expectativas e, por isso, ameaça sua reputação ou realização. Em alguns grupos, todos reconhecem que têm o direito de exercer pressões para a uniformização de comportamento e atitudes dos participantes. Aqueles que se vêem frequentemente, embora não tenham criado qualquer estrutura social formalizada, também podem exercer, através de padrões informais de grupo, uma importante influência sobre o comportamento de cada membro. ( A opinião do cientista social sobre esses fatos Entre os membros de qualquer grupo permanente ocorrem comportamentos, atitudes e opiniões semelhantes. As causas dessa semelhança são: a) a participação num grupo determina, para um indivíduo, muitas das coisas que vê, pensa, aprende e faz. b) Um indivíduo pode agir como os outros no grupo, porque deseja estar seguro de estar correto em sua compreensão dos fatos de seu ambiente; quando está inseguro a respeito, aceita as opiniões das pessoas de que gosta ou que respeita. C) Uma pessoa pode comportar-se de maneira semelhante ao resto de seu grupo porque os outros a obrigam a agir ou pensar como eles, alegando que a uniformização do comportamento traz vantagens para o grupo. Origens das forças de uniformização a) forças provenientes de conflitos interiores da pessoa, quando observa que suas opiniões ou ações são diferentes das sustentadas pelas outras pessoas; b) forças reduzidas por outros membros, que procuram influenciar diretamente as crenças ou o comportamento da pessoa. A pessoa em conflito interior pensa se deve confiar nos seus sentidos ou na lógica, ou deve confiar na opinião dos outros. Percebe que o ambiente o inclui, bem como aos outros, a mesma relação com o ambiente. Observa que ele e os outros convergem para o mesmo objeto e reagem a propriedades idênticas. Assim entendida, torna-se compreensível a “atração” do grupo. O conflito pode surgir, mesmo que os outros não reajam às afirmações do indivíduo. Nestas circunstâncias, a origem das forças de uniformização está na pessoa, e é significativo que muitos indivíduos pecam a fé em seus pontos de vista e aceitem os apresentados pelos outros. Pressões de uniformização podem ter pelo menos três funções: a) auxiliar o grupo a atingir seus objetivos, b) auxiliar o grupo a manter-se como tal e c) auxiliar os membros do grupo a criar a validade ou a “realidade” de sua opiniões. Locomoção do grupo – As pressões de uniformização entre os membros de um grupo podem ocorrer porque a uniformidade é considerada desejável ou necessária, a fim de que o grupo atinja seu objetivo. Todo participante que se comporta de maneira diferente da aprovada pelo grupo constitui uma ameaça àquela realização e está sujeito a influências de outros, a fim de retornar ao caminho inicialmente traçado pelo grupo. Conservação do grupo – As pressões contra o comportamento que possa desfavorecer o grupo, ou dividí-lo e ameaçar sua existência, ou perturbar seus membros e encaminhá-los para fora do grupo, servem, também, para assegurar a sobrevivência do grupo. Os participantes são então coagidos a conformar-se com essa solução, na medida em que enfrentam adequadamente os motivos conflitivos e a realidade, mas, se a realidade muda (isto é, se ocorre uma transformação na natureza do objetivo do grupo), a solução pode modificar-se também; se o conflito apresenta outro caráter, a solução também pode mudar. Realidade Social – Entre as pessoas significativas, surgem forças destinadas a manter a uniformidade de crença e a assegurar, assim, uma concepção comum de realidade social. Quando se chega a um acordo geral, em qualquer dessas questões, a partir das opiniões apresentadas, esse acordo comum é mais real, para casa participante, que suas crenças individuais anteriores. Um grupo também pode proporcionar aos participantes uma realidade que os auxilia a compreender si mesmos, quando não existem outros critérios para auxiliá-los nisso. As pessoas que desejam avaliar com precisão suas capacidades, podem fazê-lo através de sua comparação com outras pessoas próximas. Como resultado dessa tendências, os membros dos grupos tendem a aumentar sua semelhança e sua mútua dependência. ( Uma visão microscópica de padrões de grupo Rommetveit fez uma útil distinção entre “normas transmitidas” e “normas recebidas”. Define uma norma transmitida como uma expectativa estável, no transmissor da norma, de que o recebedor da norma se comporte de uma determinada maneira, e pela presteza do transmissor da norma para recompensar o conformismo e punir a discordância. Define uma norma recebida como a percepção, pelo recebedor de norma, de que o transmissor de normas espera um determinado comportamento e está pronto a recompensar o conformismo e a punir a discordância. Ao fazer essa distinção Rommetveit consegue analisar separadamente os fatores que influenciam o comportamento das pessoas que exercem pressões sociais e das que a elas se submetem. Uma análise semelhante é a proposta por Jackson é do conceito de “potencial de retorno”. Para cada comportamento que um membro possa apresentar existe uma determinada quantidade de aprovação ou desaprovação que receberá dos outros. French e Raven distinguiram cinco bases de poder social: poder de recompensa, baseado na percepção que um participante tem de que os outros podem intervir em suas recompensas; poder coercitivo, baseado na percepção de que os outros podem intervir em sua punição; poder legítimo, baseado na percepção de que os outros têm um direito legítimo para limitar seu comportamento; poder relevante, baseado na identificação com os outros do grupo; poder especializado, baseado na percepção de que o outro tem determinado conhecimento ou especialização. Um conhecimento compreensivo de normas e padrões do grupo exige que os vejamos no nível do grupo, no nível do indivíduo e no nível interpessoal. ( Intensidade e eficiência das forças de uniformização A tendência de uma pessoa para aceitar as opiniões dos outros é maior na presença que na ausência das seguintes condições: a qualidade da prova apresentada pelos outros é convincente; a qualidade da prova que está sendo julgada é obscura ou abrange distinções ambíguas; é grande (mas não excessivamente grande) a discrepância entre sua opinião e a dos outros; é pouca a confiança que tem na correção de sua percepção; sabe que os outros perceberam que suas opiniões diferem das deles. Além disso, existem muitas provas de que pessoas com determinadas características de personalidade facilmente aceitam as opiniões dos outros e abandonam as suas. Pressões são extremamente eficientes para mudar o comportamento, se a pessoa se interessa em manter a participação no grupo que exerce influências sobre ela. Todavia, as pressões são totalmente ineficazes se está interessada primordialmente na clareza cognitiva e não na participação no grupo. Importância no grupo – De diversas maneiras um grupo pode tornar-se importante para uma pessoa, e quanto maior sua importância mais fortes e eficientes tendem a ser suas pressões para a uniformização. Realização do grupo – Quando as pressões do grupo resultam do fato de a uniformidade do comportamento ser necessária para a locomoção do grupo, a intensidade das pressões para a uniformização será tanto maior quanto mais os membros compreendam que ações semelhantes auxiliam o grupo a atingir suas finalidades. A intensidade das pressões de uniformização é tanto maior quanto mais o grupo valorize seus objetivos e quanto mais os veja como atingíveis, mais claros e os meios para atingí-lo. Coesão do grupo – As pressões para uniformização são mais intensas num grupo mais coeso por causa do valor atribuído ao grupo. As pessoas que temem a rejeição, por causa de opiniões discordantes , tenham maior tendência para o conformismo do que as que têm confiança em sua aceitação pelo grupo. As prescrições de papel são pressões da uniformização entre os que ocupam determinada posição num grupo. Quanto maior coesão num grupo, maiores devem ser as pressões sobre quem desempenha o papel para que se comporte de acordo com as expectativas. Certeza das sanções – A punição ocorre sob a forma de penalidade, ridículo, afastamento e até a exclusão do grupo. Pode-se esperar que os participantes que conhecem a possibilidade dessas sanções se conformem às exigências de seu grupo – ou ajam como se se conformassem a elas. A consciência, entre os membros, de que as recompensas certamente acompanharão o comportamento aprovarão, reduz sua resistência a essa pressões. Grau de autoconfiança – Os que não foram obrigados a manter seus princípios aceitam mais facilmente as influências dos outros do que os que foram levados a ser fiéis a si mesmos. Participantes dos grupos são sempre vulneráveis a pressões coletivas, mesmo quando sua confiança numa crença foi abalada. As pessoas, cuja confiança numa crença foi reduzida através da apresentação de pressões antagônicas, preferem ouvir argumentos de seu lado que do outro, a fim de aumentar sua confiança. Como preferem ouvir pessoas que concordam com suas crenças e ignorar os argumentos de seus oponentes, sua confiança nas opiniões volta ao nível inicial. ( Consequências de pressões de uniformidade Os indivíduos que enfrentam contradições cognitivas tornam-se inquietos e angustiados – um comportamento que se espera das pessoas em conflito. A consciência do conformado quanto a qualquer aspecto negativo da alternativa escolhida é dissonante com sua cognição da escolha. Quanto maior a atração da crença que preteriu, a fim de se conformar, tanto maior a dissonância que se segue à decisão. De modo geral, os resultados mostraram que nem o conformismo nem o inconstante foram rejeitados. O dissidente, ao contrário, foi intensamente rejeitado. Confirmou-se dessa forma, a tendência dos grupos para rejeitar os dissidentes. A ordem estabelecida de pressões de uniformização, auxilia o grupo em seu trabalho. Os padrões reduzem a confusão e o esforço dispendido, mas, ao mesmo tempo, causam, frequentemente, inquietação, inflexibilidade e uma redução da capacidade criadora de seus membros. Portanto, as pressões de uniformização podem ser benéficas ou prejudiciais para os participantes do grupo. ( Participação voluntária e involuntária Quando uma pessoa adere voluntariamente a m grupo, o poder deste sobre o comportamento é uma função de sua atração para a pessoa. NO entanto, num grupo com forças de sua atração para a pessoa. No entanto, num grupo com forças restritivas quanto à saída, o indivíduo é mantido no grupo, e este poder apresentar coerções e ameaças de punição, necessárias para obter sua submissão. Pode-se supor que o grupo que proíbe a retirada dos participantes desenvolva um conformismo mais ostensivo e menos interiorizado que o desenvolvido pelo grupo atraente para os participantes. Por isso, quanto mais atraente o grupo é para a pessoa, menos esta resiste às suas exigências e maiores são as probabilidades de conformismo. Deve-se esperar que o grupo com forças de coerção consiga um conformismo ostensivo ou um comportamento submisso, mas apenas o grupo atraente desenvolverá mudanças duradouras de atitudes e motivação. Observou-se que as pressões, originalmente criadas por um grupo que não se pode abandonar, podem ser transformadas em forças que o participante depois aceita. As pessoas obrigadas a comportar-se publicamente de maneira contrária às suas crenças tendem a conservar suas opiniões iniciais; aquelas que, ao contrário, concordam em agir abertamente de maneira a contradizer as suas crenças, modificam estas últimas, a fim de fazê-las concordar com seu comportamento exterior. Existem provas de que se provoca maior apoio social quando os membros são muito ameaçados por fontes externas ao grupo. O apoio mútuo permitiu-lhes manter sua participação no grupo e suas esperanças. ( Como se transformam as pressões do grupo Quando as pressões de grupo estão organizadas de forma a criar padrões coletivos, dificilmente se transforma o comportamento uniforme. Embora os padrões de grupo possam ser transformados a sua característica mais marcante é sua duração e o fato de poderem ser fontes de resistência à mudança na estrutura ou nas normas da organização. Portanto, parece que as decisões coletivas são mais eficientes, para transformar o comportamento, do que conferências ou discussões coletivas sem decisão, mas não se esclareceu inteiramente o que as torna eficientes. Os aspectos mais importantes são o fato de ter sido tomada uma decisão e o grau de acordo do grupo. Essas duas variáveis explicam a maior parte das transformações provocadas por decisão do grupo. O resultado referente à importância do acordo do grupo confirma a noção de que as pressões do grupo para a uniformização podem ser mais fortes quando existe unanimidade numa proposta. ( Pressões para a heterogeneidade Na realidade, os grupos podem exigir padrões especiais para pessoas específicas e as pessoas podem pertencer a grupos com padrões diferentes. Os grupos, frequentemente, desenvolvem um padrão que exige pessoas diferentes para fazer coisas diferentes. As pressões exercidas sobre um novo membro ou sobre um participante menos capaz podem ser diferentes das exercidas sobre um veterano ou uma pessoa habilitada. Embora a participação em diferentes grupos possa criar dilemas e contradições para o indivíduo, observa-se, comumente, também, que quase todas as pessoas atuam eficientemente como membros de muitos grupos. A participação em grupos que anteriormente não entraram em choque exige, de repente, a necessidade de fazer uma escolha difícil. As pessoas tendem a auxiliar o grupo mais importante ou mais atraente para elas. ( Visão geral das pesquisas apresentadas nesta secção As forças para a uniformização podem surgir de um conflito cognitivo do indivíduo ou das pressões sociais impostas pelos outros membros do grupo. Uma pessoa tende a submeter-se às crenças alheias quando é obrigada a afirmar, pública e não particularmente, suas opiniões quando participa de um grupo, mas não quando é estranha a ele, quando não é obrigada, pelos outros, a sustentar suas opiniões em vez de ser apoiada pelos outros. Como um grupo desinteressante tem maior probabilidade de tornar-se atraente quando o participante passou por uma grande tensão para ingressar do que quando foi admitido com pequeno esforço. Quando sente desacordo em suas relações com os outros, a pessoa desenvolve a dissonância, e a proporção desta depende da importância da pessoa com que discorda e da importância da questão. A participação num grupo pode, ter influência sobre as atitudes de seus membros. A coesão determina o poder do grupo para uniformizar o comportamento de seus membros. Para mudar o comportamento dos indivíduos através da relativa participação nas discussões de uma modificação iminente de seu método de trabalho. Para modificar esse padrão – e através disso, o comportamento dos indivíduos – é melhor fazer o grupo participar da decisão. As modificações no comportamento são maiores quando é maior a interferência dos participantes nos novos métodos de trabalho. +ƒ”®¯°ÀÄð ù C É ¬Çu–Ò2R:*g*È/é/ì01m1ž1&2'2Ê3Ë3¶5·5³6´6L7M7?8@8\8û:ü:|BŽBD0DsFƒF…I†I P!P TT×TêTÅVÔVêXýX]]:a;a¢g£g|k}kânãn—túîìîááÖÖÖÖÔÔÎÎÎÎÎÊÊÊÊÊÖÇÊÔÔÔÊÊÔÔÔÔÊÊÊÊÊ@ˆ j®ð 56CJ6CJOJQJmHsHCJOJQJmHsH55CJOJQJmHsH B*phÿH+eƒ”®¯°ÀÁÂÝ•¢K ƒ Ä ð ù @ à C É <‹ýõõóñõõïêêõõõõßßßÝõÒÒÝõõ $ & Fdha$ $ & Fdha$$a$$dha$—tý‹7«¬ÇÈ0uÀБEß?¬/2RS!©"B#Ò#÷÷ëéë÷ÞÞÜÜÖÖÖÖÖÖÖÍÖÖÖÖÖ$„`„a$„`„ $ & Fdha$ $„ˆdh`„ˆa$$dha$Ò#ò$S%¦%&a&±&x(ë(7*:*g*h*\,¹,½- /Ä/Ç/È/é/ê/ê0ì011l1m1ž1ùùùùùùùùùùðùùùùùùùùðùùùðùùùð$„`„a$„`„ž1Ÿ1%2&2^2_2É3Ê3ê3ë3Ë4µ5¶5ñ5ò5²6³6â6ã6J7K7L77€72868:8<8?8ùùùùùùùùùùùùùùùùùùùùùùùùùùùù„`„?8@8\8]8^8ë8‡9ø:û:-;Ù=Ú=þ=—> ?ŽA{B|BDDErFsF"GèGóñïïééééàééÛÕÕéééÓéÓÓÓÓé„Ä`„Ä & F$„`„a$„`„ $„ˆdh^„ˆa$èG„I…I²I€LlM§MNuNãN%OŽO PWPÔPQgQÁQûQ>RáR T TÔTÕTÂVÃVíWùùùùùùôôôôôòùùíííííòùùòòùùù & F & F„`„íWçXèXZ“Z”ZJ[]]F]Ø]\^Ö^Á_9a:acaáb£cúdœe×f¡g¢gÍgVh!iýi{k|kùùùùùùùùùùùùùùùùùùùùùùùùùùùùù„`„|kžk/l|>@@ArBsB"CèC„E…E²E€HlI§IJuJãJ%KŽK LWLÔLMgMÁMûM>NáN P PÔPÕPÂRÃRíSçTèTV“V”VJWYYFYØY\ZÖZÁ[9]:]c]á^£_ú`œa×b¡c¢cÍcVd!eýe{g|gžg/h?@ABCD—t=@4`4™p. = °&²&ï*+m-|-a.j.6;T;m>y>"E2EzP©PeTˆT„V‘VG`l`™p™pÿÿMEGEC:\WINDOWS\TEMP\Salvamento de AutoRecuperação de Coesão dae grupo.asdMEGEC:\WINDOWS\TEMP\Salvamento de AutoRecuperação de Coesão dae grupo.asdMEGEC:\WINDOWS\TEMP\Salvamento de AutoRecuperação de Coesão dae grupo.asdMEGEC:\WINDOWS\TEMP\Salvamento de AutoRecuperação de Coesão dae grupo.asdMEG.C:\Psicologia 8º semestre\Coesão dae grupo.docMEGEC:\WINDOWS\TEMP\Salvamento de AutoRecuperação de Coesão dae grupo.asdMEGEC:\WINDOWS\TEMP\Salvamento de AutoRecuperação de Coesão dae grupo.asdMEG.C:\Psicologia 8º semestre\Coesão dae grupo.doccLC:\Meus documentos\Meg\Psicologia 8º semestre\Dinâmica I\Coesão de grupo.docClienteOC:\Documents and Settings\Meg\Meus documentos\Meg\meu site\word\coesaogrupo.docf¦ ÿÿÿÿÿÿÿÿÿâ 4ÿÿÿÿÿÿÿÿÿ '&.Sÿÿÿÿÿÿÿÿÿ°Hî0¤ò}ÿÿÿÿÿÿÿÿÿV:y?ÿÿÿÿÿÿÿÿÿŸfÖE<à:ÿÿÿÿÿÿÿÿÿŽ Gÿÿÿÿÿÿÿÿÿ„h„˜þÆh^„h`„˜þo()„h„˜þÆh^„h`„˜þo() „h„˜þÆh^„h`„˜þOJQJo(®ð„ð„˜þÆð^„ð`„˜þo()„h„˜þÆh^„h`„˜þo()„¤„˜þƤ^„¤`„˜þo()„h„˜þÆh^„h`„˜þo()Ž Gâ 4V:y? 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