ĐĎॹá>ţ˙ XZţ˙˙˙W˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙ěĽÁ9 đżáVbjbjýĎýĎ"jŸĽŸĽáR˙˙˙˙˙˙lvvvvvvvŠŽŽŽŽ ş<ŠňśZ\\\/‹ôôs$¨ Č˜—v—vvŹvvZZ6NvvNö Đ{7łý‡ÄŠ$ŽNN Â0ňN` ` NŠŠvvvvŮCENTRO DE ENSINO UNIFICADO DE BRASÍLIA FACULDADE DE FILOSOFIA, CIĘNCIAS E LETRAS DO DF DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA IV PROFESSOR: GILBERTO GODOY 5ş SEMESTRE/ 1998 ANSIEDADE ADRIANA MAIA 900546/1 ADRIANA PEPINO ANA PAULA ERIKA MARIA 960591/0 MEG GOMES 960607/6 JUNHO,1998 Na era da informática, a vida das pessoas ganhou mais velocidade. Com a rapidez da informaçăo, o cotidiano do ser humano foi alterado, fazendo com que todos tenham pressa de viver tudo o que podem e também de resolver os problemas em sua vida como se faz no computador, num piscar de olhos. As pessoas querem viver e conhecer tudo que a vida lhes oferece. O acompanhante de toda essa velocidade e agitaçăo é o crescente estresse e ansiedade que perturba a maioria das pessoas hoje em dia. A ansiedade parece ser inevitável atualmente, e toda essa pressa de ter que correr atrás de muitos objetivos tem causado nas pessoas a impressăo que năo temos tempo para nada. Acabamos por nos esquecer que a Bíblia diz que "tudo tem seu tempo determinado, há tempo para tudo debaixo do céu. Tempo de plantar e tempo de colher. Tempo de semear e tempo de colher o que se semeou”. A ansiedade pode ser definida como uma emoçăo caracterizada por sentimentos de previsăo de perigo, tensăo, afliçăo, receio de prejuízos emocionais e pela vigilância do sistema nervoso simpático. Acontece quando um estímulo precede caracteristicamente um estímulo aversivo com um intervalo de tempo suficientemente grande para permitir a observaçăo de mudanças comportamentais. A ansiedade evoca um comportamento que foi condicionado pela reduçăo de ameaças semelhantes e também elicia fortes respostas emocionais. Trata-se, em geral, de um sentimento um tanto confuso, na medida que o indivíduo năo tem muito claro o que é, exatamente, aquilo que tanto teme e lhe causa medo, insegurança e a imprevisibilidade dos acontecimentos vindouros. É importante salientar a diferença entre o medo e a ansiedade. O objeto do medo é fácil de especificar, ao passo que o objeto da ansiedade amiúde năo é claro. A intensidade do medo é proporcional ŕ magnitude do perigo. A intensidade de uma ansiedade tem a probabilidade de ser maior do que o medo objetivo (se for conhecido). Na vida real, a ansiedade e o medo năo săo fáceis de diferenciar. Os psicólogos se dividem em suas teorias para a explicaçăo dos detonadores da ansiedade. Freud indica que tanto podem ser os perigos do mundo real que levam ao sofrimento físico, quanto a previsăo de puniçăo por expressar impulsos sexuais, agressivos ou outras formas proibidas ou engajar-se em comportamento imoral. Os psicólogos cognitivos realçam conflitos entre expectativas, crenças, atitudes, percepçőes, informaçőes, concepçőes e coisas parecidas que conduzem a dissonância cognitiva. Os psicólogos humanísticos enfocam também conflitos mentais, principalmente os que surgem enquanto se escolhe um estilo de vida satisfatórios significativo. Os psicólogos behavioristas acreditam que a maioria das ansiedades é estabelecida por condicionamento, como um “objeto” de algum tipo que é acidentalmente associado a uma experięncia desesperadora de ansiedade, muitas vezes um objeto que pode ser perigoso. Logo, tanto os conflitos cognitivos como as situaçőes potencialmente perigosas parecem capazes de excitar ansiedade. A ansiedade nem sempre é um estado patológico. É até um certo ponto útil, e năo nociva. Passa a sę-lo quando, em vez de auxiliar o desempenho (a vida de modo geral) do indivíduo, começa a prejudicá-lo. Um exemplo de ansiedade normal seria o indivíduo que tenha prestado um vestibular e estar inquieto, preocupado, ansioso por ver as notas e saber se passou. Ou, se uma mulher tem o marido viajando há meses e vai ao aeroporto recebę-lo, ela estará ansiosa por vę-lo, abraçá-lo, contar-lhe as novidades, entrar em contato com ele. Ou um amigo vai levar a amiga para casa ŕ noite e eles se demoram conversando no carro, na porta da casa dela. Cada vez que se aproxima um vulto, ficam ansiosos, sobretudo se alguém atravessa a rua e vai em direçăo ao carro. É claro, essas manifestaçőes de ansiedade estăo dentro do normal, consistindo em estados passageiros. Mesmo quando intensa ao ponto de prejudicar o desempenho, nem assim a ansiedade configura uma doença, se for episódica e circunscrita. O problema maior é quando, longe de ser apenas um estado transitório, passa a constituir um traço de personalidade da pessoa. A ansiedade normal tem episódios de intensidade leve ou moderada, năo frequentes e com duraçăo limitada no tempo. Ocorre reaçăo adequada a estímulos ou situaçőes que, como regra, provocariam reaçőes semelhantes nas outras pessoas; a sensaçăo subjetiva de sofrimento é limitada e transitória; năo compromete, ou compromete de forma apenas discreta, o desempenho profissional, social, amoroso da pessoa. A ansiedade patológica se caracteriza por episódios moderados a intensos e prolongados no tempo; reaçăo desproporcional ao estímulo ou situaçăo desencadeante; sensaçăo de sofrimento evidente e quase permanente e compromete de forma significativa o desempenho. As manifestaçőes do estado de ansiedade no indivíduo pode ser divididas em dois grupos: psíquicas e físicas. Como manifestaçőes psíquicas temos: apreensăo, sensaçăo desagradável de alerta e tensăo, inquietude e impacięncia, sensaçăo de fadiga e desânimo, distraçăo e dificuldade para concentrar-se, dificuldade para memorizaçăo e insônia. As manifestaçőes psíquicas săo: agitaçăo e tremores, sudorese, boca seca, palpitaçőes, sensaçăo de “aperto” no peito, vertigens e tonturas, náuseas, constipaçăo intestinal ou diarréia, necessidade frequente de urinar, dor de cabeça, sensaçăo de “bolo” na garganta (com ou sem dificuldade de engolir), sinusites, alta pressăo arterial, úlceras e reaçőes alérgicas. O estresse nada mais é que o componente físico da ansiedade. Ambos preparam o organismo para enfrentar situaçőes sentidas como de perigo, seja ele real ou imaginário; no caso da ansiedade seria mais de um perigo imaginário. Embora as pessoas mostrem níveis característicos da ansiedade, as respostas a qualquer evento específico dependem até certo ponto dos pensamentos e das percepçőes do indivíduo. Há evidęncia de que tanto animais de laboratório como as pessoas sentem menos tensăo quando se sentem em controle - quando os estresses săo previsíveis e é possível o comportamento agonístico. O nível de ansiedade está correlacionado ŕ percepçăo de ser ou năo controlável a situaçăo como ameaçadora. Se a percepçăo for de boa controlabilidade, o nível de ansiedade será baixo; se, ao contrário a perspectiva for de perda do controle, o nível será alto. A ansiedade patológica se explicaria entăo por um ego enfraquecido e sentindo-se permanentemente ameaçado; pelo desassossego íntimo se defendendo por meio da ansiedade. Estudos feitos por James Geer e seus colegas (Davidoff, 1983) e muitos outros psicólogos sugere que a percepçăo de controle, e năo o controle real, é de importância crítica. Ajudar as pessoas a pensar que elas tęm controle sobre circunstâncias assustadoras é provável que reduza o nível de ansiedade em uma grande quantidade de ambientes. Por exemplo, preparar pacientes para cirurgias antecipadamente, facilita que estes se ajustem melhor as tensőes do período pós-operatório do que pacientes despreparados, facilitando assim, a recuperaçăo mais rápida daqueles. O estudo da ansiedade recorre a estudos laboratoriais feitos com animais onde estes săo submetidos a situaçőes ansiogęnicas e a drogas ansiolíticas em doses comparadas ao tratamento clínico humano. Um dos modelos experimentais mais utilizados é o teste de conflito ou puniçăo. Este consiste em treinar um animal a pressionar uma barra para obter uma recompensa. Aprendido este comportamento, passa-se a aplicar um choque nas suas patas após cada pressăo da barra. Com a progressiva intensificaçăo do choque, o animal passa a viver uma situaçăo de conflito entre suas expectativas de recompensa e puniçăo e passa a refrear seu comportamento. Porém o choque passa a vir junto com a recompensa. Os animais do grupo experimental recebem injeçőes de tranquilizantes passando a năo tomar mais o choque e apresentando o comportamento punido. Este modelo experimental é de grande importância para os estudos de farmacologia e principalmente por ser o que melhor permite estabelecer correlaçőes tanto quantitativas quanto qualitativas entre a açăo ansiolítica no animal e no homem. Foi possível relacionar a ligaçăo das emoçőes (desencadeadas pelo ambiente reforçador ou punidor) com o funcionamento do organismo a partir do conceito do sistema límbico como o de um verdadeiro cérebro emocional visceral incorporando ao hipotálamo. O hipotálamo é a parte encefálica mais importante para o controle das “funçőes vegetativas” do corpo, expressăo que define o conjunto das funçőes orgânicas internas subconscientes, incluindo a maioria das funçőes do sistema nervoso autônomo. É compreendido por dois sistemas: o sistema nervoso parassimpático (inibidor) e o sistema nervoso simpático (estimulador). O indivíduo em estado de ansiedade se mantém em constante vigilância, tendo uma atuaçăo maior neste, o sistema nervoso simpático. A toxina atuante na origem da inibiçăo comportamental verificada em situaçőes de perigo. é a serotonina 5-HT (5,7-dihidroxitriptamina), um neurotransmissor importantíssimo no estudo neuroquímico da ansiedade. Tanto o bloqueio de seus receptores quanto o bloqueio de sua síntese, produzem efeitos ansiolíticos. Ela exerce um papel ansiogęnico na amígdala e na matéria cinzenta periaquedutal dorsal (MCPD). A amígdala parece ter a funçăo de avaliar o grau de ameaça para, em seguida, instruir estrutura executivas quanto ao tipo de reaçăo de defesa a ser programado. A MCPD deve ser acionada somente em casos de perigo iminente. Assim sendo, faz sentido que os sistemas neuronais serotonérgicos inibam a MCPD, enquanto facilitam o processamento de informaçőes relativas ŕ defesa na amígdala. Deste ponto de vista o duplo papel da 5-HT pode ser considerado como tendo um valor adaptativo. O efeito dos agentes anti-depressivos, assim como dos ansiolíticos tipo bupirona (que aliviam a ansiedade generalizada após o uso prolongado), se dá pela diminuiçăo do número e/ou sensibilidade dos receptores 5-HT. O efeito comum a todos esses agentes seria, sobretudo, devido ŕ reduçăo da eficácia da via serotoninérgica que vai do núcleo dorsal da rafe até a amígdala. Há fortes indícios da participaçăo da 5-HT no mecanismo de açăo dos diversos medicamentos anti-depressivos e ansiolíticos e, ainda, na patogęnese de certos distúrbios de ansiedade e depressăo. Supőe-se que as diferentes vias serotonérgicas e seus vários subtipos de receptores participem de forma seletiva em cada modalidade de distúrbio emocional e na sua resposta farmacológica, o que explica, de certa forma, as peculiaridades das respostas terapęuticas encontradas na clínica. Outro neurotransmissor importantíssimo envolvido com os processos de ansiedade é o GABA (ácido gama-aminobutírico), o principal neurotransmissor inibitório do sistema nervoso central. Ele está presente em quase todas as regiőes do cérebro, embora sua concentraçăo varie conforme a regiăo. A relaçăo entre o GABA e a ansiedade evidencia-se no fato de que todos os ansiolíticos conhecidos, afora o meprobamato, facilitam sua açăo. Seu efeito ansiolítico seria fruto de alteraçőes provocadas em diversas estruturas do sistema límbico, inclusive a amígdala e o hipocampo. Ao se combinar com o receptor, o neurotransmissor GABA altera-lhe a conformaçăo e essa deformaçăo transmite-se ao canal de cloro, abrindo-o. Em conseqüęncia, íons de cloro penetram na célula, onde sua concentraçăo é menor que no exterior. Com isso ocorre uma hiperpolarizaçăo da membrana pós-sináptica que inibe os disparos do neurônio pós-sináptico por dificultar a despolarizaçăo de sua membrana, necessária ŕ geraçăo de impulso nervoso. A açăo tranqüilizante dos ansiolíticos parece consistir em reduzir o funcionamento de grupos neuronais do sistema límbico responsáveis pela integraçăo de reaçőes de defesa contra ameaças de dano ou perda, ou ainda, evocadas por situaçőes novas. De uma maneira geral, admite-se que os estímulos aversivos ou aqueles associados ao prazer podem desencadear dois tipos de processos: 1) disparam eventos que săo integrados pelo hipotálamo e resultam em alteraçőes do estado interno que preparam o organismo para açăo adequada (ataque, fuga, comportamento sexual, etc.) e năo requerem um controle consciente ou 2) acionam mecanismos prosencefálicos que preparam o organismo para as interaçőes com o meio externo modulando o repertório comportamental, a fim de dirigir respostas esqueletomotoras adequadas. A espécie humana experimenta várias formas de ansiedades diferentes e o nosso conhecimento sobre o cérebro ainda é de certa forma precário, o que dificulta o desenvolvimento de compostos mais eficientes e seguros no combate ŕ ansiedade e ŕ depressăo. No início do século os compostos mais utilizados eram os barbitúricos, sobretudo o Gardenal ( usado no tratamento da epilepsia ). Ele é eficaz como ansiolítico, no entanto produz uma série de efeitos colaterais tais como: sedaçăo, dependęncia psicológica e fisiológica, em altas doses podendo levar a intoxicaçőes graves e ŕ morte por depressăo de certos centros nervosos. Nos anos 50 o meprobamato ( lepenil ) se tornou muito popular, mas năo passou de uma tentativa mal sucedida de substituir o fenobarbital. Ele era mais caro, menos eficaz e quase tăo perigoso quanto os barbitúricos, sendo por isso logo abandonado. Em 1960 foram introduzidos os benzodiazepínicos (diazepan) mais eficazes e menos nocivos que os barbitúricos e vieram praticamente substituí-los no tratamento da ansiedade e da insônia. Embora os benzodiazepínicos produzam efeitos colaterais mais brandos, seus níveis de consumo săo preocupantes. Só em 1984, no Brasil, foram consumidos 38 milhőes de frascos. Existe uma expectativa quanto ao aumento de casos de ansiedade nos dias de hoje e esse fato é preocupante, ao passo que o tratamento farmacológico desses casos apresenta limites e riscos năo totalmente controlados no campo científico. A ansiedade é um fenômeno normal e necessário da vida, que todos sentem ocasionalmente. Como sintoma, é comum nos estágios iniciais da esquizofrenia, quando o indivíduo está tendo sensaçőes novas e estranhas, e freqüentemente ocorre também nos transtornos do humor. Em outro grupo de distúrbios, entretanto, a ansiedade é o sintoma principal. O distúrbio de ansiedade generalizada caracteriza-se por inquietaçăo, irritabilidade, tensăo, sudorese, palpitaçăo e vários outros sintomas associados ŕ ansiedade. A pessoa se torna apreensiva, impaciente e tem dificuldade para dormir. Para a ansiedade ser considerada um distúrbio, os sintomas devem ser persistentes, continuando por várias semanas. No distúrbio do pânico, as pessoas sofrem de ataques de pânico espontâneos que acontecem de repente, sem causa aparente. Ficam extremamente amedrontadas e freqüentemente tęm a sensaçăo de que văo morrer. Apresentam palpitaçőes, tonturas, dores no peito e uma sensaçăo de perda de contato com a realidade, entre outros sintomas. Este distúrbio pode durar algumas semanas ou meses, porém o mais comum é que volte a ocorrer com o passar do tempo. Apesar de a crise propriamente dita durar geralmente apenas alguns minutos, a antecipaçăo da sensaçăo de desamparo ou da perda de controle que acompanha o ataque de pânico pode deixar a pessoa com medo de ficar sozinha ou sair de casa. As pessoas, cujos ataques freqüentes de pânico limitam cada vez mais suas atividades normais, săo diagnosticadas como tendo agorafobia. Esta é a mais incapacidade de todas as fobias, as quais săo também consideradas distúrbios de ansiedade. A pessoa com agorafobia usualmente evita situaçőes nas quais seria difícil ou impossível escapar- multidőes, túneis, grandes lojas, pontes, elevadores e transportes públicos. Algumas pessoas com agorafobia ficam tăo amedrontadas que ŕs vezes năo saem de casa por anos. Outros tipos de fobia săo as fobias simples, que se caracterizam por medo persistente e irracional de um objeto, atividade ou situaçăo específicas, e a fobia social, medo irracional de sentir-se humilhado ou embaraçado em público. O distúrbio obsessivo-compulsivo (DOC) é um distúrbio de ansiedade que envolve pensamentos e comportamentos repetidos, que săo difíceis ou impossíveis de controlar. Os pensamentos intrusivos e obsessivos podem girar em torno do medo de causar mal a outros ou de ser vítima de algum mal. Em resposta a estes pensamentos obsessivos, os pacientes com DOC freqüentemente se sentem compelidos a executar certos rituais ( comportar-se de um modo específico repetidas vezes ) para afugentar o mal temido, mesmo estando conscientes de que seu comportamento é irracional. Outro distúrbio de ansiedade é o distúrbio de estresse pós traumático, que é uma reaçăo, que ocorre repetidamente, a um evento psicologicamente traumatizante, fora da vivęncia humana habitual. Combates em guerras, bombardeios, violęncia sexual, catástrofes ou tortura săo exemplos do tipo de experięncia que pode produzir este distúrbio. Os sintomas incluem a lembrança do evento, ausęncia de resposta a estímulos provindos de outras pessoas, pouco interesse por atividades externas, sonolęncia excessiva, problemas de memória e perda de concentraçăo. No ser humano existe sempre a possibilidade do vir-a-ser. O homem é sempre um ainda năo. Ninguém, em momento algum, pode ser visto como uma possibilidade fechada. Mas, uma pessoa que se desestrutura no presente em funçăo de um vir-a-ser está emocionalmente desorganizada e chega até a sofrer prejuízos orgânicos. Apesar de algumas correntes organicistas defenderem a idéia de a ansiedade ter origem em causas físicas, as manifestaçőes da ansiedade săo conseqüęncias e năo causas. A origem está no emocional e deve ser procurada na história de vida daquela pessoa. Talvez a causa seja fácil de achar. Uma mulher que no início da vida sexual nunca conseguiu atingir o orgasmo, pode levar para todas as relaçőes sexuais, ou para as relaçőes em geral, a angustiante sensaçăo de "năo vai conseguir", năo vai se sair bem, tornando-se cronicamente ansiosa. Ŕs vezes, as causas săo mais difíceis de achar e a auto-reflexăo năo basta para sair desse caminho. A psicoterapia ajuda a reconstruir a trajetória de vida até chegar ŕ raiz da ansiedade. Por esse motivo os ansiolíticos receitados para diminuir a ansiedade a curto prazo funcionam e a pessoa se sente melhor. Os distúrbios orgânicos - secura, suores, tremores - desaparecem e ela acha que está bem, porque năo se preocupa demais com nada (nem com o presente). Porém, na hora de deixar os comprimidos, tudo voltará, porque a causa da ansiedade năo foi atingida. Achar que a cura da ansiedade depende de ansiolíticos é o mesmo que, quando uma torneira năo pára de pingar, ficar enxugando a água que molha o chăo. Se a torneira năo for consertada, vai ser preciso passar a vida inteira enxugando. REFERĘNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Millenson, J. R. (1967). Princípios de análise do comportamento. Brasília: Coordenada Skinner, B. F. (1978). Cięncia e comportamento humano. Săo Paulo: Martins fontes. Tom McLellan, Alicia Bragg, John Cacciola. (19 ). Ansiedade e stress. Davidoff, Linda L. (1983). Introduçăo ŕ psicologia. Săo Paulo: McGraw-Hill do Brasil Brandăo, Marcus Lira. (1991). As bases psicofisiológicas do comportamento. Săo Paulo: EPU Guyton, Arthur.(1988). Fisiologia Humana. :Guanabara Koogan Silva, Marco Aurélio Dias da. ( ). Quem ama năo adoece. Páginas da Internet: - Revista de psicofisiologia: http://w.w.w.icb.ufmg.br/ipf/revista/monografia3/ - Vida.net#94: http://w.w.w.ibb.org.br/vidanet/ - O Farol - informativo da família: http://w.w.w.sistecnet.com.br/ofarol/ - http://w.w.w.regra.com.br/cyromasci ANEXO I TESTE SUA ANSIEDADE: O questionário abaixo pode auxiliá-lo. Para cada pergunta, responda com V (verdadeiro) ou F (falso): 1. Nos últimos seis meses, pelo menos, venho experimentando preocupaçőes e ansiedades excessivas em diversas atividades (como atividade profissional ou doméstica) 2. Estou tendo dificuldade em controlar essa preocupaçăo. 3. A preocupaçăo, a ansiedade ou os sintomas físicos estăo causando sofrimento ou prejuízo em minha vida pessoal (social, profissional, etc.) 4. Essa preocupaçăo é acompanhada de 3 ou mais dos sintomas abaixo: inquietaçăo ou sensaçăo de estar com "os nervos ŕ flor da pele." cansaço fadiga dificuldade em concentrar-se sensaçőes de "branco" na cabeça irritabilidade maior que o habitual tensăo muscular (ombros, nuca, costas, braços, etc.) dificuldades com o sono (dificuldade em adormecer, ou manter o sono, ou sono "agitado", ou insatisfatório) INTERPRETAÇĂO DO TESTE: Se vocę respondeu Verdadeiro a essas afirmaçőes, convém procurar um médico. Esses sintomas definem o diagnóstico de Transtorno de Ansiedade Generalizada, e esse transtorno pode ser causado por uma série de fatores, inclusive doenças orgânicas. Wx¤´žÂăň'-9ęN O2RFRáVűűřřűűřűřűřűřCJ5CJ'Wx’¤ĽŚ§¨ŠŞŤŹ­ŽŻ°ą˛ł´žżŔÁÂĂöńďńńńńńńńńńńńńńńńńńńíńńńńń$a$$ Ć@a$áVýĂÄĹĆÇČÉĘËĚÍăňý'()*+,-89ž$Ÿúúúúúúúúúřřóřřńúúúúúúěěŕŕŕ $„ dh`„ a$$a$$a$$a$ŸĄ ƒ ÔckýpXǨÉ˙ j"C$2%-&œ'!(¸)›+-ó.0óóóóóóëóóëëëóóëëóóóóëëëëëëë$dha$ $„ dh`„ a$0/1é2ŕ3 678v9É;#=„>.A.CDLFvHŻI,LüMçNčNéNęNëNěNíNîN÷÷÷÷ë÷ëë÷÷÷÷÷÷÷ëë÷÷÷÷÷ćććć$a$ $„ dh`„ a$$dha$îNďNđN O O OOdOeOˇO¸OPPVPWPąP˛PîPďP(Q)Q>QŽQžQúúúőőőííííÝÝÝÝÝÝÝŘÝÝÝĚĚ $„Đdh^„Đa$dh$„Đ„0ýdh^„Đ`„0ýa$$dha$$a$$a$žQR.R/R0R1R2R3R4R5R6R7R8R9R:R;RRFRGRHR]R^RÄRóóóăááÜÜÜÜÜÜÜÜÜÜÜÜÜ×áĎĎĎ$dha$$a$$a$$„Đ„0ýdh^„Đ`„0ýa$ $„Đdh^„Đa$ÄRĹRiSjSĽSŚS5T6T{T|TžTĆTÍTęT U.UdUĐUŃUŇUęUëUŕVáV÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷ő$dha$ &P °ƒ. °ČA!°n"°n#n$/%° i0@ń˙0 Normal_HmHsHtH8@8 Título 1$$@&a$5CJ8@8 Título 2$$@&a$5CJ2@2 Título 3$@&5CJ:@: Título 4$$@&a$ 5;CJ 6A@ň˙Ą6 Fonte parág. padrăoáRj˙˙˙˙'Wx’¤ĽŚ§¨ŠŞŤŹ­ŽŻ°ą˛ł´žżŔÁÂĂÄĹĆÇČÉĘËĚÍăňý'()*+,-89ž$ŸĄƒ Ô ckýpXǨÉ˙jC 2!-"œ#!$¸%›')ó*,/-é.ŕ/ 234v5É7#9„:.=.?@LBvDŻE,HüIçJčJéJęJëJěJíJîJďJđJ K K KKdKeKˇK¸KLLVLWLąL˛LîLďL(M)M>MŽMžMN.N/N0N1N2N3N4N5N6N7N8N9N:N;NNFNGNHN]N^NÄNĹNiOjOĽOŚO5P6P{P|PžPĆPÍPęP Q.QdQĐQŃQŇQęQëQŕRăR˜€€˜€€€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€8€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€€€˜€€˜€€(€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜0€€˜0€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€áV,ĂŸ0îNžQÄRáV-/01234áV.Sd  K X ąť›˜(ĄąRUŢăäčřůšÇnz†’éř‹!’!~"Š"U#c#Ů$ĺ$m%x%'š'˛'Ă'ĺ'í'l)|)™)Ł)**T+f+ƒ,Ž,Ď-Ó-4.D.`1o1ń12]3e34˜4›4˘4ű45Ś5§5Ż5‘6ž6<7H7ƒ9Œ9%@9@Í@×@ŢBěBĽDŽD0E?@ABCDEFţ˙˙˙HIJKLMNţ˙˙˙PQRSTUVţ˙˙˙ý˙˙˙Yţ˙˙˙ţ˙˙˙ţ˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙Root Entry˙˙˙˙˙˙˙˙ ŔF0*Błý‡Ä[€1Table˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙6` WordDocument˙˙˙˙˙˙˙˙"jSummaryInformation(˙˙˙˙GDocumentSummaryInformation8˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙OCompObj˙˙˙˙oObjectPool˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙0*Błý‡Ä0*Błý‡Ä˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙ţ˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙ţ˙ ˙˙˙˙ ŔFDocumento do Microsoft Word MSWordDocWord.Document.8ô9˛q