ࡱ> ;=:9 6bjbj"@2l 1  $ v  | ||| | |4| :d ,  T} 01 }r } |Ambos os artigos so exemplos de estudos sobre aprendizagem: Qual a relao investigada em cada um deles (qual a varivel manipulada e o comportamento observado/medido? Compare-a com a definio de aprendizagem mais amplamente aceita. No estudo de Craigie, M. & Hanley, R. (1997) os experimentadores tiveram como varivel independente a manipulao da apresentao de cartes sendo, 18 com figuras de faces no familiares, 18 ocupaes e 18 nomes prprios com o objetivo de observar como os sujeitos fariam a associao das faces com as ocupaes e os nomes e quais os processos mnemnicos que os sujeitos utilizariam para fazer esta associao. A varivel dependente utilizada foi o nmero de itens corretamente reconhecidos por cada participante. No estudo de Duarte, A.M.M. & Baer, D.M. (1997) a varivel independente tambm era a manipulao da apresentao dos estmulos, 8 faces masculinas, por um programa de computador. Primeiro era apresentado somente o cabelo, depois a face de forma total (sbita) e, em seguida, as faces eram apresentadas de forma gradual (1 cabelo, 2 cabelo e queixo, 3 cabelo, queixo e boca, 4 cabelo, queixo, boca e nariz, 5 cabelo, queixo, boca, nariz e sobrancelhas e 6 cabelo, queixo, boca, nariz, sobrancelhas e olhos). A tarefa dos participantes era nomear cada uma das faces e, portanto, a varivel dependente era o nmero de nomeaes corretas para cada face (estmulo complexo) dado qualquer estmulo facial. A definio de aprendizagem mais amplamente aceita diz que esta uma mudana relativamente permanente no comportamento ou na potencialidade comportamental que ocorre como resultado de prtica reforada (Kimble, 1961) ou experienciada e que no pode ser atribuda a estados corporais temporrios. Por esta definio, e considerando a metodologia utilizada em ambos os experimentos, podemos dizer que ambos se tratam de experimentos de aprendizagem. No primeiro experimento, a habilidade para recordar faces o comportamento que est sendo modificado medida que o participante experiencia o emparelhamento de imagens de figuras com nomes de profisses e nomes prprios. No segundo, a mesma habilidade para nomear faces est sendo modificada pela experincia, ou seja, o contato gradual e sbito com as faces e os nomes prprios e ainda havia um reforo verbal quando o participante acertava (Thats right). Compare o objetivo do estudo descrito pelos autores com a relao estudada (conforme voc identificou no item acima). Baseado nesta informao, compare as abordagens quanto a causa da aprendizagem nos dois artigos, mencionando a questo estruturalismo x funcionalismo em sua resposta. Os estudos ilustram claramente a dicotomia existente entre as questes estruturalistas e funcionalistas a respeito dos eventos psicolgicos. O primeiro artigo trata da questo estruturalista e o segundo da questo funcionalista do comportamento humano. O artigo de Craigie & Hanley (1997) trata a questo do reconhecimento de faces no como um comportamento, mas sim como uma representao mental, ou seja, na memria existem locais (FRUs unidades de reconhecimento facial -, PINs ns de identidade pessoal que possuem toda a informao biogrficas das pessoas -, NRUs unidades de reconhecimento de nomes) que so responsveis pelo ativao e armazenamento da representao das faces ou nomes das pessoas. A explicao para o reconhecimento das faces se d em torno de modelos de representao perceptual que esto localizados na memria. O artigo traz um explicao cognitivista apelando para causalidade do comportamento a eventos que no so observveis e que so estruturas internas do organismo. Por outro lado, o artigo de Duarte & Baer (1997) considera o reconhecimento de faces sob um enfoque comportamental. O comportamentalista afirma que se o comportamento tudo o que est disponvel para ser medido, a linguagem de eventos mentais pode ser enganadora, especialmente quando uma afirmao mentalista aceita como explicao, e por isso desencoraja a continuidade da pesquisa (Catania, 1999, p. 24). Neste sentido, os experimentadores buscaram investigar como varivel dependente no o recordar de faces, mas sim o nmero de respostas corretas na nomeao das faces decorrente da experincia com elas, sem invocar essa nomeao como sendo conseqente de representaes mentais, uma vez que essas no podem ser observadas, e por isso no podem ter status de causalidade do comportamento. Vale ressaltar que quando os comportamentalistas negam eventos mentais no esto necessariamente negando eventos privados, tais como sentimentos e idias. Relacione cada artigo a um modelo terico de aprendizagem do sculo XIX (Guthrie, Tolman, Hull ou Skinner), escolhendo um aspecto terico ou metodolgico descrito no artigo para justificar a sua escolha. O artigo de Craigie & Hanley (1997) se relaciona ao modelo de Tolman. Para Tolman todo o comportamento guiado por uma meta. Se o gato de Thorndike gosta do alimento e tem uma expectativa, a meta de pegar a comida faz com que este organismo saia da caixa. Esta idia da expectativa precursora da representao mental e dos mapas cognitivos. Para Tolman, as representaes mentais so a causa do comportamento. Os organismos no aprendem uma resposta, e a mantm, devido a uma conseqenciao, mas sim devido a uma relao de expectativa. A grande questo que no ficou comprovada por Tolman e ainda pelos atuais cognitivistas o que e como se formam as conexes e as representaes mentais. Um exemplo da evidncia do argumento de que o artigo A se relaciona a Tolman est no fato de que Craigie & Hanley afirmam que a dificuldade para os participantes em recordar faces est na falta de links fortes na memria dos objetos a serem lembrados (p. 167). O artigo de Duarte & Baer (1997) se relaciona ao modelo de Skinner no sentido de enfatizar o controle de estmulos, as sucessivas apresentaes do estmulo (treino) e a conseqncia. A superseletividade de estmulos, varivel estudada por esses autores, implica na noo de discriminao entre dois ou mais estmulos complexos e que alguns elementos desse estmulo complexo controlam o responder do organismo. Em outras palavras, e fazendo referncia Skinner, o controle do comportamento dos organismos est em elementos externos ele, eventos ambientais que so estabelecidos por suas conseqncias. Relacione o artigo (A) a estudos sobre equivalncia de estmulos e comente a relao entre linguagem e reconhecimento de face, e linguagem e equivalncia. Os estudos de equivalncia de estmulos objetivam investigar as relaes entre estmulos e respostas com caractersticas especficas que podem ser de simetria, reflexividade e transitividade. Uma das crticas ao Behaviorismo que esta teoria no teria explicaes para comportamentos complexos tais como a aquisio de linguagem e a resoluo de problemas. A equivalncia de estmulos se mostra como um aparato conceitual para explicar estes fenmenos. A generalizao tambm poderia explicar esses comportamentos, mas apenas pela semelhana fsica e por classes arbitrrias, ou seja, classes de estmulos que foram treinadas. A equivalncia de estmulos pode explicar classes emergentes ou relaes derivadas que no foram treinadas diretamente, mas que de alguma forma derivam de relaes que foram treinadas e que fazem parte da mesma rede relacional e por isso emergem. Neste sentido, para a anlise do comportamento a questo do contexto importante para saber at que ponto os conjuntos de estmulos vo se unir ou se separar. O treino de reconhecimento de face envolve equivalncia de estmulos. Reconhecer responder a uma classe de estmulos, porm o artigo A no discute o reconhecimento de faces sobre estes aspectos. Para os cognitivistas, entre ver um nome e reconhecer uma face necessrio que o participante lembre de algum dado significativo sobre aquele nome e, por isso, a semanticidade tem um papel crucial. O treino de aquisio de linguagem envolve equivalncia de estmulos. O assunto abordado nos artigos est mais relacionado a qual dos seguintes temas: a) superstio, b) condicionamento pavloviano, c) aprendizagem por observao e d) controle de estmulos. O assunto abordado nos dois artigos est mais relacionado ao controle de estmulos, no sentido que ambos manipulam a apresentao de classes de estmulos, objetivando verificar a modificao do comportamento dos participantes, ou seja, a aprendizagem decorrente da apresentao desses estmulos. No artigo B, inclusive, assumido a posio de que os elementos do estmulo complexo controlam o responder do indivduo. No artigo A no assumido essa postura, talvez por uma questo terica, uma vez que o texto trata dos efeitos estruturalistas da aprendizagem (memria) e no atribui causalidade da aprendizagem das relaes derivadas por parte dos participantes a eventos ambientais, ou seja, para eles no se trata de controle de estmulos, mas sim de representaes mentais j estruturadas na memria do indivduo. Como a Anlise da Topografia de Controle de Estmulos (SCT) poderia ser usada para interpretar resultados de estudos sobre reconhecimento de face? Para responder, explicite qual idia que compe a SCT voc est utilizando para elaborar a resposta. A anlise da topografia de controle de estmulos envolve relaes de controle de estmulos, ou seja, investigar minuciosamente a qual topografia do estmulo est controlando o comportamento do sujeito. Esta anlise nos remete ao conceito de blocking. Quando um S1 bem estabelecido como controlador de um comportamento e S2 apresentado simultaneamente, S1 previne a aquisio de controle de S2, ou seja, S2 torna-se sem efeito para estabelecer controle sobre o comportamento do organismo. O artigo B ilustra esta anlise. O estmulo cabelo foi apresentado primeiramente, e aps foram apresentados os outros estmulos da face. Na fase de teste, que era realizada sem o estmulo cabelo, os resultados mostraram que a ausncia do cabelo diminuiu a probabilidade de nomeaes corretas. Neste sentido, a anlise da topografia do estmulo complexo face se mostra importante para demonstrar que se um estmulo j estava controlando o comportamento de reconhecimento de face (o cabelo), os outros teriam um papel menos importante para o estabelecimento do controle de estmulos. Faa um comentrio para explicar a diversidade de interpretao de fenmenos de aprendizagem com base em aspectos histricos. A diversidade de explicaes sobre o fenmeno da aprendizagem ocorre em funo da diversidade de explicaes do que o objeto de estudo da Psicologia. A cincia psicolgica ainda no se encontra unificada na conceituao do que deveria estudar. O comportamento humano um fenmeno muito complexo e por isso alguns tericos enfatizam aspectos estruturais, ou comportamentais, ou inconscientes, ou scio-histricos, etc. Neste sentido, a definio de aprendizagem para um pesquisador depende da concepo do que Psicologia para ele. De maneira geral, podemos apontar trs controvrsias entre as concepes de aprendizagem: o que aprendido e como, o que mantm o comportamento que foi aprendido e, por fim, como solucionamos uma nova situao-problema. Historicamente, a aprendizagem tem sido estudada desde o tempo dos filsofos gregos uma vez que a filosofia sempre esteve preocupada em investigar como as pessoas poderiam adquirir conhecimento (pr-socrticos, Scrates, Plato e Aristteles). O Racionalismo j divulgava que para se conhecer o mundo tem que se pensar sobre ele, tem que experienci-lo. Entretanto, a essncia do objeto era algo visto como j interno pessoa, bastava ela buscar esta essncia utilizando o mtodo da introspeco. Aps o racionalismo, o associacionismo contribui para mostrar a relao do conhecimento com o mundo externo atravs de uma relao de contigidade entre os eventos. De uma certa forma, o racionalismo, com sua nfase na razo e nas questes materiais (corpo), e o associacionismo, com a diminuio da dicotomia que existia entre mente e corpo, se complementam. Em 1860, comea-se os estudos que representavam a preocupao com o comportamento humano, tais como os de Darwin (seleo natural das espcies) e Fechner (Psicofsica). Em 1879, Wundt funda o primeiro laboratrio de psicologia experimental e da comeam mais estudos sobre fenmenos psicolgicos e, conseqentemente, de aprendizagem: Thorndike e a lei do efeito, Pavlov e o estudo sobre o condicionamento de respostas reflexas, Watson com a demonstrao de que as emoes podem ser condicionadas (o medo condicionado no menino Albert), Skinner que forneceu muitas contribuies para os estudos de aprendizagem com os conceitos de discriminao, generalizao, controle de estmulos, comportamento supersticioso entre outros e Bandura com a teoria da aprendizagem social mostrando o quanto a aprendizagem pode ser influenciada por modelos.  ~ N l(##`$'()),M-N-66CJ>*CJCJ5CJ>? z I N lmm`'(|$`a$$`a$$ a$$ & Fa$$a$$ & Fa$6|!\###`$a$''((~*,,M-N-C036$a$$ & Fa$$`a$ &P . A!n"n#n$n% i4@4 NormalCJ_HmHsHtH6A@6 Fonte parg. padroTC@T Recuo de corpo de texto$`a$CJ2@>?zI N l m m `'(|\` a ##$$~&((M)N)C,/2 0       06|66 9 = @ E y " & N R qxz  4:AGSYAG ty[h4A " %%--1080Q0V000u2|22kTU2%C s!!"*"//2222cJC:\WINDOWS\TEMP\Salvamento de AutoRecuperao de Prova de aprendizagem.asdcJC:\WINDOWS\TEMP\Salvamento de AutoRecuperao de Prova de aprendizagem.asdc9C:\Meg\Aprendizagem e Motivao\Prova de aprendizagem.docc9C:\Meg\Aprendizagem e Motivao\Prova de aprendizagem.docc9C:\Meg\Aprendizagem e Motivao\Prova de aprendizagem.docc9C:\Meg\Aprendizagem e Motivao\Prova de aprendizagem.docc9C:\Meg\Aprendizagem e Motivao\Prova de aprendizagem.docc9C:\Meg\Aprendizagem e Motivao\Prova de aprendizagem.docc9C:\Meg\Aprendizagem e Motivao\Prova de aprendizagem.docClientePC:\Documents and Settings\Meg\Meus documentos\Meg\meu site\word\aprendizagem.doc\G0#q,mhh^h`o()hh^h`o(-0#q\G2@A20@UnknownGz Times New Roman5Symbol3& z Arial"qg\)Y20322Universidade de Braslia - UNBcClienteOh+'0|  , 8 D P\dltUniversidade de Braslia - UNBinivcivivNormaliCliente3ieMicrosoft Word 9.0s@G@o 1@*@2q\)՜.+,0 hp|  prY3 Universidade de Braslia - UNB Ttulo  "#$%&'()+,-./013456789<Root Entry F}>1Table!}WordDocument"@SummaryInformation(*DocumentSummaryInformation82CompObjoObjectPool}}  FDocumento do Microsoft Word MSWordDocWord.Document.89q